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  • Uma honra para Parcídio Summavielle defender as cores de Portugal no Masters

    Sem dúvidas de que o FIA Hillclimb Masters se trata de uma festa de final de temporada para a ‘família’ da Montanha, o piloto de Fafe confessa a enorme responsabilidade que é ser um dos escolhidos para representar Portugal da na Taça das Nações, competição por países integrada no evento do próximo fim-de-semana na Falperra.

    Parcidio Summavielle está consciente de que a prova que no sábado e no domingo leva até à Falperra os melhores pilotos de montanha da Europa será um momento muito especial do ano, pois reveste-se de características bem diversas daquelas que viveu esta época no Campeonato de Portugal de Montanha.

    O piloto de Fafe vê a sua participação na 4ª edição do FIA Hill Climb Masters também com um evento “de celebração e de festa, que a FIA criou. Com um caráter muito diferente do habitual. Acho que vai ser um momento único de convívio e que muito prestigiará Braga e o nosso país”.

    Parcídio Summavielle foi um dos quatro convocados para fazer parte da Seleção nacional que defenderá as cores lusitanas na Taça das Nações incluída neste FIA Hill Climb Masters.Esta escolha representa para ele “uma enorme honra. Fiquei muito emocionado quando soube que tinha sido selecionado para representar Portugal e tudo farei para merecer a confiança do nosso capitão Nuno Guimarães. A minha abordagem à prova obedecerá quer à estratégia que ele defina, quer à necessidade de ser o mais eficaz e regular para fazer três subidas oficiais de prova sem falhas e sempre com o foco em igualar o tempo referência que vou estabelecer na primeira. Vou precisar de ser muito rápido, mas também muito regular”, assinala o piloto edil de Fafe.

    Parcídio Summavielle vai alinhar com o Renault Clio R3 com que competiu no Campeonato de Portugal de Montanha, uma vez que essa é uma obrigação regulamentar. “Quando nos inscrevemos no Masters temos que fazer a prova com a viatura com que fazemos o campeonato ao longo da época. Estou muito confiante pois o carro está bem preparado e dá-me garantias de que vou poder dar tudo em prol de Portugal. O que importa é o resultado da nossa Seleção Nacional.!”, explica.

    O consagrado piloto nortenho remata lembrando a dimensão deste FIA Hill Climb Masters: “São 160 inscritos. Uma competição de dimensão internacional. Por isso vai ser um fim-de-semana muito, muito especial para todos nós!”. Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início na tarde de sexta-feira, com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga. O Sábado será reservado a três subidas de treinos e o Domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • Joaquim Teixeira vê no Masters mais um desafio que quer superar com sucesso!

    Naquela que é a sua segunda participação consecutiva no FIA Hill Climb Masters, Joaquim Teixeira assume o orgulho que sente por uma vez mais, estar presente na mais importante prova internacional de Montanha. É com o espírito combativo e confiante nas capacidades de todos os outros portugueses participantes que o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso encara a prova, sobre a qual fala também na sua qualidade de presidente da APPAM.

    Joaquim Teixeira não é um novato nestas ‘andanças’ europeias, e por isso sente-se muito bem na sua ‘pele’ em vésperas deste FIA Hillclimb Masters. “Esta é mais uma prova internacional. Não se trata da minha estreia, porque já participei no Masters em 2018 e fiz provas em Tenerife e em Santo Emiliano”, lembra sem, no entanto, deixar de enfatizar que “é sempre com um orgulho imenso que encaramos a nossa presença num evento deste gabarito. Desta feita, os objetivos serão diferentes e passarão por tentar lutar pela melhor classificação possível, quer na Categoria 1, quer no grupo 3. O que não será nada fácil, atendendo ao facto de que irão estar os melhores pilotos a nível europeu”.

    Pouco tempo depois de ter renovado o seu título na Divisão Turismos 3 e o pódio absoluto na Categoria Turismos, depois de uma época excelente no campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o “Demolidor de Trás-os-Montes” está preparado para esta refrega internacional: “quero tentar lutar pelo melhor lugar possível. Seria ‘ouro sobre azul’ entrar nos três primeiros do meu Grupo, mesmo sabendo que enfrentarei dezena e meia d epiltoos e alguns com carros bem mais competitivos. Quero gerir a corrida no sábado, com a consciência de que são treinos. Tentar dar o melhor possível. Até porque estou liberto de estar incluído na competição da Taça das Nações, que é uma corrida de regularidade. Por isso vou lutar pelos meus resultados individuais”, acentua Joaquim Teixeira.

    O também dirigente da APPAM não esquece uma ‘palavra’ aos seus compatriotas: “queria aproveitar para desejar a todos os que vão participar na Taça das Nações um excelente fim-de-semana desportivo e que corra tudo bem. Na qualidade de presidente da APPAM estou bastante satisfeito por termos uma edição do FIA Hill Climb Masters em Portugal. É sinónimo que o nosso país a nível de montanha tem um campeonato cada vez melhor, que possui uma competição mais reconhecida, quer nacional, quer internacionalmente. Também é, certamente, fruto da boa representação que tivemos em 2018 em Gubbio, em Itália. É um acontecimento de nível europeu, que muito de bom traz ao desporto automóvel em Portugal. Espero que todas as instâncias ligadas ao desporto saibam valorizar este evento”, faz questão de enfatizar Joaquim Teixeira.

    O dirigente da APPAM deixa assim o desejo “a todos os 16 pilotos portugueses que vão participar neste FIA Hillclimb Master – porque todos eles representam Portugal, uns na modalidade de velocidade individual e outros na regularidade coletiva – o melhor desempenho possível. Que se divirtam e, acima de tudo, consigamos honrar as nossas cores, como conseguimos fazer em Itália. E estou certo – porque os conheço a todos – que têm capacidade suficiente para desempenharem o seu lugar o melhor possível”. Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início na tarde de sexta-feira, com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga. O Sábado será reservado a três subidas de treinos e o Domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • FIA Hill Climb Masters: António Rodrigues estreia-se na seleção com os olhos postos na glória

    O piloto de Santa Marta de Penaguião vai estrear-se na Seleção Nacional de Montanha este fim-de-semana, sendo um dos pilotos em que Portugal deposita a esperança para lutar pelos lugares cimeiros da Taça das Nações, integrada no FIA Hill Climb Masters. Ambição não falta a António Rodrigues que sonha com a vitória da equipa das quinas.

    Convocado pelo Capitão Nuno Guimarães, António Rodrigues será um dos quatro pilotos da Seleção Nacional na quarta edição do FIA Hill Climb Masters, prova mais importante do calendário internacional de Montanha.

    A “Bala do Douro” não esconde o que lhe passou pela alma quando foi feito o anúncio oficial: “foi arrepiante e tornou-se assim um dia histórico na minha carreira de piloto. Recebi a notícia com uma felicidade imensa, que logo foi acompanhado por um sentido de responsabilidade profunda, pois vou representar o meu país pela primeira vez e logo numa Taça das Nações”.

    Este momento único da sua carreira é dedicado pelo talentoso duriense “à minha Família, que tanto amo, à minha fantástica equipa NJ Racing, aos meus Patrocinadores, à FRVPower e a toda a Família da Montanha”.

    A convocatória seguiu critérios técnicos exigentes e que levaram em linha de conta a regularidade demonstrada pelos pilotos ao longo das seis primeiras provas da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Contas feitas e António Rodrigues surgiu como o piloto com melhor pontuação, isto numa época onde nunca abdicou de rodar muito rápido, de forma a renovar o título da Divisão protótipos B e estar novamente no pódio absoluto final do campeonato. Percurso notável assinado em apenas duas épocas completas na carreira de piloto de Montanha!

    Agora, o piloto do BRC CM05 Evo só tem foco para a missão: “vou dar tudo para tentarmos ganhar a Taça das Nações, seguindo as orientações do nosso Capitão e estando sempre em total sintonia com os meus colegas de seleção. Esta é uma prova em que a equipa está sempre em primeiro lugar!”.

    António Rodrigues enfatiza que é “um orgulho partilhar esta internacionalização com a Daniela, o Parcídio e o Sérgio, três pilotos fantásticos e que nos dão garantias de que poderemos estar na luta pelo pódio e, porque não, pela vitória!”.

    Por isso e porque a Taça das Nações é disputada segundo as regras de uma prova de regularidade sport, exigindo dos pilotos que nas três subidas oficiais de prova tentem fazer sempre o mesmo tempo, ao milésimo, António Rodrigues sabe que o seu trabalho passa por “utilizar bem as três subidas de treino para memorizar o traçado e afinar o BRC da forma mais eficaz, contando aqui com o excelente trabalho da FR Power. No domingo, ser rápido na subida inicial, que marcará o tempo referência e tudo tentar para igualar esse tempo nas duas subidas seguintes, sabendo que tenho de ser rápido para ficar dentro da janela de tempo em relação ao piloto da minha categoria que venha a ser o mais veloz”, lembrando que “nesta Categoria 4, existem três dezenas de pilotos, todos eles de grande nível e com alguns a tripularem autênticos aviões!”.

    A “Bala do Douro” está pronta para “tiros certeiros” num “fim de semana espetacular onde vou estar como piloto, mas também gostaria de estar no público. Vai ser uma grande festa e uma grande emoção por representar Portugal!”. Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga, na tarde de sexta-feira. O sábado será reservado a três subidas de treinos e o domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • Filipe Nogueira conquista em Fafe Top 3 nas duas rodas motrizes.

    Acompanhado por João Vieira, o piloto de Baião assinou uma exibição de grande nível no Rali Serras de Fafe e Felgueiras e foi 3º entre os concorrentes que pontuam para o Campeonato de Portugal de Ralis 2RM. De regresso aos comandos do Peugeot 208 VTi R2 equipado com pneus Kumho, Filipe Nogueira ultrapassou todos os desafios da prova e assinou o melhor resultado da época.

    Foi uma prova a roçar a perfeição. Filipe Nogueira e João Vieira assinaram em Fafe uma exibição plena, numa jornada época onde a chuva e o nevoeiro foram dificuldades acrescidas para um rali que já se previa duro. Regressado aos comandos do Peugeot 208 R2, depois de no ano passado e na primeira prova desta época, o Rali Terras D’ Aboboreira, terem utilizado um Clio R3T, Filipe Nogueira partiu para a jornada fafense com o objetivo de “pontuar de forma forte para as contas das 2 rodas motrizes (CPR 2RM), pois essa é a nossa guerra e era muito importante conseguir em Fafe um resultado de topo”, numa competição particular que utilizava as oito especiais de classificação do primeiro dia de prova.

    Sabendo, à partida, que fazer parte de um plantel conjunto do Europeu e do Campeonato de Portugal de Ralis, iria tornar a missão ainda mais difícil, pois “com muitos carros de 4 rodas motrizes, os pisos de terra iam ficar muito degradados e duros para os últimos a passar na estrada. Mas nem isso nos desmotivou de participar nesta prova sempre mítica em Fafe e principalmente este ano a integrar também o Campeonato da Europa de Ralis”.

    Quanto ao desenrolar do rali, o mesmo transformou-se numa “batalha pela sobrevivência”, muito mercê “das condições climatéricas adversas. Chuva, lama e nevoeiro tornaram, principalmente na parte da tarde, algumas das especiais impraticáveis. Tivemos de ser inteligentes e fazer uma boa gestão da mecânica. As cautelas que fizemos em dezenas de quilómetros em lama e nevoeiro que não víamos 5 metros, foram o segredo para subir ao pódio. Só víamos carros fora de estrada e o objetivo passou a ser literalmente terminar!”.

    Um minuto perdido num gancho, um furo e falhas nos intercomunicadores fazem parte da história da equipa neste Rali Serras de Fafe e Felgueira, com o piloto a destacar que “num dia terrível, felizmente o nosso Peugeot revelou-se sempre indestrutível e os pneus Kumho tiveram um desempenho brutal!”.

    O pódio nas contas do campeonato de 2RM deixa a equipa “muito feliz, até porque ficamos na frente dos nossos adversários diretos, a partir destes as viaturas são muito mais competitivas e com excelentes pilotos”, mas mesmo contente com o resultado e orgulhoso da sua performance num palco internacional, o piloto baionense não deixa de lamentar que “embora estar em eventos de grande visibilidade seja sempre importante para nós, os concorrentes do CPR que não integraram o Europeu andaram “esquecidos” na cauda do rali, algo que não é aceitável”. Dedicando o resultado “a todos os nossos parceiros e à nossa equipa de assistência”, Filipe Nogueira olha já para o futuro: “queremos ir ao Vidreiro que se disputa já para a próxima semana. 15 dias de intervalo entre duas provas não ajuda as equipas e pilotos com poucas condições, mas vamos tentar marcar presença”.

  • Emoção e ambição marcam presença de Joaquim Rino no Masters

    O piloto de Porto de Mós está ansioso e entusiasmado com a sua integração na delegação portuguesa do FIA Hill Climb Masters 2021. A Falperra será o cenário desta competição única onde Joaquim Rino quer fazer brilhar o BRC B49 Evo.

    O próximo fim-de-semana traz até à cidade dos arcebispos a maior competição internacional de Montanha. Será a 4ª edição do FIA Hill Climb Masters, que integra a Taça das Nações e uma competição individual onde estarão todos os pilotos que integram as delegações de cada país e que não façam parte da prova destinada às seleções nacionais.

    Portugal apresenta um naipe de 16 pilotos, dos quais 12 irão participar na competição individual e, entre eles, estará Joaquim Rino que competirá na Categoria 4. Para o piloto da Articimentos, esta participação internacional é “um momento único na minha carreira. Uma honra e um privilégio estar entre os selecionados para os Masters, entre mais de centena e meia de pilotos excecionais, que representam 19 países”, enfatizando que “o fim-de-semana será pleno de emoção, para mim, para a minha família e a minha equipa, desde a parada oficial ao último momento de corrida”.

    Inserido na Categoria 4, Joaquim Rino vai enfrentar um pelotão “feroz”, com três dezenas de pilotos a competir pela primazia numa das categorias mais competitivas deste FIA Hill Climb Masters, no que concerne à chamada competição individual. Para o consagrado piloto, este desafio é “enorme e tenho bem a opção de que terei de estar ao meu melhor nível para conseguir um bom resultado. Estar a representar Portugal numa competição destas traz uma motivação extra e irei fazer dar tudo em pista para estar entre os melhores da minha categoria”, realçando ainda que “independentemente do resultado, estar presente nesta competição internacional única ficará para sempre marcado na minha memória, sendo mesmo uma recompensa para minha paixão e a minha dedicação a esta modalidade”.

    Joaquim Rino destaca ainda “o trabalho incansável de toda a equipa da FRPOWER, pois sem eles não seria possível estar nesta prova. Tenho plena certeza de que o meu BRC B49 EVO estará nas melhores condições e depois é comigo. Vou dar o meu máximo!”.

    Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga, na tarde de sexta-feira. O sábado será reservado a três subidas de treinos e o domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • Fórmula 1 Históricos regressam ao Autódromo do Estoril

    14 Exemplares magníficos marcam recorde de presenças na quinta edição do Estoril Classics. 2 corridas agendadas para um fim de semana de luxo.

    Os Fórmula 1 Clássicos regressam uma vez mais para a quinta edição do Estoril Classics no Autódromo do Estoril, com máquinas únicas que fazem parte da história da modalidade. Presentes estarão obras-primas com potências invejáveis, decorações da época e uma sonoridade que recorda uma era de ouro da competição automóvel. São estes um cocktail de ingredientes explosivos que fazem subir a pulsação a qualquer amante de automóveis.

    Com uma variedade de carros ímpar – entre 1971 e 1983 – que no passado foram pilotados por grandes nomes do automobilismo mundial, como Keke Rosberg, Didier Pironi ou Jacky Ickx, a expectativa não podia ser maior para o fim de semana de 08 a 10 de Outubro.

    No programa, os corajosos pilotos terão o primeiro contacto com a pista, com uma sessão de qualificação de 20 minutos, agendada para Sexta-feira deixando a primeira corrida para Sábado às 14h35, com a derradeira prova no Domingo às 13h25. Com 14 exemplares históricos daquela que é a modalidade rainha do automobilismo, o número recorde de inscritos de 2019 será nesta edição ultrapassado.

    A encabeçar a lista de inscritos surge a primeira entrada da família Lyons, referimo-nos a Judy Lyons, a única senhora, que trará até ao circuito do município de Cascais o seu Surtees TS9, carro de 1971 que na época foi conduzido por John Surtees. A piloto britânica volta uma vez mais ao Estoril Classics, aquele que é um dos seus eventos favoritos. Avançando 3 anos, surgem 3 formulas que partilharam a grelha no ano de 1974. Marc Devis e Chris Perkins brindam-nos com os seus Surtees TS16. O piloto belga, Marc Devis correrá com o monolugar britânico com a clássica decoração da Bang & Olufsen, por sua vez Chris Perkins bridará os adeptos presentes com o seu monolugar com a decoração da Matchbox. Num Trojan T103, Philippe Bonny munido com um poderoso motor Ford-Cosworth V8, um chassis único  desta equipa com que o Tim Schenten disputou oito Grandes Prémios no mundial de F1 de 1974.

    Pai e filho juntam-se à matriarca da família Lyons. Frank e Michael Lyons confirmam uma vez mais a presença em peso da família britânica. Frank Lyons estará ao volante de nada mais, nada menos do que um Mclaren M26 com as famosas cores da Marlboro que em 1976 foi conduzido por Jochen Mass. O mais novo membro da família Lyons presente, estará ao volante do carro com que no ano de 2020 dominou as corridas da Classic GP, um Hesketh 308E. O piloto britânico terá agora a hipótese de mostrar toda a sua destreza ao volante na frente de todo o público presente no Estoril Classics. A terminar a lista de inscritos da classe A, categoria dedicada a carros que antecedem a época dos monolugares munidos de efeito de solo, surge Frederic Lajoux. O piloto monegasco estará presente com um Arrows A1B, modelo utilizado durante o campeonato do mundo de 1979 por Ricardo Patrese e Jochen Mass.

    Mister John of B trará até ao traçado português dois históricos Formula 1. O Matra MS120C, último  monolugar desenhado pela equipa francesa e equipado com um sonoro motor V12. O piloto francês, trará também o mais antigo carro munido de Efeito de Solo nesta requintada lista de inscritos, o  Ligier JS 11/15-04 com a intemporal decoração da Gitanes, que foi conduzido por Jaques Laffite durante o campeonato do mundo de 1979.
    Também fez parte da grelha de partida no ano final da década de 70, o Ensign N179 pilotado na época por Derek Daly. No entanto não será o irlandês a participar no Estoril Classics mas sim o britânico Peter Tattersall.

    Saltamos agora para os carros inscritos  da década de 80, década que se iniciou com o culminar do Efeito de Solo nos monolugares da Fórmula 1 e com a introdução dos fundos planos nestes sempre espetaculares carros.  De 1981, chega-nos o March 811 pilotado pelo francês Vincent Rivet com a célebre decoração negra da cerveja irlandesa Guiness (o carro na época foi pilotado pelo irlandês Derek Daly) com as laterais com as cores do arco-íris. Vincent estreia-se no Estoril Classics na frente do público português. Neil Glover marcará presença neste plantel de luxo com o seu Arrows A5 que em 1982 disputou as últimas três provas do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 com os pilotos Marc Surer e Mauro Baldi. O monolugar farão a sua estreia nas 12 curvas do traçado do Estoril nos próximos dias 8,9 e 10 de Outubro.

    Nas mãos de outro britânico chega-nos o Lotus 91 com a mítica decoração da John Player Special. O monolugar negro e dourado chega-nos pelas mãos de Steve Brooks, experiente piloto britânico que no ano passado terminou o campeonato FIA Masters dedicado a Fórmula 1 históricos no terceiro posto. A terminar o luxuoso plantel de Fórmula 1 chega-nos de terra de sua majestade aquele que a maioria reconhecerá. Trata-se de um Williams FW08C que em 1982 quem o fez dançar curva após curva nos 8 Grandes Prémios em que participou foi nada mais nada menos do que Keke Rosberg. Quem nos brindará com este belíssimo exemplar raríssimo é o britânico Mark Hazell, que completa a sua 4ª participação no Estoril Classics, a sua 3ª com este monolugar.

  • 3ª jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade tem nova data

    Será a 29 a 31 de outubro onde os concorrentes da competição nacional vão estar englobados no evento organizado no Autódromo Internacional do Algarve denominado “Algarve Classic Festival”.

    O Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV arrancou debaixo de algumas premissas que os promotores da competição chancelada pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) não abandonaram, entre elas, a realização da competição apoiada em grandes eventos internacionais. Foi assim que os pilotos e equipas do Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV estiveram a partilhar pista com o Mundial de Fórmula 1 e com o Taça do Mundo de Turismos (WTCR). O calendário desenhado pelos promotores do Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV previa uma jornada partilhando o Autódromo Internacional do Algarve com o European Le Mans Series.

    Os promotores do campeonato foram confrontados com a marcação de uma prova para a mesma data, em circuito internacional. Foi feita profunda reflexão sobre o assunto e na defesa dos seus concorrentes, decidiu alterar a data marcada para a terceira jornada da competição. Assim, perdendo a companhia do European Le Mans Series, o Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV avança a data dos dias 22 a 24 de outubro, para os dias 29 a 31 de outubro onde os concorrentes da competição nacional vão estar englobados no fantástico evento organizado no Autódromo Internacional do Algarve denominado “Algarve Classic Festival”, onde destacamos a presença dos Formula 1 históricos.

    Para Paulo Pinheiro assume que “quando assumimos a promoção do Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV, quisemos dar brilho e importância à competição e por isso apoiamo-nos em eventos de grande mediatização e importância. Cumprimos com a presença como corrida de apoio à Fórmula 1 e ao WTCR e assim seria com o European Le Mans Series. Com este contra-tempo, e a pensar na satisfação dos nossos pilotos e equipas, alterámos a data da terceira jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV para o fim de semana do Algarve Classic Festival”.

  • Tiago Reis vence a Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal

    Tiago Reis navegado por Válter Cardoso, aos comandos de uma Toyota Hilux foi o grande vencedor da 33ª edição da Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal, que mais uma vez se realizou sob a égide da Secção de Motorismo da Sociedade Reguenguense em pistas dos concelhos de Reguengos de Monsaraz, Redondo e Évora.

    Dominando a corrida de início a fim, com exceção do prólogo, Tiago Reis reforçou a liderança do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno AM48 que já lhe pertencia “estou muito satisfeito porque é muito positivo ter aqui uma vitória pelas contas do campeonato o que nos dá uma vantagem muito grande. A corrida foi fantástica está sempre bem organizada e é uma das minhas preferidas. O piso hoje estava em pior estado, mas tínhamos uma vantagem suficiente para gerir a corrida e não tivemos que fazer grandes riscos. Por isso estamos muito contentes. Esta vitoria é para os meus mecânicos que trabalharam 24 horas para ter a carrinha pronta e por isso esta vitoria é deles”, revelou Tiago Reis (entrevista completa aqui).

    Segundo lugar para a dupla Alejandro Martins/José Marques em Mini John Cooper Works Rally que repetiram idêntica classificação obtida em 2020. À terceira posição subiu, já na ponta final da corrida, André Amaral navegado por Nélson Ramos em Ford Ranger, que com este resultado se sagrou antecipadamente campeão ibérico tendo ainda triunfado no Troféu Terras Grande Lago do Alqueva.

    O Top 5 ficou completo com a dupla Nuno Madeira/Filipe Serra e Edgar Reis – irmão de Tiago Reis navegado por Filipe Martins em Mitsubishi.

    Os restantes vencedores desta 33ª edição da Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal foram David Spranger e Paulo Fiúza (T3), 7º da geral, Filipe Carvalho e Fábio Belo em Can-Am (T4), 9º da geral, Michael Braun/Ivo Santos aos comandos de um Porsche (T8), 12º da geral e Fernando Barreiros com Sérgio Cerveira, em Isuzu (T2) em 17º da geral. Cesário Santos e Alexandre Gomes em Nissan venceram a Taça de Portugal.

  • ERC: Mikkelsen vence em Fafe e está a um passo do título europeu

    https://youtu.be/n3-UNKcVBQs

    Andreas Mikkelsen venceu o Rally Serras de Fafe e Felgueiras 2021 com grande autoridade e está cada vez mais próximo de se sagrar campeão europeu. “As condições foram muito traiçoeiras, ontem (sábado), mas o Elliott (Edmondson) e toda a equipa fizeram um grande trabalho. Conseguimos evitar problemas e foi um excelente fim-de-semana. Muito agradável estar em Portugal. Parece muito, muito bom para o campeonato agora. Vamos para a Hungria e se conseguirmos um bom resultado lá, espero que o título fique muito perto ””, congratulou-se o norueguês no final da prova, organizada pelo Demoporto, que se estreou no Europeu (ERC) e foi ainda a sexta do Campeonato de Portugal (CPR).

    Mikkelsen entrou logo a vencer, mas foi em seguida batido por Dani Sordo, em particular no final da primeira ronda pelas quatro classificativas da manhã da primeira etapa, quando um furo o deixou 28,9s atrás do espanhol.

    Quis o destino que a abrir a ronda da tarde fosse a vez de Sordo furar e as coisas ficaram outra vez muito equilibradas na frente, mesmo se Mikkelsen foi paulatinamente alargando a vantagem, que se tornou decisiva na derradeira especial da 1.ª etapa, quando Dani Sordo bateu e desistiu – recomeçando no dia seguinte ao abrigo do Super Rally.

    Se Sordo deixou de ser um problema, Mikkelsen não pôde mesmo assim relaxar, porque Alexey Lukyanuk se aproximou perigosamente, terminando a etapa a apenas 4,4s. Na segunda e derradeira etapa, o russo «apertou» ainda mais o ataque e terminou a PEC 10 a apenas sete décimas de Mikkelsen, o que fez o norueguês reagir e vencer os dois últimos troços da secção matinal, colocando a diferença entre ambos já nuns relativamente confortáveis 9,3s.

    O verdadeiro conforto chegou depois, logo a abrir a segunda ronda de domingo, quando um problema de transmissão no Citroën C3 Rally 2 arredou definitivamente Lukyanuk da luta pela vitória e quase o fazia perder a segunda posição à geral, que ainda assim conseguiu defender dos ataques de Armindo Araújo.

    Armindo Araújo triunfo nas contas do CPR e conquista pódio absoluto

    O português não foi segundo, mas garantiu mesmo assim o pódio no ERC (European Rally Championship), ao qual somou uma ainda mais saborosa vitória no Campeonato de Portugal de Ralis. Depois de alguma alternância com Bruno Magalhães ao longo da 1.ª etapa, o tirsense terminou o dia 13,5s à frente. Ainda perderia tempo para o lisboeta no primeiro troço de domingo, vendo a vantagem reduzida para 10,7s, mas depois foi consistentemente mais rápido, inclusive da Power Stage, deixando Bruno a 28,5s e conquistando a pontuação máxima para o CPR.

    Num rali extremamente difícil e marcado por constantes mudanças nas condições climatéricas, os campeões nacionais estiveram sempre ao mais alto nível e conseguiram atingir todos os objetivos traçados à partida. “Fizemos um ótimo rali e estamos duplamente satisfeitos com o resultado que conseguimos. Vencemos para o CPR, que era a nossa principal meta, e ainda juntamos a isso o terceiro lugar da geral. Foi um fim de semana muito produtivo e toda a equipa está de parabéns pelo trabalho realizado”, começou por dizer.

    Com apenas dois ralis para disputar e com uma margem de treze pontos sobre o segundo classificado do campeonato, Armindo Araújo sai de Fafe com a possibilidade de fechar já, no Rali Vidreiro as contas do CPR a seu favor. “Sabíamos da importância de conseguirmos o máximo de pontos neste rali e estivemos sempre focados nisso. Conseguimos somar os vinte e oito pontos e aumentar a nossa liderança, o que nos deixa mais próximos de alcançar o grande objetivo que é revalidar o título. Matematicamente isso até é possível acontecer já na próxima prova e vamos trabalhar nesse sentido. Foi uma prova perfeita para nós”, disse ainda o líder do CPR

    Já Bruno Magalhães destacou “a prestação do Novo Hyundai i20 N Rally 2. Foi uma prova onde estivemos sempre na luta pelo primeiro lugar para o Campeonato de Portugal de Ralis, o que demonstra a competitividade do Hyundai. Agora estamos focados para preparar bem a próxima prova, de forma a conseguirmos tirar todo o potencial.”, afirmou Bruno Magalhães, piloto do Team Hyundai Portugal. Ricardo Teodósio foi terceiro, Miguel Correia, quarto e José Pedro Fontes, quinto.

    O Rali Vidreiro Centro de Portugal/Marinha Grande realiza-se dentro de duas semanas e será o regresso do Campeonato de Portugal de Ralis aos pisos de asfalto.

    
    
  • PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA: Josep Bassas vence em Fafe

    A dupla Josep Bassas / Axel Coronado venceu o Rally Serras de Fafe e Felgueiras, quinta prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021. A dupla do Rally Team Spain impôs-se num rali corrido sob condições atmosféricas muito adversas, num palco onde dois outros adversários se entregaram à sua luta particular pelos títulos de 2021, alcançando resultados muito díspares.

    Aproveitando a totalidade da 1ª Etapa do Rally Serras de Fafe e Felgueiras, correu-se ao longo de todo o dia de hoje (sábado) a quinta e penúltima prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 como palco de um conjunto de novas batalhas pelos títulos desta que é a Temporada 4 da copa coorganizada pela Peugeot Portugal e Peugeot Espanha, assente na estrutura logística da Sports & You.

    Fruto das difíceis condições atmosféricas registadas ao longo de todo o dia de hoje na região, que tiveram um grande impacto no terreno de jogo, colocou-se à prova, não só a robustez de um dos mais apetecíveis produtos da Peugeot Sport desenhado para a formação (ou confirmação) de novos valores para a categoria dos ralis, o 208 Rally4, como a própria resiliência das equipas em lidar com essas e outras condições.

    Foram, assim, 12 as duplas que esta manhã se perfilaram no centro de Fafe apostadas na conquista de uma vitória neste rali que é, ainda, pontuável para o Campeonato de Portugal e Europeu de Ralis (CPR e ERC). Entre elas destacavam-se as duas equipas – Alejandro Cachón / ‘Jandrín’ e Alberto Monarri / Ángel Vela – que se encontravam mais perto de alcançar os objetivos definidos para esta época, traduzidos nos títulos de 2021, eles que, no arranque deste rali tinham uns mínimos 2,27 pontos a separá-los.

    Não surpreendeu, por isso, que fossem eles quem, com mais garra, partiu à conquista dos melhores tempos das 8 Especiais (113,42 km cronometrados) que serviram de palco às batalhas desta prova organizada pela Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto. Composto pelos troços de Luílhas (12,1 km), Sra da Fé/Anjos (18,06 km), Agra/Zebral (11,25 km) e Boticas (15,20 km), este terceiro rali do ano em pisos de terra e também terceiro (e último) em Portugal, dividiu-se por uma ronda matinal, repetida da parte da tarde com a particularidade de haver um fator extra em jogo: as condições atmosféricas, com chuva e nevoeiro a complicarem o estado revolto dos pisos, resultante das passagem de todos os carros de quatro rodas motrizes das categorias superiores, antes do plantel da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

    Cachón / ‘Jandrin’ seriam os mais rápidos em três desses oito troços (ES3, ES5 e ES7), ficando para Monarri / Vela (ES1 e ES4), Bassas / Coronado (ES2 e ES6) e Almeida / Magalhães (ES8) os melhores tempos nos restantes, somando-se os respetivos proporcionais (0,63 pontos por cada melhor tempo; 5 pontos a dividir por 8 especiais) às pontuações alcançados no rali: a vitória de Bassas / Coronado valeu-lhes 25 pontos, ainda que pouco servissem em termos de luta pelos títulos, de que já estavam arredados antes do início do rali; Cachón / ‘Jandrin’ somavam os 20 pontos do 2º lugar e ascendiam à posição de líderes provisórios da copa; Monarri saía em branco, após abandono ao início da tarde, perdendo essa liderança e vendo o seu adversário ganhar um avanço pontual significativo; e os 17 pontos do 3º lugar ficavam, assim, para Pedro Almeida / Hugo Magalhães, os melhores portugueses entre as cinco equipas lusas inicialmente inscritas.

    Photo Rui Reis / AIFA

    Acrescente-se que ao 2º lugar Cachón somou a vitória na Junior Cup, troféu atribuído em cada rali a pilotos com menos de 25 anos (nascidos em ou após 1 de janeiro de 1995).

    A consagração dos vencedores fez-se ao início da noite no centro de Fafe, sendo natural a satisfação de Josep Bassas: “Estamos muito contentes com a vitória na copa, embora os nossos objetivos estejam mais direcionados para a categoria RC4 do Europeu de Ralis, campeonato que estamos a disputar, e não tanto para a copa em si, de cuja luta pelos títulos já estávamos arredados. Quanto ao rali, está a ser muito difícil, não só pelos troços muito técnicos de Fafe, como pelas condições atmosféricas que enfrentámos”. note-se que Bassas irá continuar amanhã em prova, sendo o atual líder da categoria ERC/RC4 do Europeu de Ralis e um dos mais fortes candidatos ao assalto a esse título FIA.

    Já Pedro Almeida, melhor nacional, resumiu, assim, esta prova: “Foi um rali muito difícil, desde o início, com condições a que não estávamos habituados, fruto da muita chuva e nevoeiro. O furo que sofremos no último troço da manhã fez-nos perder muito tempo, pelo que este resultado é resultado da regularidade e, também, de termos conseguido ultrapassar com sucesso as diferentes condicionantes do percurso.”

    Decisões dos títulos adiadas para o RACC Rally de Catalunya, dentro de 15 dias

    Somando-se os pontos conquistados neste Rally Serras de Fafe e Felgueiras ao acumulado dos quatro anteriores encontros e a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 passa a ter como novos líderes Alejandro Cachón (Pilotos) e Alejandro ‘Jandrin’ Lopes (Navegadores), eles que com os resultados aqui alcançados – o 2º lugar e o melhor tempo em três dos oito troços – passam a somar 96,60 pontos. Para o efeito aproveitaram o abandono dos seus adversários ao título Alberto Monarri e Ángel Vela, que aqui apenas somam 1,25 pontos, referente aos proporcionais dos melhores tempos registados em dois troços, passando a somar 78,23 pontos.

    Photo Rui Reis / AIFA

    A diferença entre os únicos dois candidatos aos títulos desta Temporada 4 da copa ibérica passa, assim, a ser de 18,37 pontos, ficando tudo adiado para o derradeiro rali da época, o RACC Rally de Catalunya / Rally de España, a correr-se nos troços de asfalto da 1ª Etapa desta prova do WRC, dentro de duas semanas (sábado, dia 16 de outubro). Uma particularidade: no final dessa que será a sexta e última prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 contabilizando-se apenas os 5 melhores scores do ano as equipas terão de deitar fora o seu pior resultado,: 0,71 pontos no caso de Cachón / ‘Jandrin’ (alcançados no Terras d’Aboboreira) e 1,25 pontos no caso de Monarri / Vela (o acumulado Fafe). Em face do atrás descrito, os novos líderes dependem quase de si próprios, não podendo dar passos em falso na tentativa de garantir um bom resultado; já os adversários têm obrigatoriamente de vencer e esperar que os seus conterrâneos não subam ao pódio!

    Importante salientar que no final da próxima prova, uma vez contabilizadas essas sextas pontuações, Pilotos e Navegadores terão de descontar o seu pior resultado do ano, um facto regulamentar que provocará, decerto, alterações nos respetivos escalonamentos finais, até mesmo ao nível da definição dos “Campeões” desta Temporada 4 da copa. Há, assim, que aguardar pelo segundo fim de semana de outubro para se fechar essa contabilidade.