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  • GT3 Cup: “Passeio” de Carlos Vieira na primeira corrida em Jerez

    Carlos Vieira esteve imparável, na manhã deste domingo, na primeira corrida da quarta jornada da GT3 Cup, no circuito de Jerez de la Frontera, ao deixar para trás toda a concorrência no final da primeira das 14 voltas e concluir as restantes em jeito de “passeio rápido”. No final, foi lacónico nas declarações: “Andei sempre a dar gás e claro que o objetivo era vencer a corrida”.

    A animação estava reservada para os dois restantes lugares do pódio, num duelo que de início teve Francisco Carvalho, José Rodrigues e Vasco Barros como protagonistas. O primeiro a ficar arredado desse despique foi aquele último, sem dúvida um dos grandes animadores da corrida desde o arranque, mas o melhor estava reservado para depois, com Carvalho e Rodrigues a ultrapassarem-se mutuamente mais do que uma vez, para esse tira-teimas se desfazer com a meta à vista.

    “Passei o Francisco Carvalho na última volta, por fora, na chicane, conquistando um segundo lugar muito importante para as contas do troféu. Mas não foi uma corrida fácil, dada a luta travada também com o Vasco Barros, o que me levou a perder tempo para o Carlos Vieira, cada vez a destacar-se mais lá na frente”, referiu o segundo classificado, enquanto Francisco Carvalho se dava apor satisfeito, face às circunstâncias da corrida: “Consegui chegar a segundo e depois fui-me embora, mas na terceira volta cometi um erro, tive uma pequena saída e o José Rodrigues aproveitou para se chegar perto. Travámos uma luta interessante e ele passou-me na última volta. Parabéns!”.

    Na categoria GD, Jorge Areia destacou-se dos adversários para segurar um triunfo tranquilo, como comentou: “Apanhei um valente susto na primeira volta, quando o Alexandre Martins fez um ‘pião’ à minha frente, fazendo-me lembrar o sucedido em Portimão. A partir daí procurei fazer uma corrida tranquila numa pista difícil, adotando um ritmo mais moderado e sem pensar na classificação geral”.

    João Parreira, o segundo classificado da mesma categoria, não deixava de se revelar satisfeito com o desfecho da sua prova, mas lembrava: “De início consegui rodar junto do Jorge Areia e do José Barros, mas a partir do momento que fiquei com problemas de travões limitei-me a gerir a corrida e manter a minha posição”. Rui Silva conquistou o último lugar do pódio, destacando a dureza da corrida: “Posso dizer que estou satisfeito, mas foi uma corrida dura, pois um dos meus adversários diretos estava bastante agressivo, mas quanto ao resto tudo bem…”

    Luís Rocha dominou a categoria AM, ao assumir o comando na primeira volta, altura em que Alexandre Martins fez um “pião” e caiu para os últimos lugares. “A partir do momento em que tal [pião] aconteceu, só me restava tentar recuperar o maior número de lugares possíveis e concluir a corrida, mas não foi de todo fácil”, contava Martins, que ainda conseguiu ser sétimo da classificação geral e segundo da categoria, cujo vencedor tinha muitas razões para se sentir feliz:

    “Foi uma vitória fantástica. Andei sempre ao ritmo do Jorge Areias, que tem muito mais experiência do que eu, e o meu objetivo era ser primeiro na categoria. Portanto, só posso estar satisfeito…”. O piloto mais jovem (16 anos) da GT3 Cup, José Barros, cada vez mais adaptado ao Porsche 911, fechou o pódio da categoria AM, conquistando ainda o 9º lugar absoluto, mas o resultado soube-lhe a pouco…

    “Fiz um ótimo arranque e depois impus o meu ritmo, mas nas últimas 2/3 voltas o motor começou a falhar um pouco e isso custou-me uma posição. De qualquer modo, estou muito satisfeito com a minha evolução”.

    CORRIDA 1 (oficiosa)

    1º, Carlos Vieira (PRO), 14 voltas

    2º, José Rodrigues (PRO), + 12.959s

    3º, Francisco Carvalho (PRO), + 13.195

    4º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), + 14.489

    5º, Jorge Areia (GD), + 59.105

    6º, Luís Rocha (AM), + 1.01.318

    7º, Alexandre Martins (AM), + 1.21.052

    8º, Revislogos/João Parreira (GD), + 1.35.208

    9º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), + 1.38.845

    10º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), + 1.42.767

    11º, José Rocha (GD), + 1.43.440

    12º, João Vieira (GD), + 1.50.897

    13º, Pedro Branco (GD), a 1 volta

    14º, MDRiving Racing Team, Afonso Vaz (AM), a 1 volta

    15º, Miguel Caetano/João Posser (GD), a 1 volta

    16º, José Oliveira (GD), a 1 volta

    Melhor volta (3ª): Carlos Vieira, com 1.50.512

  • GT3 Cup: Vieira e Rodrigues com “histórias diferentes na qualificação em Jerez

    Carlos Vieira e José Rodrigues vão partir, este domingo, do primeiro lugar da grelha para as duas corridas, no circuito espanhol de Jerez de La Frontera, de uma quarta jornada da GT3 Cup que se prevê de elevadíssimo nível competitivo, a avaliar pelos resultados de cada uma das qualificações, que tiveram histórias bem distintas.

    Na primeira qualificação, manhã bem cedo, Vieira e Rodrigues, os únicos a baixarem do segundo 50, ficaram separados por 0.144s, o que diz bem do equilíbrio de andamentos e se o primeiro, autor da “pole”, lamentava, por ultrapassar os limites da pista, terem-lhe anulado o tempo de uma volta ainda abaixo de 1.49.50, o seu rival confessava ter sido prejudicado por Luís Rocha (“ele até já me pediu desculpa…”, referia) naquela que seria a “volta perfeita”. O terceiro mais rápido foi o estreante em Jerez Vasco Barros, enquanto Alexandre Martins, quarto a nível absoluto, se afirmava como o mais rápido entre os pilotos da categoria AM, ao deixar Luís Rocha a uma diferença confortável.

    Pelo meio surgiam o “consagrado” Francisco Carvalho (5º), que lamentava ter “cometido uma série de erros” e ainda Jorge Areia, o melhor da categoria GD, face a João Parreira. E ainda no “top 10”, em termos absolutos, qualificou-se o jovem (16 anos) José Barros, a revelar uma crescente adaptação ao Porsche 911. Pior sorte teve João Vieira, que devido a problemas de embraiagem não conseguiu completar uma volta, enquanto a falha de motor do carro de Luís Rocha o levou a fazer dupla com o seu irmão Diogo, quando tinha previsto, como já sucedera no Estoril, correr “a solo”.

    Já ao início da tarde, tudo se passou de forma distinta, na sequência de três interrupções (bandeira vermelha) – duas para retirar carros das escapatórias e uma para limpeza de óleo na pista – e ainda da anulação de alguns “cronos” para quem excedeu os limites da pista. Neste capítulo, o mais penalizado acabaria por ser Carlos Vieira que assinou a sua volta mais rápida (pole) mesmo no final, passando para a frente de José Rodrigues, o qual antes das duas últimas paragens também viu ser-lhe retirada uma volta rápida. Só que ainda dispôs de tempo para conseguir outro bom registo (1.51.488), exatamente o que lhe veio a garantir a “pole position” e largar em primeiro na segunda corrida de domingo.

    Privado da sua melhor (e única) volta rápida (1.51.347), Vieira acabou por cair, na classificação provisória desta segunda qualificação, para 15º (2.01.365), o que o levará a partir da oitava fila da grelha. Seguramente que não vai ter uma tarefa fácil no circuito andaluz para recuperar posições ao longo das 14 voltas da corrida.

    QUALIFICAÇÃO 1

    1º, Carlos Vieira (PRO), 1.49.570

    2º, José Rodrigues (PRO), 1.49.714

    3º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.51.649

    4º, Alexandre Martins (AM), 1.51.797

    5º, Francisco Carvalho (PRO), 1.52.202

    6º, Jorge Areia (GD), 1.52.852

    7º, Luís Rocha (AM), 1.53.155

    8º, MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), 1.53.395

    9º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 1.53.890

    10º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.54.570

    11º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.54.619

    12º, MDRiving Racing Team, Caetanovich (AM), 1.54.863

    13º, José Rocha (GD), 1.56.517

    14º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.56.810

    15º, Miguel Caetano/João Posser (GD), 1.57.596

    16º, Pedro Branco (GD), 1.57.736

    17º, José Oliveira (GD), 2.05.176

    18º, João Vieira (GD), st

    QUALIFICAÇÃO 2 (provisória)

    1º, José Rodrigues (PRO), 1.51.488

    2º, Francisco Carvalho (PRO), 1.52.602

    3º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.52.632

    4º, Francisco Cruz (AM), 1.53.583

    5º, Jorge Areia (GD), 1.55.000

    6º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 1.56.253

    7º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.56.378

    8º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.56.823

    9º, MDriving Racing Team, Afonso Vaz (AM), 1.57.516

    10º, MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), 1.57.556

    11º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.57.595

    12º, Diogo Rocha (AM), 1.59.208

    13º, Pedro Branco (GD), 1.59.498

    14º, José Rocha (GD), 1.59.942

    15º, Carlos Vieira (PRO), 2.01.365

  • GT3 Cup: Carlos Vieira o mais rápido nos treinos livres em Jerez de la Frontera

    Carlos Vieira foi, esta sexta-feira, o piloto mais rápido nos treinos livres da quarta jornada da GT3 Cup, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, ao averbar o tempo de 1.49.605, batendo por 336 centésimas o registo de José Rodrigues, o seu grande rival neste troféu monomarca com os Porsche 911.

    Nas duas sessões de treinos para adaptação ao traçado do circuito andaluz, a superioridade foi repartida entre aqueles dois pilotos, primeiros classificados na categoria PRO e que estão separados por uma diferença de 12 pontos, favorável a Vieira. Na primeira saída para a pista, Rodrigues conseguiu 1.49.941, contra 1.51.088 do líder da GT3 Cup, com Vasco Barros, um estreante em Jerez, a conquistar o terceiro melhor registo (1.55.246).

    “Só corri aqui uma vez, em 2016, com o Honda Civic TCR, um carro muito diferente do Porsche, e por isso agora preparei-me o melhor possível antes de vir para cá, até treinei no simulador”, confessou Rodrigues, enquanto o seu adversário revelava uma grande tranquilidade: “Já competi nesta pista três ou quatro vezes e gosto do traçado. Ainda não meti pneus novos e acredito que conseguirei melhor o meu tempo…”. E a verdade é que Vieira subiu para o patamar do seu mais direto competidor no segundo treino, com Francisco Carvalho a ser o autor do terceiro melhor “crono” da sessão.

    Na categoria AM, Luís Rocha e Francisco Cruz dividiram o primeiro lugar, ainda que o melhor “crono” ficasse na posse deste último, enquanto na categoria GD Jorge Areia foi sempre o mais veloz, primeiro face a Rui Silva e depois em relação a João Parreira.

    Sábado, as duas sessões de qualificação para as corridas de domingo disputam-se, respetivamente, às 9h00 e às 15h10.

    As duas corridas podem ser acompanhadas em direto neste link:

    https://www.facebook.com/gt3_cup_portugal-102555911921098/?ref=page_internal

    TREINOS LIVRES 1

    1º, José Rodrigues (PRO), 1.49.941

    2º, Carlos Vieira (PRO), 1.51.088

    3º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.55.246

    4º, Luís Rocha (AM), 1.55.521

    5º, Francisco Carvalho (PRO), 1.55.571

    6º, Jorge Areia (GD), 1.55.830

    7º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.57.066

    8º, Diogo Rocha (AM), 1.57.999

    9º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.58.354

    10º, João Vieira (GD), 1.58.501

    11º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 1.59.066

    12º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.59.262

    13º, MDRiving Racing Team, Caetanovich (AM), 2.00.570

    14º, José Rocha (GD), 2.01.158

    15º, Pedro Branco (GD), 2.01.862

    16º, Miguel Caetano/João Posser (GD), 2.04.012

    17º, José Oliveira (GD), 2.18.174

    MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), st

    Alexandre Martins/Francisco Cruz (AM), st

    TREINOS LIVRES 2

    1º, Carlos Vieira (PRO), 1.49.605

    2º, José Rodrigues (PRO), 1.50.628

    3º, Francisco Carvalho (PRO), 1.52.827

    4º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.53.139

    5º, Jorge Areia (GD), 1.53.340

    6º, Francisco Cruz (AM), 1.53.472

    7º, Luís Rocha (AM), 1.55.541

    8º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.55.826

    9º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.56.099

    10º, MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), 1.56.277

    11º, João Posser (AM), 1.57.397

    12º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.57.969

    13º, MDriving Racing Team, Afonso Vaz (AM), 1.58.054

    14º, Pedro Branco (GD), 2.00.516

    15º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 2.01.009

    16º, José Rocha (GD), 2.01.061

    17º, Álvaro Ramos (GD), 2.07.439

    18º, José Oliveira (GD), 2.13.550

  • Marco Ferreira está de volta no Rally de Lisboa

    O piloto do Citroën Saxo mostra-se entusiasmado por estar presente na prova com epicentro na capital. A “montada” francesa estará à partida  do rali com um novo motor e após uma profunda revisão.

    Já ia longa a ausência de Marco Ferreira e do seu Citroen Saxo das lides competitivas. Ausente em Portimão, o piloto de Santiago do Cacém vai agora regressar este fim-de-semana no Rally de Lisboa, tendo a seu lado Edgar Gonçalves e sente-se “muito contente por regressar. Fazer ralis como fazemos, de forma amadora, com a ajuda de amigos, podem, naturalmente, acontecer situações em que não conseguimos ter o carro pronto a tempo, e foi o que aconteceu, pois, a profunda revisão que fizemos exigiu mais tempo do que pensávamos”.

    O piloto salienta “o excelente trabalho feito pela nossa equipa. Vamos estrear um motor novo, preparado pelo Ricardo Campos (Rickypower) e pelo André Pires (XPower), o que nos deixa muito animados para este e para os próximos ralis”.

    Apesar de ser uma prova extracampeonato, o Rally de Lisboa atrai a equipa do Citroen Saxo: “foi uma prova que quisemos logo fazer após termos conhecimento da mesma. Fazer os troços de Montejunto, por exemplo, já percorridos por grandes pilotos de craveira mundial, é um motivo de grande motivação. Ainda para mais prevê-se que seja uma prova com uma projeção mediática importante, e com muito público, pelo que o entusiasmo é grande”.

    Quanto à projeção para o rali, Marco Ferreira realça que “este rali é muito diferente dos ralis que fazemos normalmente no Campeonato Sul de Ralis. A prova é constituída por seis troços e uma super especial percorridos apenas uma vez. Obviamente, dificultou, sobretudo ao nível dos reconhecimentos e da distância das ligações, mas esperamos estar à altura e concluir a prova com um bom resultado, apesar da lista de inscritos ser longa e recheada de bons pilotos e máquinas”. Marco Ferreira deixa ainda um convite ao público para “aparecer no Parque das Nações, junto à praça Sony, onde estaremos integrados na estrutura de assistência da Inside Motor, e onde todos poderiam assistir à apresentação das equipas de rali”.

  • Cláudio Batista de volta aos ralis em Resende para se divertir

    Depois de uma temporada dedicada à montanha, o piloto de Fafe, que será acompanhado pelo navegador Pedro Santana, regressa às provas de estrada para ‘matar saudades’ e divertir-se, sem a pressão do resultado, uma vez que não está a disputar o Campeonato Centro de Ralis.

    Após uma época em que procurou ganhar experiência no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com o DS3 R1 da Sucesso Automóvel, Cláudio Batista repete a incursão pelas estradas que este ano também fez em Mesão Frio, desta feita para disputar a prova que marca o regresso do Targa Clube à organização de ralis.

    “O ano na Montanha correu dentro das expetativas, pois a intenção era claramente ganhar experiência disputando todo o campeonato. E agora, em fim de ano vou repetir aquilo que fiz no Rali de Mesão Frio muito por influência de alguns amigos”, começa por dizer Cláudio Batista.

    O piloto fafense diz que não vai “com o objetivo de atingir determinado resultado. Acima de tudo pretendo divertir-me, sabendo que possuo um carro com alguns argumentos. Mas insisto que quero sobretudo usufruir. Vou sem pressão nenhuma, pois não estou a disputar o Campeonato Centro de Ralis”. O contrário sucede com o seu navegador, Pedro Santana, que tem estado envolvido nesta competição.

    Sobre o Rali de Resende, Cláudio Batista mostra-se algo prudente: “Pelos reconhecimentos que fiz este é um rali algo perigoso, sobretudo em condições adversas. É uma prova muito exigente tecnicamente. Claro que, em termos de segurança, seria melhor que fosse disputado sob boas condições meteorológicas, mas se chover pode favorecer o meu carro, dada a potência do mesmo. Mas acima de tudo vou sem estabelecer objetivos precisos. Espero que me corra bem. Mas vou sem a pressão de obter determinado resultado. Acima de tudo quero divertir-me”, acrescenta o piloto da Sucesso Automóvel, que vai ser navegado por Pedro Santana com quem tem vindo “a trabalhar muito ao longo deste ano, sobretudo melhorando as notas de andamento e fico feliz por finalmente o ter como navegador numa prova”.

    O Rally Resende Douro Verde arrancará em termos competitivos no coração do município. Pelas 19.05 horas de sábado, 23 de outubro, a primeira equipa enfrentará a passagem inicial pelos 11,61 kms da especial de Resende/Enxertado, cuja segunda passagem acontecerá às 20.50, concluindo-se aí a jornada inicial contra o cronómetro.

    No domingo, 24 de outubro, a caravana do Campeonato Centro de Ralis terá pela frente mais duas duplas passagens pelos troços cronometrados de Miomães/S. Romão (5,23 kms) e de Canizes/S:Cristovão (7,96 kms), intervaladas por uma passagem única nos 9,07 kms de S. Martinho de Mouros/Paus. Serão assim 58,67 quilómetros de especiais numa prova desafiante que terá o seu epílogo às 15.10, com a cerimónia de entrega de prémios, frente à Câmara Municipal de Resende.

  • C. Santos com presença global no Salão Automóvel Híbrido e Elétrico

    A Sociedade Comercial C. Santos tem uma presença global na quinta edição do Salão Automóvel Híbrido e Elétrico (SAHE), que se realiza entre hoje (dia 22) e domingo (dia 24) no Centro de Exposições da Alfândega do Porto. O concessionário Mercedes-Benz e smart promoveu já hoje um seminário, mas, sem surpresa, o destaque vai para as viaturas 100% elétricas e híbridas plug-in, de passageiros e de mercadorias, em exposição e disponíveis para test-drive.

    O porta-estandarte do stand da Sociedade Comercial C. Santos no SAHE é o novo EQS, que se estreia em salões automóveis nacionais e com o qual a Mercedes-EQ redefine o segmento dos executivos de luxo 100% elétricos. Com autonomias de até 770 km (WLTP) é o estado da arte em termos de tecnologia: destaque para o MBUX Hyperscreen, um ecrã curvilíneo de grandes dimensões que se prolonga praticamente desde um pilar A ao outro.

    As atrações da Sociedade Comercial C. Santos no Centro de Exposições da Alfândega do Porto não se ficam por aqui. Estão ainda expostos os 100% elétricos EQC e EQA, híbrido plug-in A 250e, além dos modelos smart EQ fortwo e forfour. Realce ainda para a estreia dos veículos comerciais 100% elétricos da Mercedes-Benz Vans no evento da Alfândega do Porto, com a exposição do eVito Tourer. Para test-drive (sujeito a disponibilidade e marcação) estão disponíveis o eVito Furgão, em termos de vans, e smart, EQA e EQS, no que aos modelos de passageiros se refere.

    Mesa-redonda discute mobilidade elétrica

    Além dos automóveis elétricos e eletrificados expostos e disponíveis para condução, a presença da Sociedade Comercial C. Santos no SAHE estende-se à discussão desta temática, fulcral para o desenvolvimento automóvel e da mobilidade das populações no presente e nos próximos tempos. Com efeito, realizou-se na tarde desta sexta-feira a mais recente edição das SocTalks, conversas da Sociedade Comercial C. Santos, integrada no programa oficial de conferências do SAHE.

    Com o tema “Mobilidade elétrica – uma perspetiva global”, contou a presença de especialistas de várias áreas do automóvel e da mobilidade: Helena Braga, investigadora e professora da FEUP (está a desenvolver soluções inovadoras de baterias), José Couto, presidente da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (deu uma perspetiva nem sempre discutida do impacto da eletrificação nesta indústria exportadora), Manuel Reis, membro da direção e um dos fundadores UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos, e Rui Vieira, responsável pela área da mobilidade elétrica na Galp. A conversa foi moderada pelo jornalista Pedro Prata, editor da Green Future Magazine. A este leque de convidados juntou-se Aquiles Pinto, relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos.

  • Rali Vidreiro: Adruzilo Lopes soma e segue a triunfar!

    Adruzilo Lopes e Paulo Silva foram até à região Oeste dar aos pneus Kumho mais uma vitória, a quinta que conquistam nesta temporada. A dupla do Mitsubishi lancer EVO IX venceu e convenceu, triunfando em todas as especiais de classificação do rali. No 4º Desafio Kumho Portugal, Pedro Silva levou o seu Peugeot 208 R2 VTi a uma vitória sem contestação na Divisão 1, com Isaac Portela a rubricar mais um triunfo na Divisão 2.

    Adruzilo Lopes e Paulo Silva chegaram ao fecho do Rali Vidreiro com mais de meio minuto de vantagem sobre os concorrentes mais diretos, depois de rubricarem uma exibição robusta que os levou a vencer as quatro classificativas que o Rali Vidreiro tinha para a prova reservada ao Campeonato Centro de Ralis. É a quinta vitória da temporada para a equipa aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO IX equipado com pneus Kumho, distribuídas por ralis disputados no Norte e no Centro de Portugal.

    Nas lides do 4º Desafio Kumho Portugal, os triunfos nas duas divisões nunca estiveram em causa, com duas equipas a dominarem os acontecimentos.

    Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva voltaram a ser muito eficazes aos comandos do Peugeot 208 R2 VTi e registaram mais um triunfo descansado na Divisão 1. A dupla registou o 6º lugar absoluto e o 4º nas duas rodas motrizes, comandando a tabela pontual deste campeonato particular nas contas do CCR, onde poderá dar mais um título aos pneus Kumho. Ilídio Gameiro e Fábio Bento levaram o belo Lancia Delta Integrale 16V a mais um pódio na divisão, conquistando o 2º posto e recolhendo mais uma boa quantidade de pontos para os desafios organizados pela ASR Tyres.

    Já Isaac Portela e Duarte Susano também domaram a seu belo prazer a “batalha” da Divisão 2. Triunfos em todas as especiais, são a prova de um andamento muito forte e que os levou ainda ao 4º lugar da geral e 2º entre os 2RM. A dupla do Citroen C2 R2 está a protagonizar um fecho de época ao mais alto nível.

    Nesta divisão, foi intensa a batalha pelo 2º posto protagonizada por duas equipas. José Dinis e Jorge Ferreira voltaram a ser endiabrados com o BMW 320i e acabaram por reclamar o posto, enfrentando forte oposição por parte de Frederico Monteiro e Paulo Santos. Estes assinaram uma prova imaculada, sempre muito rápidos no Peugeot 206 GTi, coroada com o 3º lugar e respetiva presença no pódio final da Divisão 2.

    De volta aos bons resultados está a equipa formada por Fábio Santos e Ricardo Sismeiro. Com uma temporada muito atribulada, os leirienses do Citroen Saxo aproveitaram a prova às portas de casa para ganhar ritmo e o seu andamento levou-os a um positivo 4º posto.

    Exibição de fino recorte foi assinada por Manuel Alves e António Coelho. Como sempre, o seu andamento rápido no BMW 320i foi acompanhado pela nota artística própria dos carros bávaros com tração traseira, a caminho do excelente 5º lugar final. Atrás deles, Viana Martins e Gonçalo Palmeira colocaram o Renault Clio 3 RS no 6º posto.

    Depois de ter passado a maior parte da prova a lutar por um posto no top 5, Hélder Cordeiro e Bruno Pereira foram afetados por problemas no diferencial do BMW M3, já no último troço cronometrado, caindo para um inglório 7º lugar.

    Vítor Silva e Carlos Batista foram oitavos com o Citroen Saxo Cup, enquanto Vítor Matias e Vítor Hugo matias levavam o BMW 318i ao 9º posto final.

    A fechar o top dez encontrámos João Gago e Carlos Morgado, num BMW 316, cabendo à dupla formada por Tomé Patrício e Fábio Cardoso, em BMW 318i, a 11ª posição. Atrás da dupla, Tomé Patrício/Fábio Cardoso (BMW 318i) e Bernardo Santo/Magno Bonifácio (Peugeot 306 S16) reservaram, respetivamente, a 12ª e a 13ª posição.

    Daniela Lopes e Soraia Silva continuam a sua progressão e registaram mais um resultado. Levaram o Citroen Saxo ao 14º lugar final na Divisão 2. Por seu lado, Tiago Passadouro e Jorge Bregieira tiveram um rali cheio de vicissitudes, incluindo uma penalização, que os atirou para o 15º lugar. Já Ana Coelho e Mariana Figueiroa lograram terminar a prova, depois de estarem sempre muito sólidas a tripular o Peugeot 106 que coloram no 16º lugar.

    No campo das desistências, Vítor Gomes e Marco Vilas Boas foram vítimas de com problemas de alternador e direção no Peugeot 306 GTi, enquanto António Almeida e Pedro Henriques ficavam sem travões atrás e sofriam um ligeiro despiste, mas sem conseguir repor o BMW 325 na estrada. Por seu lado, Pedro Antunes e Pedro Lopes foram forçados a abandonar numa ligação com problemas de diferencial no BMW E30.

    Mas uma das histórias desta jornada Kumho foi a que protagonizou Agostinho Antunes. Aos 68 anos de idade, o pai do preparador Nuno Antunes, fez a sua estreia nos ralis, ao volante de um Renault 5 GT Turbo e navegado por Pedro Colaço. Andou bem, mas um ligeiro despiste forçou o estreante a deixar precocemente o Rali Vidreiro. Ficamos à espera de mais!

    O 4º Desafio Kumho Portugal continua já no próximo fim-de-semana com o Rali Resende Douro Verde, também a contar para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.

  • Eletrónica trai Fernando Teotónio no Rali Vidreiro Centro de Portugal

    O piloto do Fundão teve uma prova muito ‘sofrida’ por via dos problemas sentido no Mitsubishi da Macambi, mas mesmo assim assegurou o segundo lugar no grupo RC2N e dessa forma manteve-se na liderança da tabela pontual a uma jornada do fim do campeonato.

    A dupla do Macambi Racing Team formada por Fernando e Luís Morgadinho não contava conhecer tantas dificuldades na prova do Clube Automóvel da Marinha Grande, uma vez que tinha procurado acautelar todas as condições para sair da região Oeste com mais uma vitória entre os RC2N. Mas bem cedo começaram os problemas no Mitsubishi Lancer EVO X, que se foram agravando com o decorrer do rali.

    “Começamos bem. O carro teoricamente parecia muito bem, mas infelizmente o carro de manhã foi perdendo potência. Em cada quilómetro que fazia estava pior, chegando mesmo ao fim praticamente ‘ao empurrão’ para terminar o rali”, começa por referir o piloto do Macambi Racing Team.

    Teotónio lamenta o sucedido, “que ocorreu devido ao que aconteceu durante a semana, porque a Motec não tinha centralinas para aquele carro, devido à crise que há no setor das peças automóveis (semicondutores). Eles enviaram-nos uma usada para fazer este rali. Mas ao que parece o ‘software’ não era igual”.

    Tal provocou problemas e, apesar “da Domingos Sport ter feito todos os esforços que estavam ao seu alcance – incluindo construir um ‘mapa’ novo, nada nos correu bem. E o carro até parecia estar a trabalhar bem, mas o que é certo é que o Lancer foi perdendo potência ao longo de todo o dia e fez-nos perder bastante tempo”, explica o piloto beirão.

    Mais tarde pendeu uma penalização, que se deveu a uma circunstância infeliz, pois segundo o piloto do Fundão, ao que tudo indica “havia muitos pilotos a reconhecer os troços na sexta-feira. Houve alguém que foi para os troços observar quem lá estava. Quando saímos de casa e passamos em Pombal o troço ficava no nosso caminho para a Marinha Grande para ver se estava sujo, pois tínhamos treinado só no domingo. E ‘apanhamos por tabela’, quando não tínhamos culpa nenhuma. Fomos ‘apanhados’ com uma fotografia e tudo. Fomos chamados ao colégio de comissários. Não desmentimos que tínhamos lá passado e só nos resta evitar situações idênticas no futuro”, acrescenta Fernando Teotónio, que promete não ‘baixar os braços’ para a derradeira prova da época, o Rali de Mortágua.

    Com este 2º lugar entre os RC2N, Teotónio e Morgadinho juntaram mais 20 pontos ao seu pecúlio e continuam “na luta pelo título. Lideramos com 3 pontos de avanço sobre o mais direto rival e vamos ter de ir para Mortágua com o pensamento na vitória de modo levar os nossos objetivos até ao fim!”.

  • Rally Resende Douro Verde é novidade absoluta no calendário do Centro

    O Targa Clube volta às lides organizativas da modalidade e leva para a estrada este novo rali, dedicado em exclusivo ao plantel do Campeonato Centro de Ralis, contando ainda para o 4º Desafio Kumho Asfalto, Centro e Norte.

    Será o primeiro evento de ralis que a agremiação portuense realizará, após um interregno de vários anos. E o Targa Clube decidiu que esta edição inaugural do Rally Resende Douro Verde não vai ter “prova extra. O Rali será integralmente dedicado a todos quantos participem no âmbito da regulamentação do Campeonato Centro de Ralis. Quisemos que todos quantos se esforçam para participar nesse campeonato, incluindo aqueles que também estão inseridos no 4º Desafio Kumho Portugal fossem os protagonistas deste nosso regresso à organização de provas de estrada”, salientou Fernando Batista, presidente do histórico clube nortenho.

    Para o dirigente, a escolha de Resende como centro desta nova aposta é fácil de defender: “já tínhamos Resende em mente há muito tempo. E de facto aqui há condições magníficas para realizar uma prova desta natureza, e quando as pessoas têm força de vontade tudo se concretiza. Viemos encontrar uma grande recetividade junto do município e na pessoa do seu presidente, Garcês Trindade e temos plena convicção de que vamos apresentar um rali que vai agradar a todos”. Fernando Batista apontou também a importância que o automobilismo pode desempenhar para a promoção de uma região como a do Douro intermédio, onde se insere Resende.

    Já o autarca de Resende, Garcez Trindade, destacou a forma como o Targa Clube se empenhou na prova e na tradição que a região tem no desporto motorizado: “Basta ver que as perícias que temos tido no concelho. E a ideia é que a tradição se mantenha, pois é um polo dinamizador do turismo e da economia local”.

    O Rally Resende Douro Verde arrancará em termos competitivos no coração do município. Pelas 19.05 horas de sábado, 23 de outubro, a primeira equipa enfrentará a passagem inicial pelos 11,61 kms da especial de Resende/Enxertado, cuja segunda passagem acontecerá às 20.50, concluindo-se aí a jornada inicial contra o cronómetro.

    No domingo, 24 de outubro, a caravana do Campeonato Centro de Ralis terá pela frente mais duas duplas passagens pelos troços cronometrados de Miomães/S. Romão (5,23 kms) e de Canizes/S:Cristovão (7,96 kms), intervaladas por uma passagem única nos 9,07 kms de S. Martinho de Mouros/Paus. Serão assim 58,67 quilómetros de especiais numa prova desafiante que terá o seu epílogo às 15.10, com a cerimónia de entrega de prémios, frente à Câmara Municipal de Resende.

  • Nuno Araújo conquistou Top 5 memorável no ‘Europeu’ de Rallycross

    Foi simplesmente sublime a prestação do piloto da ENI/EQS Racing Team na prova portuguesa do EURORX3 que se disputou em Montalegre, ao ser o único português a atingir a final e a terminá-la entre os cinco primeiros, depois de dois dias e que revelou um andamento sempre entre os melhores e uma visão tática sem erros.

    Tão cedo Nuno Araújo não vai esquecer o fim-de-semana que teve na pista transmontana. Rubricou um desempenho de luxo para uma estreia nas ‘andanças’ europeias para o piloto de Penafiel, diante de adversários muito experientes e nada mais nada menos que mais cinco Audi A1 da categoria principal do ‘Europeu’, para além, é claro, da presença da ‘nata’ dos portugueses a ‘militar’ no rallycross nacional.

    E o Audi A1 S1600 do ENI/EQS Racing Team esteve impecável e permitiu-lhe extrair o potencial para alcançar os melhores resultados possíveis, face a uma concorrência fortíssima, que nunca ‘dorme em serviço’.

    Logo nos treinos Nuno Araújo foi o quinto mais rápido, anunciando o tipo de ‘estragos’ que poderia realizar na concorrência. E depois de ter sido 10º na primeira qualificação, foi quinto na Q2, terminando o primeiro dia em Montalegre dando indicações que tinha tudo para brilhar na jornada decisiva de domingo.

    Aí, veio ao de cima uma segurança cada vez mais evidente e, depois de assinar um sétimo posto na Q3, assinou uma corrida sem qualquer erro na Q4, terminado a fase de qualificação com um fabuloso 2º lugar, permitindo pensar que iria à sua meia-final com reais possibilidades de disputar um lugar entre os seis pilotos que teriam direito a estar na corrida de todas as decisões entre os pilotos do Euro RX3.

    E assim foi. O arranque foi sem mácula e, mercê de uma boa estratégia em relação ao ‘timing’ para fazer a ‘Joker Lap’, a que adicionou um andamento endiabrado, Nuno Araújo terminaria a semifinal no 3º lugar, o que o colocou entre os apurados para a final, levando os milhares de espetadores portugueses ao rubro. Após terminar esta fase, Nuno Araújo anão escondia que estava “muito contente. Conseguimos atingir a final. Penso que a equipa está de parabéns. Conseguimos algo com que os portugueses se orgulhassem, sobretudo os que estão a assistir em massa a esta magnífica prova no Circuito Internacional de Montalegre. Agora vamos dar tudo na final!”.

    Na corrida decisiva, assinou um arranque limpo e chegou ao fim da reta junto aos outros cinco pilotos, todos eles entre os melhores do campeonato, disputando a travagem para a primeira curva com coragem e “músculo”. O penafidelense conseguiu ‘saltar’ para o quinto posto, que manteve até final, tornando esta sua estreia inesquecível, tornando-se num dos dois únicos portugueses a terminar no top cinco uma prova do ‘Europeu’ de Rallycross (ERX3).

    “O resultado foi ótimo. Estivemos entre os melhores da Europa”, considerou no desfecho Nuno Araújo que disse ter “aprendido bastante” com os adversários estrangeiros: “foi uma porva muito importante para a minha evolução como piloto. Rodar no meio destes pilotos e perceber que não só têm um andamento excecional, como sabem utilizar os seus carros mesmo no limite, permitiu-me ganhar mais ritmo e confiança. Este 5º lugar deixa-nos felizes e é um prémio, quer para mim, quer para a equipa, que esteve ao mais alto nível. Depois de alguns altos e baixos durante esta época, acho que merecíamos estar na final e atingir este excelente resultado que nos dá mais motivação para continuar a evoluir”.

    Nuno Araújo e o ENI/EQS Racing Team viram agora agulhas para as duas provas nacionais que faltam realizar na época de 2021. Serão ambas em Castelo Branco, com a primeira a fechar as contas do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta. A pista albicastrense recebe depois a Taça de Portugal de Ralicross.