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  • Drift: recorde de inscritos na Palmeira

    Drift: recorde de inscritos na Palmeira

    A terceira prova do Campeonato de Portugal de Drift, agendada para o próximo fim de semana (15/16 junho), no Circuito Vasco Sameiro, na Palmeira (Braga), com organização do Clube Automóvel do Minho, apresenta um número recorde de inscritos: 50.

    Quando se avança para a primeira metade da temporada, meia centena de pilotos vão garantir animação na pista bracarense já a partir da manhã de sábado, com as sessões de treinos livres, seguindo-se, durante a tarde, as qualificações.

    Domingo, a partir das 10h30, têm início as Batalhas Top 32 da categoria Semi-PRO, e depois as da categoria PRO, às 14h30. As finais de ambas as categorias têm início previsto para as 16h05 (Semi-PRO) e 16H40 (PRO).

    O bielorusso Raman Kandratsenka, no BMW F22, tem sido o grande dominador da categoria PRO, ao vencer as jornadas de Montemor e de Sever do Vouga, dispondo de uma folgada vantagem de 63 pontos face a Rafael Dinis, enquanto Hugo Costa, o terceiro classificado, está a 80 pontos do líder.

    Mais equilibrada tem sido a categoria Semi-PRO, liderada por Renato Valente, nesta altura com mais 18 pontos que Miguel Fonseca e, no terceiro lugar, Vítor Hugo encontra-se a uma curta distância (9 pontos) do segundo classificado.

    CAMPEONATO DE PORTUGAL DE DRIFT (Após 2 provas)

    Categoria PRO:

    1º, Raman Kandratsenka, 240 pontos; 2º, Rafael Dinis, 177; 3º, Hugo Costa, 160; 4º, João Gonçalves, 141; 5º, Pedro Sousa, 140.

    Categoria Semi-PRO:

    1º, Renato Valente, 185 pontos; 2º, Miguel Fonseca, 170; 3º, Vítor Hugo, 161; 4º, Gonçalo Rocha, 159; 5º, Hugo Ramos, 137.

  • Guarda Racing Days 2024: Hyundai e Ricardo Teodósio aceleram na Guarda

    Guarda Racing Days 2024: Hyundai e Ricardo Teodósio aceleram na Guarda

    O Guarda Racing Days vai realizar-se nos dias 6 e 7 de julho no percurso único que mistura pisos de terra e asfalto desenhado para proporcionar muita competição e espetáculo. Organização da Câmara Municipal da Guarda em colaboração com o Clube Escape Livre, o Guarda Racing Days já ligou motores e as novidades vão ser várias na edição 2024 da “Corrida dos Campeões”.

    O Guarda Racing Days é uma prova de competição automóvel que, ano após ano, tem vindo a ganhar adeptos, espetadores e a oferecer um espetáculo desportivo pleno de intensidade e com a presença de muitos Campeões de Portugal em várias disciplinas do desporto motorizado.

    Por essa mesma razão, o Guarda Racing Days já ganhou o epíteto de “Corrida dos Campeões” tal a qualidade dos pilotos que se inscrevem. Um fim de semana de corridas na Guarda que deixa a capital de distrito em alvoroço e que encaminha até à Cidade Mais Alta adeptos do desporto motorizado de outras vilas e cidades do distrito.

    A fórmula é simples, porém, eficaz. Com um traçado misto de terra (40%) e asfalto (60%), a base é a encosta por trás do renovado Versatile Hotel cuja elevação oferece um anfiteatro natural. Zonas técnicas, travagens fortes e descidas que cortam a respiração, culminam com o já famoso salto, percorridos duas vezes e perfazendo um total de três quilómetros de ação.

    Pilotos conhecidos e campeões são cabeça de cartaz

    Alexandre Borges, vencedor da prova em 2019 e 2022, está de regresso à “Corrida dos Campeões” depois da ausência em 2023. Por outro lado, o vencedor da prova do ano passado, o bicampeão de Portugal de Velocidade e oito vezes campeão de Portugal de Todo-o-Terreno, Miguel Barbosa repete a presença juntamente com Portela de Morais, desta feita com um dos mais competitivos e espetaculares SSV da atualidade, o Taurus da equipa BP Ultimate.

    Outros campeões como Fernando Peres e José Silva, ralis e SSV, voltam a marcar presença na prova. O mesmo para Daniela Lopes que repete a presença como a única senhora ao volante no Guarda Racing Days, onde os SSV de Nuno Rodrigues e Bruno Martins também prometem espetáculo. A equipa Art of Speed regressa com o habitual Renault Twingo e um novo Fiat 500 para Frederico Formiga e Acácio Arinto. Será no âmbito desta equipa que marcarão presença alguns antigos e atuais governantes, a divulgar em breve e que serão protagonistas de uma competição muito particular.

    Mas o Guarda Racing Days receberá, também, vários pilotos que se vão estrear na prova do Clube Escape Livre. Por um lado, Renato Pita vai trazer até à Guarda o seu Peugeot 208 Rally4. Por outro, Rui Madeira, Campeão de Portugal de Ralis e Campeão do Mundo de Ralis – Grupo N, vai pilotar um competitivo Ford Fiesta R2. Bruno Oliveira e a sua espetacular Ford Ranger aproveitam o intervalo do campeonato de Portugal de todo terreno e vão competir na Guarda. Três participações que elevam o nível competitivo da prova e reforçam o epíteto de “Corrida dos Campeões”.

    A Guarda estará representada por uma “armada” de pilotos encabeçada por Francisco Carvalho e António Matias ambos em competitivos Toyota Yaris GR do troféu de ralis da marca japonesa, a que se juntam Fábio Cruz, Diogo Caramelo e Tiago Cabral.

    A grande novidade, porém, da edição 2024 do Guarda Racing Days, será a presença da Hyundai Portugal com o campeão de Portugal de Ralis em título, Ricardo Teodósio. E será possível andar ao seu lado.

    O Guarda Racing Days tem a parceria com a Câmara Municipal da Guarda, o Turismo do Centro, Politécnico da Guarda, Bombeiros Voluntários da Guarda, IMB Hotéis e o apoio BP, SPAL e Adega de Castelo Rodrigo. O Clube Escape Livre divulgará mais nomes e equipas bem conhecidos que vão acelerar a 6 e 7 de julho no Guarda Racing Days. Até lá a pista está a ser alvo de melhorias.

  • FIM JuniorGP: graduação rumo ao MotoGP passa pelo Algarve

    FIM JuniorGP: graduação rumo ao MotoGP passa pelo Algarve

    É o derradeiro degrau no árduo caminho rumo ao MotoGP. Todos os que sonham algum dia estar no paddock do mundial MotoGP como pilotos têm que quase de forma obrigatória passar pelo FIM Junior GP, campeonato que visita o Autódromo Internacional do Algarve nos próximos dias 21, 22 e 23 de Junho.

    Conseguir vencer na ‘Montanha Russa’ é o sonho de todos os pilotos nas duas e quatro rodas e para os 150 que enchem as quatro grelhas de partida deste campeonato promovido pela Dorna isso é ainda mais importante, pois pode significar o acesso ao MotoGP no ano seguinte.

    Com selo de campeonato do mundo o JuniorGP está reservado aos pilotos que almejam chegar ao mundial Moto3 e pelo mesmo passaram muitas das estrelas da actualidade como Francesco Bagnaia – o actual campeão do mundo MotoGP – Fabio Quartararo, Joan Mir, Alex Marquez ou Miguel Oliveira. Um campeonato que por si só garante espectáculo e emoção em todas as suas corridas que no FIM Junior GP tem a companhia do campeonato europeu Moto2, onde são utilizadas as mesmas motos do mundial e onde alinham aqueles que querem entrar ou mesmo regressar à classe intermédia do mundial. Junto com as duas classes maiores, o imenso pelotão da European Talent Cup está reservado aos mais jovens do paddock num alinhamento onde figuram igualmente as Stock600 num total de quatro animadas classes que fazem deste campeonato um verdadeiro ‘mini-MotoGP’.

    Quatro lusos em pista

    No Autódromo Internacional do Algarve serão quatro os pilotos portugueses em pista, todos eles apostados em vingar o seu nome numa selecção onde mais de 30 nacionalidades estão representadas. Afonso Almeida e Martim Marco são os dois ‘benjamim’ das cores portuguesas ao alinharem na European Talent Cup, uma série ‘caça-talentos’ onde estão inscritos meia centena de pilotos e na qual o primeiro desafio é mesmo conseguir encontrar um lugar na grelha de partida para as corridas. Nas Stock600 estarão igualmente outros dois portugueses, o estreante Gonçalo Capote, que em 2024 divide a sua primeira época na 600 entre este campeonato e o espanhol, lado a lado com Gonçalo Ribeiro, o português com mais experiência neste campeonato pois antes das Stock600 alinhou igualmente na European Talent Cup.

    Paddock custa 10 euros

    Com acesso livre à Bancada Principal esta quarta prova do FIM JuniorGP irá mais uma vez possibilitar o acesso ao paddock do circuito para todos os fans e seguidores do motociclismo de velocidade. Com 150 pilotos em competição será uma excelente oportunidade para ver e estar perto daqueles que serão os campeões do mundo do futuro e o preço do bilhete para o paddock será de 10 euros para todo o fim-de-semana, podendo os bilhetes ser adquiridos na loja do Autódromo Internacional do Algarve localizada na Bancada Principal do circuito.

  • João Rodrigues: “fiquei com a impressão que podíamos ter discutido a vitória!”

    João Rodrigues: “fiquei com a impressão que podíamos ter discutido a vitória!”

    João Rodrigues e Manuel Santos rubricaram uma exibição colossal no Rally de Lisboa 2024, prova onde se disputou a Taça de Portugal de Ralis. Nada receosos por estarem a utilizar um “desconhecido” Peugeot 208 Rally4, a dupla esteve sempre entre os mais rápidos, logrando chegar ao final no pódio das 2RM.

    E nem o plantel de luxo que disputou a primazia nas Duas Rodas Motrizes, nem as condições meteorológicas adversas se tornaram obstáculos intransponíveis ou limitadores, vindo ao de cima a rapidez natural e o talento de pilotagem que são ostentados por João Rodrigues.

    O piloto de Mafra assinou uma “faena” extraordinária, sendo capaz de se adaptar com facilidade e celeridade às características do 208 Rally4, carro bem diferente do seu habitual Peugeot 106.

    “Nunca tinha guiado um carro como este!…”, desabafava no final o piloto que destacou “as dificuldades na parte inicial da prova. O primeiro dia foi mesmo muito mau, pois, não tínhamos pneus para chuva e foi sempre a sofrer com falta de aderência. No sábado já conseguimos começar a perceber o carro e, paulatinamente, fomos aumentando o ritmo e conseguimos nos divertir imenso”.

    João Rodrigues ficou muito orgulhoso “da exibição que fomos capazes de fazer e do resultado. Para as condições que tínhamos, até foi muito satisfatório… Mas, fiquei com a impressão que podíamos ter discutido a vitória!”.

    Agora é tempo de comemorar e, depois, voltar ao trabalho para “ressuscitar” o Peugeot 106,que está a ser alvo de uma profunda intervenção após o acidente nas Camélias.

    “As próximas provas vão ser de novo com o nosso 106, que estamos a reconstruir. Só será possível voltar a competir no próximo ano. Esta participação na Taça de Portugal de Ralis foi um bónus dos nossos patrocinadores, a quem agradeço profundamente e a quem dedico a nossa exibição e o bom resultado alcançado em Lisboa”.

  • Porsche Cup C6 Bank: Barrichello, Kanaan e Piquet no Estoril

    Porsche Cup C6 Bank: Barrichello, Kanaan e Piquet no Estoril

    A Porsche Cup C6 Bank regressa este ano a Portugal, com duas provas no Autódromo do Estoril, e trará grande nomes do automobilismo mundial – vencedores de Grandes Prémios e das 500 Milhas de Indianápolis.

    O nível competitivo e o glamour da maior competição de GTs da América do Sul são motivos determinantes para seduzir grandes pilotos, que testam a suas capacidades num pelotão de elevado nível aos comandos de grandes máquinas num ambiente distinto e elegante a que todos os adeptos podem ter acesso através do paddock. Não é, portanto, de estranhar que alguns dos grandes nomes do automobilismo brasileiro e mundial marquem presença na Porsche Cup C6 Bank.

    Um deles é o sobejamente conhecido Rubens Barrichello, piloto que esteve dezanove temporadas na Fórmula 1, defendendo equipas como a Ferrari, Honda, Brawn, Jordan e Stewart, tendo conquistado onze vitórias em Grandes Prémios.

    O piloto brasileiro, que fará equipa com Werner Neugebauer no Endurance Challenge, disputou quatro Grandes Prémio de Portugal no Autódromo do Estoril, mostrando-se entusiasmado com o seu regresso ao circuito português. “Fiz muito quilómetros nesta pista, na Fórmula 1. Entretanto, teve algumas alterações na Curva 1 e na Curva 2, mas no geral é a pista em que eu andei. Fico muito feliz em voltar. Portugal é um país tremendo e vou para lá com os braços abertos. É a minha primeira prova com o meu novo colega de equipa e vai ser maravilhoso poder dar tudo para colocar o Porsche no primeiro lugar. Espero que haja muito público, temos no campeonato alguns pilotos muito conhecidos e a organização oferece muito ao público. Estou muito feliz, vou até um dia antes para aproveitar“, afirmou o brasileiro que presentemente disputa também a Stock Car Brasil.

    Toni Kanaan é outro dos nomes globais que marcará presença na ronda do Endurance Challenge do Autódromo do Estoril, piloto que venceu as 500 Milhas de Indianápolis e foi Campeão da IndyCar.

    O brasileiro foi uma das grandes forças competitivas da mais importante competição de monolugares dos Estados Unidos durante vinte e três temporada, tendo passado pela pista portuguesa no início da sua carreira, quando disputava a Fórmula GM Lotus. “A última vez que eu corri em Estoril foi em 1993, lembro de ser um traçado muito técnico e selectivo para os pilotos. Por estar a tanto tempo sem andar por lá, vou fazer boas sessões de simulador para reaprender o traçado e as referências”, afirmou Toni Kanaan, que acrescentou: “o Carlos Campos, com quem vou fazer equipa, é um conhecido desde a minha infância. Eu, ele e o Hélio Castroneves dividimos diversas vezes as pistas e o ‘Carlão’ deu-me muito trabalho na época! Estou feliz por dividir o Porsche com ele na minha primeira corrida do ano, estou muito empolgado!”

    O sobrenome Piquet é um dos mais conhecidos do mundo das corridas, tendo Nelson Piquet conquistado três campeonatos mundiais de Fórmula 1. O seu filho mais velho, Nelsinho Piquet, seguiu os passos do pai, tendo sido um dos pilotos mais bem-sucedidos da sua época nas categorias de promoção. Depois de ter passado pela categoria máxima do desporto automóvel, passou ainda pela NASCAR e pelo Campeonato do Mundo de Fórmula E, disputando presentemente a Stock Car Brasil.

    Nelsinho Piquet, que faz equipa com Rouman Ziemkiewicz, mostra-se entusiasmado com o seu regresso ao Autódromo do Estoril: “Portugal é um país maravilhoso, com fortes laços com o Brasil. Tem duas pistas fantásticas, no Algarve e Estoril, esta última com bastante história inclusive nas corridas de Fórmula 1. Desde o anúncio da etapa da Porsche Cup C6 Bank no Estoril, no ano passado, todos ficámos muito entusiasmados. Na última vez que lá estive, fiz a ‘pole’ e espero termos novamente um bom desempenho. É muito positivo correr no Estoril, tanto pela atmosfera do autódromo e entusiasmo dos fãs portugueses, como do ponto de vista técnico, porque é um traçado muito desafiador e seguro, que vai proporcionar emoção para os pilotos e para quem acompanhar a corrida na pista ou na TV”.

    Um pelotão com quarenta Porsches com pilotos de elevado nível competitivo já são argumentos mais que suficientes para que os adeptos portugueses se desloquem ao Autódromo do Estoril e nos fins-de-semana de 21 e 22 de Junho e de 29 e 30 de Junho, acrescentando estes três nomes motivos para a visita.

    O acesso à Bancada A é livre, estando os bilhetes, com um custo de apenas dez euros, disponíveis no site oficial da competição podendo ainda ser adquiridos, no próprio dia, nas bilheteiras do Autódromo do Estoril.

  • Maria Luís Gameiro: “Estamos cientes de que podíamos ter feito muito mais”

    Maria Luís Gameiro: “Estamos cientes de que podíamos ter feito muito mais”

    Para a dupla Maria Luís Gameiro/José Marques esta segunda e derradeira etapa da jornada levada a cabo Clube Aventura do Minho foi, essencialmente, para “cumprir calendário” já que à formação apenas preocupava trazer o Mini JCW Plus até ao final da prova, nomeadamente depois dos azares do dia de ontem, que os deixaram irremediavelmente atrasados na classificação.

    O culminar de tudo isto acabou por ser um erro no sistema de navegação da organização (Stella) que obrigou a equipa a andar literalmente “às voltas” no último setor de hoje, situação que afetou muitas outras equipas.

    À chegada, a Valpaços, cumpridos os dois setores desta etapa de fecho de corrida, Maria Luís Gameiro esclarecia que, “depois de tudo o que passámos ontem, hoje só me preocupei em cumprir as especiais sem percalços e garantir o terceiro lugar entre os T1+. Pena que nem hoje tenhamos conseguido andar sem problemas… A situação do Stella desconcentrou-me por completo e serviu para nos atrasarmos ainda mais! Para nós é muito importante rodar o mais possível e terminar provas, mas, confesso, desta forma nem consigo divertir-me. Todavia, mesmo querendo sempre fazer mais e melhor, há também que jogar com os resultados e gerir com minúcia, cada etapa e nelas nada especial. Estamos cientes de que podíamos ter feito muito mais, mas dadas as condições, este foi o resultado possível.”

    Na luta pelo Campeonato de Espanha de Ralis TT, Maria Luís Gameiro/José Marques rumam à região de Saragoça, dentro de três semanas (5 e 6 de Julho) para disputar o Cierzo Rally Ejército de Tierra.

  • Hélder Oliveira: “o balanço final é extremamente positivo”

    Hélder Oliveira: “o balanço final é extremamente positivo”

    Três anos depois de ter disputado uma corrida aos comandos de uma viatura T1 Helder Oliveira continua a evidenciar um excelente andamento nestas muito competitivas máquinas e triunfou de forma categórica na respetiva categoria na Baja TT Norte de Portugal fazendo equipa com Carlos Jorge Mendes aos comandos de uma VW Amarok exemplarmente assistida pela PSV.

    No derradeiro dia de prova o piloto de Barcelos destacou-se ainda ao averbar o 4º tempo absoluto no derradeiro setor seletivo – que até poderias ter sido o segundo – tendo completado esta que foi a quarta etapa do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno num magnifico 5º lugar absoluto.

    ““Ao contrário da etapa de ontem hoje nem tudo nos correu bem, mas o balanço final até é extremamente positivo. Saímos desta Baja TT Norte de Portugal com a vitória entre os T1, que era o nosso grande objetivo e com uma classificação absoluta acima do que era expetável, tendo em conta o nível do Campeonato. Partimos para a etapa com uma vantagem confortável entre os T1 e o nosso desafio passou a ser manter a posição à geral. Infelizmente tivemos uma ligeira “perdidela” e depois disso os níveis de concentração foram um pouco abaixo””, referiu Helder Oliveira no final da corrida, acrescentando: “para defender o 6º lugar que então ocupávamos à geral e de novo confiantes, partimos ao ataque para o derradeiro setor seletivo. Estava tudo a correr maravilhosamente bem já que estávamos a lutar ao segundo pela 2º posição na PEC quando ficámos sem direção assistida a cerca de 20 km do final. Felizmente conseguimos terminar perdendo apenas alguns segundos””.

  • TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia vence Rally de Lisboa 

    TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia vence Rally de Lisboa 

    A dupla Bruno Bulacia/Gabriel Morales, da equipa CSM Automoción, foi a grande vencedora do Rally de Lisboa | Memorial Joaquim Santos, quarta prova da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), e conquistou na capital portuguesa o seu terceiro triunfo, e segundo consecutivo, da presente época, o que lhe permitiu reforçar a sua liderança da competição.

    O jovem piloto boliviano esteve irrepreensível nas classificativas de asfalto da região de Lisboa e obteve a sua primeira vitória naquele tipo de pisos com o Toyota GR Yaris RZ. E ficou muito claro, definitivamente, que a partir de agora, e salvo eventuais contratempos, é candidato à discussão da vitória em qualquer tipo de rali. Perante condições difíceis, como as verificadas na primeira etapa, em que os pisos se encontravam bastante escorregadios, devido à chuva que caíra de forma intermitente, Bulacia não cometeu erros. E a elevada “performance” do Toyota GR Yaris RZ permitiu que o vencedor da TGRIC subisse ao pódio absoluto do rali (3º lugar final), havendo ainda mais 3 Toyota no “top 10” da classificação geral.

    Como já era previsível, esta quarta prova de 2024 teve momentos de grande animação, em termos competitivos, com destaque para a primeira etapa, na qual o duelo entre Bulacia e Javier Villa (Asturhíbrido) chegou a ser empolgante. Na abertura das “hostilidades” foi este último quem assumiu o comando, secundado por Josep Bassas (IPPON Motor Vallés) com o boliviano em terceiro, surgindo, nos quarto e quinto lugares, respetivamente, os portugueses Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing) e Pedro Lago (Team Caetano Auto). A ordem restante dos pilotos era: José Lamela (Grupo Breogán), Manuel Martins, José Mulero (Labasa) e Ivan Raña, antigo triatleta olímpico espanhol e campeão mundial, completavam o pelotão da TGRIC.

    A liderança de Villa durou apenas até à segunda classificativa, já que na terceira Bulacia assumiu as “despesas”, com o asturiano a 7 segundos de diferença, momento em que Miguel Campos também ascendeu ao terceiro lugar, afirmando-se como candidato ao pódio e deixando, definitivamente, Bassas para trás. Contudo, o contratempo surgido a Villa na quarta “especial”, obrigando-o à desistência, deixou caminho livre a Bruno Bulacia para reforçar a primeira posição.

    A partir de então, e embora ainda restassem mais oito classificativas – a quinta “especial” foi anulada por razões de segurança, devido ao nevoeiro – nada se alterou em relação aos primeiros lugares. Ou seja, Bruno Bulacia teve sempre o segundo classificado, Miguel Campos, a uma distância segura, enquanto o piloto português passou a controlar, também, os “movimentos” de Josep Bassas que, por seu turno, também dispunha de uma vantagem confortável face a Pedro Lago (Team Caetano Auto).

    Villa decidiu regressar à prova na etapa de sábado em Super-Rally, com o objetivo de somar pontos-extra com eventuais vitórias nas classificativas e a verdade é que o piloto da Asturhíbrido conseguiu ser o mais rápido em 3 das 8 (empatou uma com Bulacia e outra com Campos), acabando por ser bem-sucedido. Aliás, somar 12 pontos nesta jornada lisboeta permitiu-lhe minimizar as perdas em relação ao líder Bulacia, de quem soma agora uma desvantagem de 20 pontos (91 para 71).

    A única alteração classificativa na etapa de sábado, já sem os pisos de asfalto tão traiçoeiros como na véspera, sucedeu quando José Mulero (Labasa), até então sexto classificado, teve problemas na sétima “especial” e perdeu 4 minutos, caindo para o oitavo lugar, à frente de Javier Villa. José Lamela (Grupo Breogán) e Manuel Martins ganhavam, desse modo, uma posição. 

    Muito embora tivesse feito antes um rali regional com o Toyota GR Yaris RZ, a estreia do antigo triatleta olímpico e campeão mundial Ivan Raña na TGRIC não foi de todo fácil, sobretudo no primeiro dia em que a chuva deixou os pisos bastante escorregadios.

    A próxima etapa da TGRIC, e quinta jornada da época, será o Rali Rias Baixas, na região de Vigo, com classificativas em piso de asfalto, no primeiro fim de semana (6/7) de julho, evento integrado no calendário do S-CER (Super-Campeonato de Espanha de Ralis).

  • Jornada fantástica do Troféu Yamaha em Rio Maior

    Jornada fantástica do Troféu Yamaha em Rio Maior

    Rio Maior voltou a receber em festa, num cenário natural de rara beleza e com uma impressionante moldura humana, a segunda jornada do 19º Troféu Yamaha, o mais antigo troféu de Todo-o-Terreno a ser realizado em Portugal. A competição decorreu num traçado com três pistas distintas preparadas para as 21 diferentes classes, num dia repleto de muita adrenalina e emoções fortes.

    Com a participação de quase três centenas de pilotos das mais diversas idades, num ambiente familiar e multigeracional que carateriza o Troféu Yamaha e lhe confere uma imagem de marca, a competição em Rio Maior começou bem cedo com as verificações técnicas e administrativas e os treinos a terem início pelas 9 horas da manhã. Uma jornada que, como vem sendo habitual, contou com o fantástico apoio do Moto Clube local que dinamizou entre outros um muito concorrido espaço de comes e bebes. 

    Após a realização das diversas sessões de treinos e de uma curta pausa para retemperar forças, seguiram-se as onze corridas que apuraram os vencedores das 21 classes em que estão divididos os participantes no 19º Troféu Yamaha.

    Esta segunda etapa do Troféu ““foi uma jornada espetacular que reuniu 292 participantes antecedida de dois dias de chuva que nos ajudaram a ter uma pista sem pó. Esta pista é um verdadeiro anfiteatro destinado ao desporto motorizado de duas e quatro rodas. Rio Maior é de facto a prova que tem a moldura humana mais bem enquadrada e, portanto, a Yamaha não podia estar mais satisfeita com o sucesso desta segunda prova da edição de 2024 do Troféu Yamaha””, referiu Luís Figueiredo da Yamaha Portugal após concluídas as onze mangas de competição.

    A 3º jornada do 19º Troféu Yamaha disputa-se a 7 de julho em Carvoeira, Torres Vedras.

    Vencedores da 2ª jornada do 19º Troféu Yamaha disputada em Rio Maior:

    InfantisMoto_27 Rodrigo Matos 

    InfantisMoto4_591 Afonso Susano 

    Iniciados Moto_84 João Marcão 

    IniciadosMoto4_554 Tiago Cruz 

    FunMoto4_187 Tiago Pires 

    YZ65_913 Francisco Fernandes 

    YZ85_501 Francisco Fernandes 

    FunBikeTTR125_758 Vasco Salgado 

    ClássicasCross_891 Luís Carreira 

    Super Clássicas_855 Sérgio Simões 

    YZ125LC_958 Vasco Salgado 

    YZ250F_255 Salvador Sampaio 

    YZ450F_310 Joaquim Caeiro 

    WR250F_684 João Rato 

    WR450F_371 Miguel Silva 

    OficiaisMoto_147 Luís Outeiro 

    VeteranosMoto_410 Nelson Cunha 

    VeteranosMoto4_471 Leandro Ferreira 

    450Moto4_616 José Sousa 

    700Moto4_722 Diogo Jeremias 

    OficiaisMoto4_155 Rodrigo Alves

  • Intensidade máxima e emoção ao rubro no asfalto “tórrido” da Beira Baixa!

    Intensidade máxima e emoção ao rubro no asfalto “tórrido” da Beira Baixa!

    A caravana dos Ralis regressa a Castelo Branco e Vila Velha de Ródão nos próximos dias 21 e 22 de Junho, para disputar a etapa inaugural dos ralis em asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis. O evento contará para 8 competições diferentes, incluindo ainda o Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes, o Campeonato de Portugal Masters de Ralis, o Campeonato de Portugal GT de Ralis, o Campeonato de Portugal Clássicos de Ralis, o Campeonato Promo de Ralis, o Troféu FPAK Júnior Team e ainda para o Challenge R5/S2000.

    Com o apoio das autarquias de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, a Escuderia Castelo Branco é novamente anfitriã desta magnífica competição, projetando e implementando um Rali que esperam possa ser correspondido com um elevado nível competitivo, com os melhores pilotos e os melhores automóveis.

    A prova albicastrense apresenta algumas melhorias relevantes, começando logo por se destacar a redução de cerca de 100 quilómetros de ligações, tornando o rali muito mais compacto. Tal foi possível com a colocação das especiais de classificação numa área geográfica distribuída pelas áreas mais a sul do concelho de Castelo Branco, a que se junta as classificativas que decorrerão dentro das fronteiras de Vila Velha de Rodão. A isto, é adicionado ainda o facto do “Shakedown” e do “Qualifying” decorrerem num traçado às portas da cidade de Castelo Branco, encurtando ainda mais a quilometragem feita em ligações.

    Nesta edição de 2024, serão disputadas onze provas especiais de classificação, quatro das quais na etapa inaugural do Rali, sexta-feira, dia 21 de Junho. Com passagem nas freguesias de Caféde, Juncal do Campo, Sarzedas, esta etapa terminará novamente com a Super Especial “Reconquista”, aguardando-se uma noite “quente” na cidade albicastrense.

    Sábado, dia 22 de Junho, as equipas regressam à estrada para disputar mais sete Provas Especiais de Classificação.

    Nesta segunda etapa, a primeira PEC, uma novidade, será disputada parcialmente na malha urbana de Vila Velha de Ródão. O rali prossegue com passagem por Foz do Cobrão, após o que regressa novamente a Vila Velha de Ródão, para um reagrupamento, onde o publico poderá apreciar as máquinas em Parque Fechado. Depois de uma segunda passagem por Vila Velha de Ródão, o Rali regressa à cidade albicastrense.

    A parte da tarde acontece com três PEC´s, com passagem repetida por Santo André das Tojeiras e novamente passagem por Sarzedas. A sétima  e última PEC do dia e Power Stage, a ser disputada já ao início da noite, bem no coração da cidade de Castelo Branco, a escassas centenas de metros  do parque fechado e da “Fun Zone”, decisão natural depois do enorme sucesso alcançado no ano passado.

    Para Nuno Almeida Santos, diretor de prova, estão reunidos “todos os ingredientes para ser um Rali ao nível da excelência do Campeonato de Portugal de Ralis e assim promover a modalidade, contribuindo também para a promoção turística da região de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão. Aguardamos a adesão do público, dos aficionados do automobilismo, para acompanhar o rali e incentivar as equipas, fazendo-o em segurança. Longe do perigo, perto da emoção!”.

    “A edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão tem tudo para ser, uma vez mais, uma grande festa dos ralis, cimentando a sua importância como evento de referência da região, quer pelo seu impacto mediático, quer pela mais-valias para a economia da Beira Baixa”, afirmou João Lucas, presidente da Escuderia de Castelo Branco, que realçou “o esforço profundo que foi feito pelo clube, em conjunto com aas autarquias envolvidas e os nossos parceiros e patrocinadores, para melhorar a prova, seja na parte desportiva, indo de encontro às sugestões dos pilotos e das equipas, seja na animação do evento, tornando-o mais apelativo e capaz de atrair mais público”.

    A Escuderia de Castelo Branco quer ainda transformar as duas noites do rali numa dupla “festa rija” que seja atraente para todo o tipo de público, sem se prender só com os aficionados dos ralis, sendo vasto o programa de animação que poderá ser saboreado pelos milhares que acorram ao centro da cidade de Castelo Branco.