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  • Jorge Machado quer vencer em Castelo Branco, na hora de todas as decisões!

    O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta vive no próximo fim-de-semana a jornada final da época 2021. Em Castelo Branco, será a hora do tudo ou nada e Jorge Machado quer garantir o vice-campeonato entre os S1600.

    Jorge Machado tem granjeado a admiração e o aplauso de todos quantos seguem o Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta, mercê das exibições de grande nível e resultados a condizer que tem registado ao longo de toda a temporada. Os mesmos, levam-no a estar num merecido 2º lugar da tabela pontual na Divisão S1600 e, se o título nacional já está entregue, o piloto quer garantir a posição em que se encontra, para rematar da melhor forma o campeonato.

    E, depois do 5º lugar na prova anterior, resultado aquém do que o piloto do Citroen C2 S1600 almejava alcançar e que não fez jus ao andamento de topo que o piloto ostentou, agora o lousadense só tem olhos para o exigente traçado de Castelo Branco, onde, no próximo fim-de-semana, vai viver a chamada “hora de todas as decisões”.

    E como a melhor defesa será sempre o ataque, o craque de Lousada assume que “vamos a Castelo Branco tentar vencer. Consideramos que a melhor maneira de garantirmos o objetivo é estar na frente e, por outro lado, já este ano provamos que somos capazes de chegar á vitória nas corridas. Não tem acontecido, por este ou aquele fator, muitas das vezes alheios à nossa vontade ou à nossa corrida, mas sabemos que temos andamento para tal e gostaria muito que fosse a fechar o campeonato que a vitória surgisse”.

  • “Monstros” do grupo B na Madeira

    O Rally Madeira Legend tem início dentro de dois dias e a prova organizada pelo Club Sports da Madeira levará à estrada alguns dos modelos míticos da modalidade. De entre estes, alguns dos que mais marcaram os adeptos e entusiastas foram aqueles do grupo B, afastados da competição no final de 1986 devido à sua grande potência, na altura pouco consentânea com provas de estrada.

    No final desta semana estará na estrada o Rally Madeira Legend, uma organização do Club Sports da Madeira aberta a modelos de viaturas que fizeram história na competição automóvel. Mesmo cumprindo os pressupostos de um rali, ou prova de estrada, este evento é definido por algumas particularidades. A competição estará aberta a dois tipos de viatura, os Históricos e os Spirit.

    Tal como o nome indica, os Históricos são carros construídos até ao final de 1986 e que mantêm todas as características dessa altura e obedecem à ficha de homologação vigente na altura. Já os Spirit são veículos que ostentam uma carroçaria histórica mas cuja construção e órgãos mecânicos não são aqueles utilizados à época. O Rally Madeira Legend também terá um Legend Show reservado a carros com homologação mais recente mas que, pelo seu potencial, estão excluídos da competição desportiva, sendo utilizados apenas como viaturas de demonstração.

    No grupo B correram várias marcas e modelos mas de entre estes houveram alguns que deixaram marcas num público apaixonado. Nesse grupo de elite estão carros como o Audi Quattro S1 E2 ou o Lancia Delta S4, viaturas que estarão nas estradas madeirenses no final desta semana.

    Como últimas evoluções adentro dos limites de homologação do grupo B, ambos estes modelos apresentam motores centrais, traseiro no caso do Lancia, dianteiro no Audi, tração integral e um peso muito próximo do mínimo regulamentar de 960 kg. O Delta S4 tem a particularidade de dispor de um duplo sistema de sobrealimentação no seu motor de 4 cilindros e pouco menos de 1.800 cc, enquanto o carro alemão dispõe de motor com cinco cilindros em linha com cerca de 2.200 cc.

  • Francisco Mora com foco na vitória no regresso do CPV em Portimão

    Francisco Mora está de volta à ação no Campeonato Portugal de Velocidade já no próximo fim de semana, dias 29 a 31 de outubro. O destino é o traçado de Portimão, que recebe a terceira ronda da época, num evento que integra o Algarve Classic Festival. 

    A prova coloca um ponto final a um hiato de quatro meses na competição, num regresso há muito aguardado pelo pluricampeão nacional da modalidade na categoria Turismos e vencedor do TCR Ibérico em 2019, Francisco Mora. “Estou muito satisfeito por voltar a estar ao volante do Porsche 911 GT3 Cup. Um carro fabuloso que ainda estamos a descobrir e que é um verdadeiro prazer de conduzir. Após esta longa paragem, as primeiras voltas serão importantes para nos readaptarmos ao Porsche e trabalharmos no set up a utilizar ao longo do fim de semana, mas a confiança é total.” 

    O piloto, que faz dupla com Francisco Abreu e conta com a assistência da Veloso Motorsport, chega à jornada algarvia na liderança da competição, após uma prestação cem por cento vitoriosa da equipa nas duas primeiras rondas do ano: Portimão e Estoril. Porém, Francisco Mora antevê uma prova exigente: “O objetivo é a vitória e é com esse intuito que nos vamos apresentar à partida. No entanto, temos consciência das dificuldades que teremos pela frente, num fim de semana com previsão de chuva e em que temos um BoP de 25 segundos na corrida de 40 minutos. Apesar disso, sabemos que temos todas as condições para lutar por um bom resultado e é isso que vamos fazer.” 

    A equipa lidera a competição com uma vantagem de 59 pontos e pode ‘segurar’ o título já este fim de semana. Um cenário que o piloto não coloca em perspetiva: “Temos uma boa margem pontual, mas as corridas são imprevisíveis e por isso é importante manter o foco e a concentração. Vamos dar o nosso melhor e lutar pelo triunfo, mas, para já, sem pensar nas contas do campeonato.” 

    Francisco Mora com foco na vitória no regresso do CPV em Portimão

    Francisco Mora está de volta à ação no Campeonato Portugal de Velocidade já no próximo fim de semana, dias 29 a 31 de outubro. O destino é o traçado de Portimão, que recebe a terceira ronda da época, num evento que integra o Algarve Classic Festival. 

    A prova coloca um ponto final a um hiato de quatro meses na competição, num regresso há muito aguardado pelo pluricampeão nacional da modalidade na categoria Turismos e vencedor do TCR Ibérico em 2019, Francisco Mora. “Estou muito satisfeito por voltar a estar ao volante do Porsche 911 GT3 Cup. Um carro fabuloso que ainda estamos a descobrir e que é um verdadeiro prazer de conduzir. Após esta longa paragem, as primeiras voltas serão importantes para nos readaptarmos ao Porsche e trabalharmos no set up a utilizar ao longo do fim de semana, mas a confiança é total.” 

    O piloto, que faz dupla com Francisco Abreu e conta com a assistência da Veloso Motorsport, chega à jornada algarvia na liderança da competição, após uma prestação cem por cento vitoriosa da equipa nas duas primeiras rondas do ano: Portimão e Estoril. Porém, Francisco Mora antevê uma prova exigente: “O objetivo é a vitória e é com esse intuito que nos vamos apresentar à partida. No entanto, temos consciência das dificuldades que teremos pela frente, num fim de semana com previsão de chuva e em que temos um BoP de 25 segundos na corrida de 40 minutos. Apesar disso, sabemos que temos todas as condições para lutar por um bom resultado e é isso que vamos fazer.” 

    A equipa lidera a competição com uma vantagem de 59 pontos e pode ‘segurar’ o título já este fim de semana. Um cenário que o piloto não coloca em perspetiva: “Temos uma boa margem pontual, mas as corridas são imprevisíveis e por isso é importante manter o foco e a concentração. Vamos dar o nosso melhor e lutar pelo triunfo, mas, para já, sem pensar nas contas do campeonato.” 

    A jornada de Portimão do Campeonato Portugal de Velocidade conta com duas corridas de 20 minutos e uma com duração de 40 minutos com paragem para troca de pilotos. “Estão todos convidados a aparecer e, uma vez mais, muito obrigado aos nossos patrocinadores por toda a confiança e ao público por todo o apoio”, finalizou Francisco Mora.

  • Motores aquecem para a Baja Portalegre 500

    A 35ª edição da Baja Portalegre 500, a mais antiga e importante prova de todo terreno em Portugal, marca o final dos campeonatos nacionais de carros e vai ser o palco de todas as decisões na Taça do Mundo FIA de Bajas Cross-Country e na Taça da Europa FIA de Bajas Cross-Country. Quase 500 quilómetros de percurso nas duras e seletivas pistas de todo terreno do Alentejo, é o desafio que os 404 pilotos inscritos (cerca de 20 por cento de estrangeiros, de 27 nacionalidades) têm pela frente, já na próxima sexta-feira e sábado, e com as previsões meteorológicas a apontarem para a ocorrência de chuva.

    Em 2021, a carismática prova realizada no Alto Alentejo retoma uma configuração mais tradicional, depois de alguns condicionalismos provocados pela pandemia e pela meteorologia, em 2020. Nesse sentido, destaque para o regresso da cerimónia de partida em pleno centro da cidade de Portalegre, na noite de quinta-feira, dia 28 de outubro. Aí, todos os pilotos vão receber os aplausos daquele que costuma ser o primeiro banho de multidão do evento.

    217 Edgar Condenso (PRT), Nuno Silva (PRT),Ford Exr05 Proto action during the 2020 Baja Portalegre 500, from November 5 to 7, 2020 around Portalegre, Portugal – Photo Paulo Maria / DPPI

    No dia seguinte, sexta-feira, os 399 concorrentes enfrentam, pela primeira vez, as pistas de TT do distrito de Portalegre. A competição começa com a SSS1 para motos, quads e SSV, logo às 7h50 da manhã, e a especial de qualificação para os carros, pouco antes das 10 horas.

    A Baja Portalegre 500 vai ter várias corridas a acontecer em simultâneo, pois se o primeiro desafio é igual para todos os concorrentes, a partir daí, os programas competitivos divergem. No total, os carros percorrem 410 quilómetros contra o cronómetro, enquanto motos, quads e SSV fazem 415 quilómetros de pistas. No total, os concorrentes dos automóveis têm pela frente um total de quase 662,99 quilómetros (593,68 km), enquanto as motos, os quads e os SSV vão fazer 596,94 quilómetros nas duas etapas desta edição da clássica alentejana.

    O itinerário que o Automóvel Club de Portugal desenhou para os automóveis divide-se em quatro setores seletivos, dois na primeira etapa e mais dois na segunda etapa. O mesmo acontece nas motos, nos quads e nos SSV. O primeiro concorrente das motos a cumprir a totalidade da distância deverá chegar ao fim no sábado, dia 30, por volta das 14 horas, enquanto o vencedor dos automóveis só deverá ser conhecido depois das 15h30 horas.

    Destaque, ainda, para os pilotos da Mini Baja, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, que têm a oportunidade de disputar o circuito de SSS1 e, posteriormente, vão discutir as melhores posições num setor com cerca de 70 quilómetros, no sábado, dia 30.

    Ao longo destes dois dias de competição na Baja Portalegre 500, praticamente todo o Alto Alentejo será palco de ação constante, pois enquanto os automóveis estão a cumprir um setor seletivo na região mais a norte do distrito, as motos, os quads e os SSV completam o percurso sul e vice-versa.

    Títulos da Taça do Mundo e Taça da Europa em disputa nos carros

    Entre os automóveis, são muitos os motivos de interesse, até por estarem vários títulos em disputa, tanto na Taça do Mundo FIA de Bajas Cross-Country, como na Taça da Europa FIA de Bajas Cross-Country.

    Na Taça do Mundo, Yazeed Al Rajhi/Michael Orr (Toyota Hilux Overdrive) e Yasir Seaidan/Alexey Kuzmich (MINI John Cooper Works Rally) são os candidatos ao título, sendo que Yazeed Al Rajhi tem as mesmas pretensões na Taça da Europa, mas nesta competição, com a dupla Krzysztof Hołowczyc/Łukasz Kurzej (Mini John Cooper Works Rally) como adversária. Dois duelos que prometem marcar a prova, mas não os únicos…

    Na realidade, recentemente coroados como vencedores da Taça da Europa FIA de Bajas Cross Country na Categoria T4, os portugueses e irmãos, Alexandre Ré/Pedro Ré chegam a Portalegre com hipóteses de também chegarem ao título da Taça do Mundo, tendo como adversários o piloto da Arábia Saudita Abdullah Saleh Alsaif e o kuwaitiano Mshari Al-Thefiri, todos aos comandos de Can Am Maverick.

    Ainda em relação à Taça da Europa FIA de Bajas Cross Country, os espanhóis Santi Navarro e Jesus Fuster vão discutir o título da Categoria T3.

    E se os candidatos aos títulos da Taça do Mundo FIA de Bajas Cross-Country e da Taça da Europa FIA de Bajas Cross-Country são potenciais candidatos à vitória absoluta da Baja Portalegre 500, as mesmas aspirações têm os irmãos brasileiros Cristian e Marcus Baumgart (ambos em Toyota Hilux); os campeões nacionais em título, Tiago Reis/Valter Cardoso (Toyota Hilux); bem como João Ramos/Filipe Palmeiro (Toyota Hilux); os regressados Miguel Barbosa (Toyota Hilux Overdrive), Ricardo Porém (Mini Paceman Proto) e Hélder Oliveira (Volkswagem Amarok); ou mesmo Pedro Dias da Silva (VW Amarok), Alejandro Martins (Mini Cooper John Works Rally), André Amaral (Ford Ranger), entre outros.

    Uma referência, ainda, para as participações do treinador de futebol André Villas Boas (Toyota Hilux) e da paraguaia Andrea Lafarja, também conhecida pelas participações no Dakar, que alinha aos comandos de um Borgward BX7 DKR.

    Nas motos e nos quads, prossegue a luta pelo título nacional

    Nas motos, como penúltima prova do Campeonato Nacional Todo Terreno OPEN 2021, a Baja Portalegre 500 vai ser o palco de mais um duelo pelo título entre António Maio (Yamaha WR450F) e Gustavo Gaudêncio (Honda 250R). Os dois são candidatos à vitória, assim como o alemão Sebastian Bühler (Hero 450 Rally) vencedor das três últimas edições da Baja Portalegre 500, Luís Oliveira (Yamaha WR450) também ele vencedor da prova, Mário Patrão (KTM EXC 450) que, a exemplo de António Maio, soma seis subidas ao lugar mais alto do pódio, entre muitos outros pilotos.

    Também nos quads, a Baja Portalegre 500 vai ser o palco de um duelo pelo título absoluto do Campeonato Nacional, com Luís Engeitado e Luís Fernandes (ambos em Yamaha YFZ450R) com protagonistas. Entre outros, João Vale (Suzuki LTR450) é outro dos candidatos à vitória e ainda há a participação curiosa de três pilotos da Arábia Saudita.

    Nos SSV, não faltam candidatos à vitória

    Os espetaculares e competitivos SSV prometem animar a 35ª edição da Baja Portalegre 500. Quase uma centena vão apresentar-se à partida, com João Dias (acompanhado de João Filipe, em Bombardier Can-Am Maverick) a encabeçar a lista de favoritos, ou não tivesse sido ele o vencedor da edição 2020 da prova e o “campeão” em título da Taça do Mundo FIM de Bajas. Entre os principais adversários, estão nomes como os de João Monteiro, Pedro Carvalho, Gonçalo Guerreiro, Alexandre Pinto, Vítor Santos, Roberto Borrego, Lourenço Rosa, Pedro Grancha, os irmãos Pedro e Manuel Mello Breyner, Nuno Fontes, , Cristiano Batista, Marco Pereira, Hélder Rodrigues, entre outros. Uma referência, ainda, para o seis vezes campeão nacional de ralis, Armindo Araújo, que se estreia aos comandos de um SSV, depois de anteriores experiências em moto e automóveis.

  • Rali de Gondomar regressa este domingo vitaminado

    O Rali de Gondomar regressa este fim-de-semana às estradas gondomarenses e penafidelenses. Promovida pelo Gondomar Automóvel Sport (GAS), a prova, a desenvolver domingo, reúne a nata de pilotos e viaturas Campeonato Norte de Ralis e Desafio Kumho Portugal Asfalto.

    O Rali de Gondomar, sétima prova da temporada pontuável para o Campeonato Norte de Ralis e Desafio Kumho Portugal Asfalto, além da Prova Extra, é um dos eventos mais aguardados pelas equipas pela espetacularidade dos troços de asfalto na região de Gondomar, Paredes e Penafiel, mas também pelo entusiasmo do público que emoldura as especiais.

    Trata-se de factores essenciais que motivam as muitas equipas que vão poder ostentar as suas aptidões ao longo de sete provas de classificação, com duplas passagens por Talho do Povo (Branzelo), Sucatas David (S. da Boneca), Daro’s Malas (Ag. Sousa) e uma passagem por Cromoduro, Ld.ª (Covelo).

    O Rali de Gondomar é, efectivamente, uma prova muito específica, onde os pilotos, sobretudo os nortenhos, são normalmente os grandes favoritos, não só por conhecerem a prova, mas pela emoção que transmitem. O público é entusiasta e os pilotos procuram dar o seu melhor na luta pelo triunfo.

    A competição do Campeonato Norte de Ralis e Desafio Kumho Portugal Asfalto terá a projecção das edições anteriores, muito devido à responsabilidade do GAS que, todos os anos, injecta doses de sapiência no contexto organizativo, além de reforçar parcerias na renovação dos patrocínios.

    Com a cotação em alta, a prova, composta por uma etapa e duas secções, começa com a classificativa “Talho do Povo (Branzelo)”, na distância de 6,20 km, às 9h36, para repetir às 11h24. Ainda para o período matinal, as equipas visitam, por duas vezes, a especial “Sucatas David (Senhora da Boneca)”, na distância de 10,55 km, às 10h21 e 12h09.

    Após o reagrupamento no Multiusos de Gondomar, com a entrada do primeiro concorrente prevista para às 13h19, as equipas seguem para a segunda secção para cumprir dupla passagem por “Daro’s Malas (Ag. Sousa)”, com 9,05 km de extensão, às 15h30 e 16h56, e apenas uma visita pela especial de “Cromoduro, Ld.ª (Covelo)”, com 5,20 km, pelas 16h28.

    Com o quartel-general no Multiusos de Gondomar, a prova do GAS, disputada em pisos de asfalto, inicia-se no domingo nos territórios de Gondomar, Paredes e Penafiel, e terá 233,87 km no total, 56,80 dos quais disputados ao cronómetro, com partida às 8h30, estando prevista a chegada do primeiro concorrente ao pódio às 17h26. Uma excelente oportunidade de visitar a região de Gondomar, Paredes e Penafiel e sentir a adrenalina que pilotos e máquinas proporcionam.

    PROGRAMA

    DOMINGO (31 DE OUTUBRO)

    08h30 – Partida (Multiusos de Gondomar)

    09h36 –1.ª PEC – Talho do Povo 1 (Branzelo – 6,20 km)

    10h21 –2.ª PEC – Sucatas David 1 (S. da Boneca – 10,55 km)

    11h24 – 3.ª PEC – Talho do Povo 2 (Branzelo – 6,20 km)

    12h09 – 4.ª EC – Sucatas David 2 (S. da Boneca – 10,55 km)

    15h30 – 5.ª PEC – Daro’s Malas 1 (Ag. Sousa – 9,05 km)

    16h28 – 6.ª PEC – Cromoduro, Ld.ª (Covelo 5,20 km)

    16h56 – 7.ª PEC – Daro’s Malas 2 (Ag. Sousa – 9,05 km) 17h26 – Chegada ao Pódio

  • Marco Ferreira assina exibição forte no Rally de Lisboa

    Sempre muito rápido com o Citroen Saxo, Marco Ferreira só não garantiu uma presença no top dez  na edição inaugural do Rally de Lisboa devido a vários incidentes ao longo da prova.

    O Rally de Lisboa foi o palco para o regresso de Marco Ferreira e Edgar Gonçalves às lides competitivas. À partida da edição inaugural da prova, o piloto alentejano salientava que “o nosso ritmo poderá não vir a ser o melhor, uma vez que já não competimos há uns meses, mas estámos animados em fazer os primeiros quilómetros com o novo motor, e principalmente, fazer o troço de Montejunto e chegar à Super Especial em plena capital do país”.

    Mas o receio era infundado. Na 1ª PEC rubricaram logo o 11º tempo à geral e 3º das 2RM, mesmo tendo sentido que “não estava bem sintonizado com o Edgar e houve muitas hesitações da minha parte”.

    Mas, logo a seguir, na segunda especial, um despiste de uma equipa que os antecedia e que viria mesmo a provocar a neutralização do troço, provocou “o nosso primeiro susto do rali. Só conseguimos perceber que havia um acidente muito próximo do mesmo, numa direita cega e muito, muito suja, o que fez com que só conseguíssemos parar o Saxo a poucos centímetros da viatura acidentada. Apesar de ter tido oportunidade de lhes dizer pessoalmente no local, aproveito para desejar novamente uma rápida recuperação ao Rui Sousa e ao António Serrão”.

    Na especial seguinte, em Alenquer, Marco Ferreira e Edgar Gonçalves sentiram alguns problemas de travões na parte final do troço, baixando duas posições na tabela, reagindo logo de seguida, em Montejunto. Aqui e, apesar “da segunda metade do troço ser a descer e com zonas de 5ª velocidade, fomos ser rápidos e subimos um lugar na classificação”.

    A boa exibição até aí, motivava a equipa do Citroen Saxo para a mais longa especial da prova, com mais de 16 quilómetros. Partindo no 10º posto e apenas a 2,4 segundos do 9º lugar, Marco Ferreira partiu ao ataque e “estava a correr bem, até começarmos a sentir alguns problemas de motricidade. Mas o pior estava para vir pois, a cerca de 2 quilómetros do fim, numa zona muito encadeada e a descer, comecei a sentir o pedal de travão muito esponjoso e decidi levantar o pé. Contudo, mesmo assim, fizemos um pião quando, numa curva muito fechada, tive que puxar o travão de mão.  Depois, o motor de arranque não colaborou, e tivemos que empurrar o carro para conseguir ligá-lo e acabar o troço!”.

    E chegava o momento de saborear a Super Especial na Alta de Lisboa. A mesma era um dos pontos altos do Rally de Lisboa e “teria dado mais gozo, não fossem os problemas no carro e os pinos que tínhamos que contornar, mas valeu pela moldura humana que nos brindou com a sua presença, à semelhança de todos os outros troços do rali”.

    Mas, apesar de todos os incidentes, Marco Ferreira e Edgar Gonçalves mostraram, uma vez mais, toda a sua competitividade, terminando no 16º posto da geral, entre 48 concorrentes, sendo ainda quintos da classe.

    O resultado positivo deixou Marco Ferreira “satisfeito, sobretudo pelo andamento forte que demonstrámos. Queremos agradecer à Inside Motor, pela preparação e assistência neste rali, e dar os parabéns à organização e ao público que abrilhantou a prova. Um agradecimento especial à minha família, que esteve presente no rali a dar uma motivação extra, e aos nossos patrocinadores, que merecem uma prova assim, com toda esta envolvência e mediatismo”.

  • Ralicross/Kartcross de Castelo Branco fecha Campeonatos

    O Campeonato de Portugal de Ralicross encerra a temporada na Beira Baixa com a realização, entre 29 e 31 de outubro, do Ralicross de Castelo Branco. A ronda organizada pela Escuderia Castelo Branco marca o fim do campeonato e o Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco vai ser o palco das decisões.

    O circuito situado nas imediações da cidade albicastrense está praticamente pronto para receber as equipas que competem nas mais diversas categorias do Campeonato de Portugal de Ralicross. Serão várias as dezenas de inscritos, prontos a discutir as melhores posições. Nesta jornada, que fecha o calendário desta competição em 2021, muito se vai decidir.

    Das sete categorias que constituem o Campeonato de Portugal de Ralicross, quase todas ainda têm a classificação indefinida e ainda não se sabe quem são os campeões. É com este contexto que os concorrentes entram em competição. Ao longo do fim-de-semana, realizam-se cerca de duas dezenas de corridas que são, por hábito, muito disputadas e emocionantes.

    Pela primeira vez desde que a sociedade passou a viver numa realidade pandémica que o circuito vai receber público sem grandes constrangimentos. Como habitualmente, os sócios da Escuderia Castelo Branco têm entrada grátis, e os bilhetes terão o preço simbólico de 3 euros para sábado, 5 euros para domingo, ou o bilhete de fim de semana a custar 8 euros. Espera-se, por isso, muitos espectadores durante esta jornada.

    “É com grande entusiasmo que a Escuderia Castelo Branco volta a receber uma prova dos Campeonatos de Portugal de Ralicross e Kartcross. Sabemos que, como é a derradeira jornada da competição, que quase tudo se vai decidir. Esperamos, por isso, uma ronda extremamente disputada e interessante para os concorrentes e espetacular para o público. Existe uma paixão muito grande na cidade e na região pelo desporto automóvel e temos a certeza que, com menos limitações do que no último ano e meio, o Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco vai ‘assistir’ a um grande evento desportivo”, afirmou o diretor de prova, Miguel Ramos.

    PROGRAMA

    Sábado, 30 de outubro de 2021

    8h30 – 9h45 – Treinos Livres

    A partir das 10h30 – Treinos Cronometrados

    A partir das 11h30 – 1ª Corrida de Qualificação

    A partir das 15h30 – 2ª Corrida de Qualificação

    Domingo, 31 de outubro de 2021

    8h00 – Warm up

    A partir das 9h05 – 3ª Corrida de Qualificação

    A partir das 11h15 – 4ª Corrida de Qualificação

    14h30 – Meias-finais A e B

    15h30 – Finais

  • Fernando Barreiros sobe ao pódio no Rally de Cuenca

    Piloto continua na luta pelo título de campeão de Espanha da Classe T2. 

    Fernando Barreiros aos comandos de uma Isuzu D-Max e navegado por Sérgio Cerveira regressou às competições em Espanha tendo disputado este fim-de-semana o Rally TT Cuenca evento pontuável para o Campeonato de Espanha de Todo-o-Terreno, competição onde subiu ao pódio da Classe T2.

    “Foi uma corrida ingrata onde fomos no somatório do prólogo e dos três setores seletivos os mais rápidos entre os T2, mas uma infeliz penalização nos atirou para o 3º lugar. Relativamente ao derradeiro dia de prova temos ainda a lamentar um furo logo nos quilómetros iniciais que nos fez perder alguns minutos, mas não foi por isso que não conseguimos triunfar”, salientou Fernando Barreiros no final do Rally TT Cuenca.

    Com esta subida ao pódio Fernando Barreiros mantém-se na luta pelo título de campeão de Espanha T2 e vai disputar nos próximos dias 5 a 7 de novembro a Baja Lorca – Ciudad del Sol.

  • GT3 Cup: Francisco Carvalho vence segunda corrida em Jerez

    Francisco Carvalho levou de vencida a segunda corrida, este domingo, da quarta jornada da GT3 Cup, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, que ficou marcada por diversas penalizações (drive through), na sequência de “toques”, deixando caminho livre ao piloto da Guarda, sendo que, mesmo assim, Vasco Barros ainda foi segundo e Carlos Vieira terceiro. Fora dos pontos, na sequência de um desses episódios, ficou José Rodrigues.

    “Esta vitória caiu-me nas mãos, pois o meu carro, em termos de afinação, até estava inferior ao da primeira corrida. Lá na frente vi um toque entre o Vieira [Carlos] e o Rodrigues [José], o Barros [Vasco] destacou-se na liderança e de um momento para o outro só o vi entrar nas boxes. E eu lá segui à minha vida…”, comentava, no final, Francisco Carvalho ainda sem saber o que acontecera ao jovem piloto da VLB Racing. E este, pouco depois, antes de subir ao pódio pela conquista do segundo lugar final, interrogava-se: “Não faço a mínima ideia do motivo pelo qual levei um ‘drive through’”. A verdade é que Vasco Barros liderava a corrida tranquilamente, diante de Carvalho quando foi intimado a cumprir a penalização, conseguindo, apesar de tudo, concluir a corrida no pódio.

    Muito antes, logo na segunda das 14 voltas, já o “toque” de que foram protagonistas Carlos Vieira e José Rodrigues fizera “mossa”. Vieira largara da sexta linha da grelha – ao ser-lhe anulada a volta mais rápida na qualificação, por exceder os limites da pista – e rapidamente chegou aos lugares da frente. E foi quando terá tentado superar o líder José Rodrigues que tudo aconteceu. “Eu estava por dentro, ele [Rodrigues] tocou-me e fizemos os dois ‘pião’. Só que ele ficou lá e eu continuei, mas levei um ‘drive through’. A partir daí fiz a corrida possível”, explicava Carlos Vieira, terceiro classificado em termos absolutos.

    Na categoria AM, Francisco Cruz esteve sempre muito tranquilo na liderança, para confirmar uma vitória indiscutível. “Foi excelente, na minha estreia nesta pista e fora de Portugal. Travei uma batalha interessante com o Jorge Areia e este foi um triunfo bastante suado. Sinto-me super satisfeito com o resultado”, declarou Cruz, enquanto o segundo classificado da categoria, “Caetanovich”, pseudónimo de Nuno Caetano, não estava menos contente: “Direi que se tratou de uma experiência fantástica e houve muita civilidade à minha volta. Isto é muito giro. Gostei bastante, mas surgiram-me algumas complicações. Foram duas corridas numa…”. Em plano de destaque esteve também o ex-kartista René Quintaneiro, que subiu ao pódio como terceiro da categoria AM e confessava: “Estou sem palavras. Foi emocionante e aconteceram tantas coisas que ainda estou a ‘digeri-las’, mas estive sempre em evolução até ao final. E sabe sempre bem subir ao pódio e receber o ‘caneco’”.

    Mais uma vez, Jorge Areia dominou a categoria GD, fazendo o pleno em Jerez, mas para si a história teve contornos diferentes: “Imprimi um ritmo mais forte e rodei sempre nos lugares da frente, registando uma boa luta, a nível de geral, com o Francisco Cruz e no final ele levou a melhor. Para mim, o importante era somar um novo triunfo na categoria e isso deixa-me satisfeito”. Na segunda posição terminou Rui Silva, que subiu uma posição no pódio face à primeira corrida e fez, por isso, um comentário curioso: “Foi uma corrida livre e limpa e o resultado ficou à vista. Um bom arranque também ajudou bastante”. Igualmente satisfeito, José Rocha, terceiro entre os pilotos GD, referiu: “Acho que fiz uma boa corrida, houve alguns despiques com os adversários, mas tudo dentro das regras”.

    CORRIDA 2 (provisória)

    1º, Francisco Carvalho (PRO), 14 voltas

    2º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), + 10.317s

    3º, Carlos Vieira (PRO), + 22.847

    4º, Francisco Cruz (AM), + 26.262

    5º, Jorge Areia (GD), + 26.610

    6º, MDriving Racing Team, Caetanovich (AM), + 53.338

    7º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 59.695

    8º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), + 1.12.799

    9º, João Posser (AM), + 1.16.674

    10º, José Rocha (GD), + 1.20.224

    11º, Pedro Branco (GD), + 1.20.723

    12º, Diogo Rocha (AM), + 1.32.145

    13º, Álvaro Ramos (GD), + 1.59.960

    14º, José Oliveira (GD), a 1 volta

    15º, Revislogos/João Parreira (GD), a 6 voltas

    Volta mais rápida: Carlos Vieira (3ª), com 1.50.851

  • Pedro Silva vence Rally Resende Douro Verde e é campeão centro de duas rodas motrizes

    O jovem talento de Vila Velha de Rodão foi à prova do Targa Clube assinar a primeira vitória absoluta da sua carreira. Navegado, desta feita, por Roberto Santos, impôs-se ao local José Carlos Pouca Sorte e a Miguel Carvalho, que fecharam os restantes lugares do pódio.

    As desafiantes estradas de asfalto do concelho de Resende, na idílica margem sul do Rio Douro, corresponderam totalmente à expectativa dos pilotos do Campeonato Centro de ralis que responderam ao desafio da organização para virem estrear esta nova prova do calendário Centro de Ralis, numa jornada que contou ainda para o 4º Desafio Kumho Portugal.

    A prova foi dividida em dois dias, com a tirada inicial a decorrer na noite de sábado, numa dupla passagem pelos 11,61 kms da especial de Resende/Enxertado, que arrancava em pleno coração da sede do concelho.

    E já se sabe que nas especiais noturnas, o conhecimento profundo do terreno é um fator que poder ser fundamental, com uma dupla local a provar isso mesmo.

    Extraindo todo o potencial do seu potente BMW M3, Pedro Melo e Nicolau Rabaça “voaram” no troço inaugural e venceram com 11,6 segundos de vantagem sobre Pedro Silva e Roberto Santos, que colocaram o Peugeot 208 R2 no 2º lugar, na frente de mais uma equipa local, também com um Peugeot 208 R2, constituída por José Carlos Pouca Sorte e João Macedo, curiosamente pilotos mais habituais às provas de Montanha e que rodaram apenas 1,1 segundos mais lentos que o outro Peugeot.

    Mas Pedro Melo ficaria logo a seguir fora de qualquer luta pelo triunfo, não alinhando sequer para a segunda passagem, com problemas no BMW. Voltaria em “super rali” no segundo dia, tendo terminado a prova num bom 7º posto, após uma recuperação muito interessante.

    Dessa forma, Pedro Silva que aumentou o andamento na 2ª PEC, terminava a noite inicial no comando, com 30,0 segundos em relação ao Peugeot 206 GTi de Miguel Carvalho. Este, acompanhado por António Reis, saltava assim para o 2º lugar, a 35 segundos, por troca com José Carlos Pouca Sorte que deu um pequeno toque na especial, perdendo algum tempo e terminando esta primeira parte em 3º, a apenas uma décima de segundo de Carvalho.

    No dia final, a caravana enfrentou duas duplas passagens por Miomães/S. Romão (5,23 kms) e Canizes/S:Cristovão (7,96 kms), intervaladas por uma passagem única nos 9,07 kms de S. Martinho de Mouros/Paus.

    E José Carlos Pouca Sorte foi o homem em destaque. Em cinco especiais, o piloto de Resende venceu quatro, cabendo a Pedro Silva vencer a restante, embora seja justo salientar que se José Carlos Pouca Sorte atacou como só lhe restava fazer, Pedro Silva denotou estar sempre a controlar o andamento do adversário mais direto e geriu o farto avanço com que partiu para a etapa final, concluindo a prova com 18,4 segundos de vantagem, conquistando assim a edição inaugural do Rally de Resende Douro Verde e, naturalmente, vencendo ainda na Divisão 1 Kumho.

    Triunfo justo, numa prova que ficará para a sua carreira: Pedro Silva saiu de Resende com o título das duas rodas motrizes do CCR, a vitória nas contas finais da Divisão 1 do Desafio Kumho Centro e inscreveu no seu palmarés o primeiro triunfo à geral num rali.

    Já José Carlos Pouca Sorte entusiasmou os seus conterrâneos com o brilhante 2º lugar final. A estrear-se na condução do Peugeot 208 R2, revelou um andamento forte e consistente, merecendo a ovação da tarde na cerimónia de entrega de prémios.

    O pódio absoluto da prova foi um “assunto” reservado à marca francesa de Sochaux, já que encontrámos no 3º posto Miguel Carvalho que, como habitualmente, “espremeu” todo o sumo do 206 GTi, colocando no asfalto a sua já reconhecida rapidez e saindo de Resende com um pódio absoluto e a vitória na Divisão 2 Kumho. Exibição notável.

    A fechar o top cinco do rali, encontrámos no 4º lugar Hélder Cordeiro e Bruno Pereira, cada vezes mais rápidos e seguros com o BMW M3 e Paulo Correia e Tiago Amado, que voltaram a ser muito eficazes com o Renault Twingo R2 e asseguraram o 5º posto.

    Entre as catorze equipas que terminaram um rali onde a organização esteve exemplar, destaque para a presença de duas duplas femininas. Daniela Lopes e Soraia Silva levaram o seu Citroen Saxo Cup a um positivo 8º posto da geral, sendo quartas na Divisão 2 Kumho. Já Vera Cardoso e Tânia Machado asseguraram o 12º lugar, após uma prova sem erros com o Saxo.