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  • Resultado em Lousada não fez justiça ao andamento de Jorge Machado

    O piloto de Lousada está determinado em alcançar a vitória na ultracompetitiva da Divisão Super 1600 na prova que se disputa em sua ‘casa’ no próximo fim-de-semana, dando seguimento às exibições e resultados de topo que tem assinado em 2021.

    Não terminou da maneira que Jorge Machado queria a penúltima prova do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta. O piloto viveu um autêntico carrossel no Ralicross Lousada “Sempre Verde, Sempre Jovem” – Circuito 2, mercê dos já habituais e constantes incidentes próprios do muito “músculo” presente na supercompetitiva Divisão S1600.

    Muito rápido desde as sessões de treinos, o craque lousadense, que comparecia “em casa” muito motivado para continuar na luta para consolidar a sua posição cimeira no campeonato, esteve muito forte nas mangas de qualificação, que concluiu em segundo.

    Sólido na sua semifinal, Jorge Machado acabaria por ser uma das vítimas da carambola na primeira curva da Final, sendo forçado a levantar o pé e vendo-se num inglório quinto posto, de onde já não sairia.

    Para o consagrado piloto lousadense, este foi “um fim de semana com misto de emoções. Se durante as mangas estivemos na luta pelos lugares cimeiros, finalizando no segundo posto nas contas do campeonato, já na final a carambola da partida não nos permitiu lutar pelos lugares cimeiros . Mesmo assim conseguimos acabar no quinto posto e ganhar pontos aos nossos mais diretos adversários”.

    O piloto abandonou o Eurocircuito da Costilha “triste pelo resultado final, mas minimamente satisfeito por ter conquistado mais alguns pontos pela luta pelo pódio final do campeonato. Agora, foco em Castelo Branco para selar as contas do 2º lugar!”.

  • Joaquim Rino viveu intensamente a sua estreia no Masters

    A participação na 4ª edição do FIA Hill Climb Masters marcará para sempre a já longa e bem-sucedida carreira do piloto de Porto de Mós. Fazer parte da delegação portuguesa e rodar entre mais de centena e meia dos melhores pilotos do mundo foram motivação extra para uma exibição de bom nível aos comandos do BRC B49 Evo com as cores da Articimentos e cuidado pela FR Power.

    Nunca seria o mais importante, mas fica aqui o registo: no maior e mais competitivo evento internacional de Montanha que Portugal jamais viu acontecer dentro de fronteiras, Joaquim Rino rubricou uma exibição sólida e competente, terminando a bordejar o top dez do seu grupo, perante a oposição de pilotos de renome, com protótipos cujo nível de competitividade é obviamente muito alto.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Ao longo do fim-de-semana, o piloto da Articimentos foi sempre melhorando o ritmo e os tempos, sendo de destacar que as marcas alcançadas e a forma como atacou ao longo do traçado denota que Joaquim Rino está cada vez mais confiante na sua relação com o novo BRC B49 EVO, considerando que “o BRC esteve impecável. O Rui Ferreira e a FR Power escolheram uma excelente afinação para a Falperra e senti-me sempre à vontade para rodar a fundo”.

    Foi um fim-de-semana “memorável. Senti uma emoção tremenda por poder fazer parte da delegação nacional e ter experienciado todos os momentos deste evento sem igual. Da parada inicial aos dois dias em que competimos perante dezenas de milhares de espetadores, foi um fim-de-semana incrível. Esta foi mesmo a melhor forma de terminarmos a época e fiquei muito feliz por partilhar este momento com a minha família, a minha equipa, todos os colegas da delegação e com o público”. O consagrado “senador” da Montanha realça ainda “o orgulho que todos sentimos pela magnífica organização que o evento teve, demonstrando que Portugal está mais do que preparado para receber algo com esta incrível dimensão. Parabéns ao CAM e à Família da Montanha!”.

  • António Rodrigues orgulhoso da seleção e com missão cumprida no Masters

    A “Bala do Douro” viveu um fim-de-semana inesquecível. A correr pela primeira a vez na Falperra, contribuiu para o Top 8 da Seleção Nacional na Taça das Nações, rodando sempre forte na sua primeira internacionalização ao serviço de Portugal.

    https://youtu.be/N7QKHtv2oWQ

    António Rodrigues jamais esquecerá a sua estreia no FIA Hill Climb Masters. O craque de Santa Marta de Penaguião integrou a Seleção Nacional que disputou a Taça das Nações, incluída nesta 4ª edição da mais importante prova mundial de Montanha.Para ele, este foi “um fim de semana cheio de emoções. Inesquecível. Desde a Parada Oficial de sexta-feira, que foi um momento arrepiante, com a multidão que viveu a festa connosco e com todas as delegações, até aos dois dias de competição, este será um momento que jamais esquecerei!”.

    Para “Bala do Douro”, os 2970 metros do traçado encurtado da Falperra eram “território virgem. Uma vez mais, tive de enfrentar um traçado pela primeira vez e logo frente a muitos e bons adversários que conheciam muito melhor a pista. É uma rampa muito rápida e muito técnica e seriam necessários mais algumas subidas para eu poder ser ainda mais rápido. Não vejo hora de aqui estar em 2022 para a poder fazer com o traçado total. Adorei!”.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Aos comandos do BRC CM05 Evo preparado pela FR Power, o agora internacional português que normalmente defende as cores da NJ Racing e da Lusimed, utilizou os treinos de sábado para melhorar o sue conhecimento do traçado e, nas três subidas oficiais de prova de domingo, tentou ser o mais regular possível, para poder dar o melhor contributo à equipa lusitana.

    No final e ficando mesmo à porta do top dez do seu Grupo, António Rodrigues sentia-se “com um sentimento de missão cumprida, mas queria que a classificação da taça das Nações tivesse outro desfecho. No entanto, este 8° lugar, a 659 milésimos da seleção vencedora é uma diferença pequena, que mostra o quanto competitivo foi. Toda a equipa se empenhou. O nuno, nosso capitão, foi incansável e a Daniela, o Sérgio e o Parcídio estiveram fantásticos!”, considerando António Rodrigues que “daqui a dois anos, na próxima edição, a nossa Seleção vai mais experiente, mais preparada, independentemente de quem venha a ser convocado. Se voltar a ter essa honra, vou dar o meu máximo para tentarmos a vitória”.

    Deste Masters, António Rodrigues leva sobretudo “para além da emoção competição, a felicidade de ter feito parte de uma festa única e o orgulho por ter experimentado grande companheirismo entre pilotos, capitão, família, público e os nossos apoiantes. Foi único!”.

  • Em Lousada a rapidez de Sérgio Dias voltou a ser parada pelo infortúnio

    A jornada na sua terra natal era uma oportunidade para o piloto do Renault Twingo S1600 voltar aos resultados de que é capaz. Uma falha mecânica deitou as suas justas aspirações por terra.

    O Eurocircuito da Costilha recebeu a penúltima prova da época 2021 do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta. Sérgio Dias apresentava-se à partida do evento lousadense com reais aspirações a levar o seu Renault Twingo S1600 aos lugares cimeiros da supercompetitiva Divisão S1600, de onde tem estado arredado por uma “série negra” que tem enfrentado praticamente desde o início do ano competitivo.

    E o fim-de-semana até começou bem com Sérgio Dias a conseguir rodar entre os melhores nos treinos e nas mangas de qualificação. Mas, já na sua semifinal, o craque de Lousada viu o Renault Twingo ter um pequeno problema mecânico que o retirou da luta pela presença na final.

    Foi, nas palavras do piloto lousadense “um balde de água fria que nos deixou muito abatidos. Não foi o nosso melhor fim de semana. Sabíamos que a concorrência estava forte, mas cedo verificamos que tínhamos andamento para poder estar na discussão das posições de topo. Lutamos arduamente, mas o problema que surgiu impossibilitou-me tirar o máximo partido do nosso Twingo”.

    Não mais restou do que “ficarmos pelas semifinais, mas não baixamos os braços e no próximo fim de semana iremos dar o nosso melhor no Europeu de RX3 em Montalegre”, estando o piloto de Lousada com ambição de “tudo fazer para tentar atingir as semifinais e, aí, dar tudo para almejar a proeza de chegar à corrida decisiva”.

  • Parcídio Summavielle honrou as cores de Portugal no Masters

    O piloto de Fafe mostrou-se honrado por ‘vestir’ as cores nacionais no FIA Hillclimb Masters, mas sente que poderá dar ainda mais à seleção nacional. Promete voltar e com melhores condições para obter outros resultados.

    https://youtu.be/KJeeHuNdyKY

    Parcidio Summavielle adorou a experiência internacional que viveu na Falperra, que o surpreendeu a vários níveis, nomeadamente pela dimensão, mas também pelo ambiente. Apesar de gostar de obter algo melhor do que o já muito positivo 5º lugar no seu grupo.

    “Foi um orgulho. A moldura humana que tivemos. Tínhamos saudades de ver tanta gente ao longo da pista. Foi um enorme prazer”, começa por referir o piloto de Fafe, que sai deste FIA Hillclimb Masters com “o sentimento de dever cumprido. Uma enormíssima felicidade. Mas também aquela sensação de ser a primeira vez e não saber bem para o que vínhamos. E acho que temos de preparar isto melhor e que poderemos almejar a conseguir para Portugal muito mais do que este já positivo 8º posto na Taça das Nações”. Parcídio Sumavielle enfatizou ainda que “é óbvio que todos nós nos envolvemos muito nisto, sobretudo o Nuno Guimarães, que está de parabéns. Ele foi incansável. Pessoalmente confesso que fui apanhado um pouco de surpresa. Não tinha a noção que esta competição tinha esta dimensão. Sabia que era uma festa, mas não desta dimensão”.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    O piloto fafense tem a certeza de que “da próxima vez vamos honrar melhor as cores do nosso país. Fico com uma vontade imensa de regressar. Por força das minhas funções tenho estado em vários momentos do automobilismo em Portugal, mas confesso que nunca tinha vivido nada como isto”. Para Summavielle pode falar-se de uma ‘família europeia da montanha’, à imagem do que sucede no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group: “Completamente. Na montanha em Portugal somos uma família, e agora provou-se que a nível europeu também somos uma família. Somos seguramente, de todas as disciplinas do automobilismo, a família mais unida”.

    O piloto-edil admite que numa próxima edição do FIA Hillclimb Masters vai estabelecer objetivos em termos de resultados. “Talvez tenha sido nisso que falhei um bocado. Por força da minha vida profissional comecei a preparar isto na quarta-feira anterior. Devia ter preparado muito mais cedo”, explica. Parcídio diz que o Renault Clio “estava bom, mas tinha pneus velhos. Já não consegui arranjar pneus novos para a frente e isso condicionou o meu andamento. Tentei concentrar-me no mais importante, que era fazer duas subidas muito próximas. Não ajudei tanto a seleção como podia ter ajudado. E tenho a noção que podia chegado dois segundos mais à frente e também que podia ter ficado mais alto no pódio do grupo. Seguramente teríamos podido chegado ao quarto ou mesmo ao terceiro lugar”, remata Parcídio Summavielle.

  • Joaquim Teixeira assinou exibição positiva no Masters

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso cumpriu os objetivos a que se propunha na sua segunda participação no FIA Hillclimb Masters, honrando as cores nacionais face a uma concorrência fortíssima, ou não estivessem presentes os melhores pilotos europeus de Montanha.

    A Falperra foi ‘pequena’ e ao mesmo tempo ‘grande’ para receber uma moldura humana incrível que aplaudiu os ‘bravos do pelotão’ desta competição muito especial criada há poucos anos pela Federação Internacional do Automóvel, e que visitou terras lusitanas pela primeira vez na sua história. Depois da experiência de Gubbio (Itália), Joaquim Teixeira era um dos representantes nacionais no evento e não deixou os seus créditos por mãos alheia.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Sempre aos comandos do Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso, o piloto transmontano deparou-se com uma concorrência equipada com máquinas muito superiores e mesmo assim tentou o melhor resultado no Grupo 1, onde alinharam mais de seis dezenas de concorrentes.

    “O fim-de-semana correu dentro das expetativas que tinha”, começa por dizer Joaquim Teixeira em jeito de balanço, frisando: “Não me posso esquecer que estava a lutar com os melhores da Europa. Mesmo assim o meu objetivo era fazer o melhor possível na categoria 1, e mesmo assim acabei por ficar em 25º entre 62 concorrentes. E também tentei o melhor possível dentro do Grupo 3, onde fui sétimo a uns milésimos de segundo do sexto lugar”. O piloto transmontando assume que “era impossível chegar a viaturas como os Mitsubishi ou aos Ford Fiesta ‘tubolares’ que por lá andavam, com motores muito potentes. Acho que comparativamente, sobretudo no domingo, fiz bons tempos, muito semelhantes a esses carros mais potentes”.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Mas a prova não era só competição, e Joaquim Teixeira não esquece também o fator social deste evento. “Acima de tudo a prova valeu pelo convívio. Foi o segundo ano consecutivo numa prova do Masters. Não só eu, mas acho que todos os participantes portugueses estiveram num bom nível”, sublinhou. Para o piloto que também é dirigente da APPAM, foi “uma satisfação participar. Tentei fazer o melhor possível, retribuir a todos os que nos estiveram a apoiar com uma boa exibição em pista. E penso que foi importante a nossa participação”.

    E Joaquim Teixeira diz que a forma como tudo decorreu o deixou satisfeito. E remata: “Tenho de agradecer à minha família, que esteve presente durante todo o fim-de-semana, bem como aos dois mecânicos que me entregaram a viatura nas melhores possíveis”.

  • Peugeot Sport celebra 40 anos de inovação e de sucesso

    A PEUGEOT Sport celebra 40 anos de idade. Nascida em outubro de 1981, então como Peugeot Talbot Sport, tornar-se-ia, anos mais tarde, PEUGEOT Sport, estando sempre envolvida, com paixão e sucesso, em todos os circuitos e estradas do planeta, nos grandes campeonatos e nos eventos mais lendários. Pioneira, a equipa de competição francesa tem colocado em ação as máquinas mais extremas e os pilotos mais emblemáticos.

    Desde 1895, quando alcançou a vitória na Paris-Bordeaux-Paris, naquela que foi a primeira corrida cronometrada do mundo, a Marca sempre considerou o desporto como um acelerador de progresso. Com o mais recente PEUGEOT 9X8 e o programa Hypercar para o Campeonato de Endurance (WEC) da FIA, a PEUGEOT Sport entra na sua quinta década com a ambição de acrescentar novas vitórias à sua grande aventura desportiva, que representa, na perfeição, a sua busca pela excelência e a partilha de emoções.

    As estatísticas podem ser, por vezes, pouco mais do que simbólicas, mas não há como fugir ao facto de que a Peugeot Sport colheu muito mais vitórias extraordinárias do que o número de anos que se passaram desde sua criação em outubro de 1981, testemunhando a qualidade contínua desta estrutura e a solidez da sua estratégia desportiva. “O desporto é um laboratório tecnológico excecional para os automóveis”, refere Linda Jackson, Diretora Geral da PEUGEOT. “É um formidável acelerador da investigação e do progresso. Na nossa marca é essencial para o desenvolvimento dos nossos automóveis e para os nossos futuros planos de mobilidade. Estes 40 anos da PEUGEOT Sport são um sucesso, uma fonte de orgulho e, sobretudo, uma base para as nossas realizações atuais e, acima de tudo, do futuro. É este património que guia o nosso futuro.”

    Criada por Jean Todt, a Peugeot Talbot Sport, mais tarde PEUGEOT Sport, produziu modelos lendários, como os inesquecíveis PEUGEOT 205 T16, 405 T16, 206 WRC, 306 Maxi, 905 ou, mais recentemente, os PEUGEOT 908, 208 T16 Pikes Peak, 2008 DKR, 3008 DKR e 208 WRX, todos eles antecessores do já revolucionário PEUGEOT 9X8. Integrado no coração da estratégia de eletrificação da PEUGEOT, este último representa a ligação profunda entre as equipas de competição e de design.

    Em campeonatos nacionais e mundiais, bem como em eventos lendários, as mulheres e os homens da Peugeot Sport estiveram, nos últimos quarenta anos, à altura de cada desafio que se lhes apresentou, transmitindo a sua paixão e profissionalismo, dois valores essenciais que continuam a inspirar as equipas atuais.

    No retrovisor da PEUGEOT Sport estão imagens espetaculares e históricas dos vários títulos no Campeonato do Mundo de Ralis ou, mais recentemente, do Campeonato do Mundo de Rallycross, os sucessos nas Etapas do Dakar, em épocas diferentes, vitórias nas 24 Horas de Le Mans ou na “corrida das nuvens” em Pikes Peak, bem como outras nos mais diversos circuitos franceses, para além dos pódios alcançados na Fórmula 1, como fornecedor de motores.

    Em 40 anos, a equipa conquistou:

    • 5 títulos de Construtores no Campeonato do Mundo de Ralis (1985, 1986, 2000, 2001 e 2002);
    • 4 títulos de Pilotos no Campeonato do Mundo de Ralis (Timo Salonen, Juha Kankkunen e Marcus Grönholm, este por duas vezes);
    • 3 títulos de Pilotos e Construtores no Intercontinental Rally Challenge (2007, 2008 e 2009);
    • Títulos em Campeonatos Nacionais de Ralis em múltiplos países; em Portugal, a PEUGEOT sagrou-se 6 vezes Campeã de Marcas (1997, 2001, 2002, 2007, 2008 e 2009) e alcançou 7 títulos de Campeã de Pilotos (Adruzílo Lopes em 1997, 1998 e 2001, Miguel Campos em 2002 e Bruno Magalhães em 2007, 2008 e 2009);
    • 3 vitórias nas 24 Horas de Le Mans, em 1992 com a equipa Yannick Dalmas / Derek Warwick / Mark Blundell, em 1993 com Christophe Bouchut / Eric Helary / Geoff Brabham, e em 2009 com o trio Marc Gene / David Brabham / Alex Wurz;
    • 3 vitórias na subida vertiginosa de Pikes Peak, em 1988 (Ari Vatanen), 1989 (Robby Unser) e 2013 (Sébastien Loeb),
    • Títulos em Campeonatos de Superturismo, incluindo um dos mais prestigiados, na Alemanha, com o 406 (Laurent Aïello),
    • 7 vitórias no Rally Dakar (1987 com Ari Vatanen, 1988 com Juha Kankkunen, 1989 e 1990 com Ari Vatanen, 2016 e 2017 com Stéphane Peterhansel e 2018 com Carlos Sainz),
    • 1 título do Campeonato do Mundo de Rallycross em 2015.

    Para conduzir estas máquinas, que tantas vezes deixaram a sua marca nas suas épocas e nas suas disciplinas, os pilotos puderam sempre confiar nas equipas de competição conscientes, rigorosas, combativas e inovadoras da PEUGEOT. Ao conceber e executar estes programas, em ralis, em rally-raids e em circuitos espalhados por todo o mundo, foram elas as responsáveis por elevar – e por continuar a fazê-lo – os valores da marca PEUGEOT. Entre este grupo de líderes de pessoas destacam-se alguns grandes nomes, tais como Jean Todt, Corrado Provera, Jean-Pierre Nicolas, Bruno Famin, etc., cuja enorme determinação foi sempre a mesma, reunir as equipas, inovar, inspirar e procurar vencer.

    Com o desporto automóvel tão enraizado no ADN da marca, todos os programas da PEUGEOT Sport foram criados para refletir uma visão ou uma estratégia tecnológica do fabricante francês, em áreas como segurança, performance, consumos, eletrónica, assistência à condução, novas energias, etc.

    Atualmente, a eletrificação incorporada no programa Hypercar com o PEUGEOT 9X8 no Campeonato WEC da FIA e nas 24 Horas de Le Mans simboliza os planos da PEUGEOT para a mobilidade de amanhã. Simultaneamente contribui para os trabalhos de pesquisa, enquanto os pilotos testam e trazem novas ideias, para benefício dos condutores, num ciclo virtuoso entre as pistas e as estradas.

    O 40º aniversário que a PEUGEOT Sport celebra este mês de outubro, embora seja um marco importante, é apenas um passo na longa estrada de descobertas, experiências e aventuras enriquecedoras que ainda estão para vir.

  • EFC Rally Team com dupla aposta no Vidreiro

    É já na próxima sexta-feira, dia 15 e sábado, 16 de outubro que a EFC Rally Team volta à competição. Será no asfalto da Marinha Grande que as duplas Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Tânia Cuco / Helena Maia se voltam a juntar à partida de mais um rali.

    É com a motivação no máximo que estas duas equipas se preparam para a competição, nesta que será a terceira participação de Ernesto Cunha e segunda de Tânia Cuco na prova da Cidade do Vidro: “A Marinha Grande é a minha cidade em todos os aspetos e o Vidreiro é o meu rali. Apesar de apenas ter uma participação completa nesta prova, tenho uma boa expectativa e sei que será uma excelente organização do CAMG. Tenho convicção que conseguiremos um bom resultado”, começa por referir Ernesto Cunha.

    Após um excelente resultado no Campeonato Nacional de Ralis 2RM e Campeonato Europeu de Ralis em Fafe, Ernesto Cunha e Rui Raimundo planeiam uma prova sem pressão na Marinha Grande: “Depois de dois segundos lugares consecutivos no CPR 2RM, sabemos o trabalho que temos pela frente no Vidreiro e o objetivo é manter este lugar. O ritmo que temos está alinhado com esta posição e não vamos aventurar-nos com ambições desmedidas”.

    Já Tânia Cuco reforça o desejo de voltar a este rali e desfrutar de todas as emoções inerentes: “Correr aqui tem um valor acrescentado por ser na nossa cidade. Depois de apenas termos conseguido concluir um dos troços na edição do ano passado, procuramos chegar ao final da prova e viver toda a adrenalina e ambiente do rali em pleno.”

    Tânia Cuco e Helena Maia chegam à prova com ritmo afinado depois de uma participação no Rali de Santo Tirso e estão focadas numa preparação rigorosa para que que o desenrolar dos troços do Vidreiro seja o mais suave possível.

    Será com uma especial na zona de São Pedro de Moel que o rali arranja na tarde de sexta-feira. Os pilotos terão pela frente um conjunto superior a 96 quilómetros de troços cronometrados.

  • Pódio absoluto para Rui Rijo em Portimão!

    Vai ficar para sempre na memória do piloto da PoolShop Algarve a terceira prova da temporada do Campeonato Sul de Ralis. Autor de uma exibição de nível superior, Rui Rijo alcançou o 2º lugar da geral e venceu de forma clara a Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal.

    Rui Rijo e Miguel Luz protagonizaram aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO VIII MR da PoolShop Algarve uma exibição a rondar a perfeição na edição 2021 do Rali de Portimão, jornada número três do Campeonato Sul de Ralis.

    Ao longo das cinco especiais da prova que também contava para os Desafios Kumho Sul e Asfalto, a dupla demonstrou um andamento muito forte, que lhes permitiu mesmo assinar uma vitória à geral na 4ª PEC e rubricar sempre tempos dentro dos primeiros nas restantes especiais. Além disso, dominaram a seu belo prazer as lides da Divisão 1 Kumho. No final, a subida ao pódio na 2ª posição absoluta da prova e o triunfo entre os Kumho foram as recompensas justas da “faena” de alto nível que Rijo e Luz almejaram colocar no rali, de fio a pavio da contenda.

    No rescaldo do rali, Rui Rijo estava “muito feliz e com o resultado. Pódio absoluto, vitória nos Kumho e um triunfo à geral numa especial é algo fantástico. Tivemos um andamento muito engraçado. Melhorámos muito os tempos ao longo das diversas passagens pelos troços. Eu e o Miguel estamos cada vez mais entrosados e considerámos que temos muita margem de progressão. Vão ter que contar connosco nos próximos ralis na discussão dos lugares da frente!”.

    O Rali de Portimão foi a primeira prova em que Rui Rijo e Miguel Luz montaram pneus Kumho de um composto mais macio. Para o piloto foi uma “aposta ganha. Reconheço que vínhamos com algumas reticências, mas cedo acabaram. O composto destes Kumho é espetacular e foram um aliado precisos para este resultado magnífico. Parabéns à Kumho!”. Agora, Rui Rijo assume que “este resultado em Portimão foi muito importante pelos pontos que recolhemos. ficamos com ainda mais ganas de ir para as provas finais com claro foco na vitória entre os Kumho e ficar no pódio absoluto do Campeonato Sul de Ralis”.

    Mas o calendário da dupla da PoolShop Algarve poderá não se limitará ao calendário do CSR. Rui Rijo revela que “estamos prontos para mais ralis. A única limitação é que de momento só temos o EVOIII MR, pois vendemos o EVO VI. Este ano deveremos tentar pelo menos ir uma vez ao centro, talvez a Resende. Em 2022 então sim, queremos um calendário mais ambicioso, de âmbito nacional”.

  • A Classic GP- Pre 1986 fez sonhar no Autódromo do Estoril

    Os apaixonantes monolugares de Fórmula 1 que marcaram a história da modalidade ao longo de várias gerações, centraram atenções no Estoril Classics 2021. Modelo shistóricos, pilotados outrora por grandes campeões, como Nigel Mansell, James Hunt ou Keke Rosberg mostraram no Autódromo do Estoril que o tempo só os engrandece. São máquinas com decorações emblemáticas da época, potentes motores com mais de 500cv e uma sonoridade invejável que continuam a marcar e a fazer vibrar os apaixonados adeptos do desporto automóvel.

    Numa grelha preenchida com modelos distintos, como o Lotus 91, Williams FW08C, Mclaren M24, Surtees TS16, March 811 ou Ligier JS11/15-04, e de diferentes anos – 1971 a 1983 -, a emoção dos Classic GP (Pre-1986) estava garantida. Depois da fantástica corrida de ontem, onde o Mclaren M24 do britânico Michael Lyons cruzou a linha de meta em primeiro lugar, hoje a pulsação voltou a subir, com a decisiva corrida do fim de semana.

    Ao sinal verde os belíssimos monolugares deram início a uma corrida espetacular. Partindo da frente, Steve Brooks impôs um andamento forte desde início, permitindo ao seu Lotus 91, um modelo que conheceu maior sucesso pelas mãos de Nigel Mansell, ganhar alguma vantagem. No segundo posto, Mark Hazell colocava um dos modelos construídos por Frank Williams, neste caso o Williams FW08C.

    A atenção do público centrou-se na luta pelo terceiro lugar, com uma disputa entre o Ligier JS11/15-04 do Francês Mister John of B e o Surtees TS16 do Belga Marc Devis, uma réplica do grande duelo protagonizado pelos mesmos pilotos no sábado. Modelos de potências e características diferentes que seguiram colados durante grande parte da prova, levando ao limite as mecânicas dos seus carros e fazendo recordar as épocas em que militavam no Campeonato do Mundo de Fórmula 1. Até que o azar bateu à porta do piloto belga que por problemas mecânicos foi obrigado a encostar o seu Surtees.

    Com vários monolugares históricos em pista, como o Surtees TS16 que outrora foi pilotado por José Carlos Pace e Derek Bell, nos anos 70, o Matra MS120 utilizado também na década de setenta, ou o Trojan T103, único exemplar existente com que o Tim Schenten disputou oito Grandes Prémios no mundial de F1 de 1974, reviveram-se grandes tempos da competição automóvel. No final a classificação não sofreu mais modificações onde a luta pelo terceiro lugar e sobretudo a sonoridade de cada máquina foram os maiores motivos de atração.

    O Estoril Classics 2021 foi um fim de semana em que os fantásticos Fórmula 1 das décadas de 70 e 80 regressaram ao Circuito do Estoril para deleite de todos os que assistiram em direto ao Live Stream das corridas e às entrevistas com os principais protagonistas.

    Um evento que deixa Diogo Ferrão, responsável da Race Ready, muito satisfeito: “Conseguir trazer fantásticos 14 F1 ao nosso país, num ano difícil onde as viagens internacionais são complicadas é uma vitória. Foi um enorme desafio, mas o balanço é extremamente positivo. Tivemos excelentes corridas e demos a possibilidade ao público de assistir à distância de toque. Foi uma iniciativa de muito sucesso e que esperamos repetir. Para o ano sem pandemia e sem limitações de publico…. Esperamos conseguir fazer ainda melhor!”.