O Vodafone Rally de Portugal foi mais uma vez demolidor. O Peugeot 208 Rally4 de Hugo Lopes e Magda Oliveira foi vítima da dureza dos troços do centro de Portugal, numa altura em que a dupla era uma das favoritas à vitória entre os concorrentes das 2RM.
Com vasta experiência em provas desta natureza, que requerem uma gestão muito cuidada da mecânica e de pneus, Hugo Lopes estava a executar essa estratégia até que, logo na primeira passagem pela especial de classificação de Góis, viu o eixo traseiro do seu Peugeot ceder.
Naturalmente com a expetativa de lutar pela vitória e amealhar pontos importante para o Campeonato, Hugo Lopes revela que é desapontante abandonar a prova com um problema mecânico numa altura em que vínhamos a gerir e a “poupar” o nosso carro de forma muito cuidada. Sabíamos muito bem a abordagem que devíamos ter nesta prova e o tipo de andamento que tínhamos de adoptar nestes troços tão degradados e com diversas pedras.“
“Depois de duas vitórias consecutivas, trabalhámos imenso para manter esse registo neste rali tão especial. Foi a minha estreia numa prova internacional e com o nível de dedicação e trabalho que eu e o Hugo, temos aplicado desde o início da época, senti que estávamos muito bem preparados! Todos os momentos são de aprendizagem e este é mais um… na próxima prova ainda estaremos mais fortes!“, declarou a navegadora, Magda Oliveira.
“Vamos agora para os pisos de asfalto, focados em regressar às vitórias e confiantes que os problemas mecânicos e os azares não nos irão acompanhar!“, acrescentou o jovem piloto de Viseu. O Campeonato de Portugal de Ralis inicia a fase de asfalto com o Rali de Castelo Branco nos dias 21 e 22 de junho. A prova é pontuável também para a Peugeot Rally Cup Portugal.
Pedro Silva e Fábio Santos coroaram a sua estreia no Vodafone Rally de Portugal com um 4° lugar nas contas do CPR 2Rm, que permite ao piloto saltar para o pódio do Campeonato na entrada da fase de asfalto.
A façanha não aconteceu sem que a dupla do Peugeot 208BRally4 preparado pela Domingos Sport vivesse uma autêntica odisseia ao longo da etapa de sexta-feira da prova portuguesa integrada no WRC.
Nada condicionados pelo facto dos concorrentes integrados no Campeonato de Portugal de Ralis Duas rodas Motrizes passarem nas já por si duras especiais de Mortágua, Lousã, Góis e Arganil após um longo pelotão de carros das categorias Rally1, Rally2 e Rally3, o que tornava os pisos ainda mais demolidores, Pedro Silva e Fábio Santos começaram muito fortes na Super Especial da Figueira da Foz, disputada ainda durante a noite de quinta-feira e ficou claro que poderiam lutar pelos lugares do pódio do campeonato. Mas, a sorte nada quis com a equipa.
“Logo em Lousã 1, detetamos falta de potência, mas tentamos por tudo manter-nos focados e tentar resolver o problema. Fomos gerindo e tentando andar o melhor que o carro nos permitia até que, na assistência remota em Arganil, a nossa equipa Domingos Sport verificou que o coletor de admissão estava estalado e a opção era fazer todos os troços em modo ‘road’, normalmente utilizado apenas nas ligações. Não sendo possível usar toda a potência do Peugeot, decidimos ser duros e andar o que dava naquelas condições, evitando furos e saídas de estrada e, após muitos e muitos quilómetros, conseguimos garantir um positivo Top 4”, resume Pedro Silva.
O resultado permite ao piloto embaixador da Beira Baixa “saltar para o 3º nas contas do CPR 2RM, posição fantástica numa época em que somos muitos os que podem lutar pelos lugares de pódio. Isto dá-nos muito alento para a fase de asfalto que, ainda para mais, começa em casa, com o nosso Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão!”.
O Rally de Portugal foi um misto de emoções para a dupla Ricardo Teodósio e José Teixeira. Ao volante do Hyundai i20 N Rally2 do Team Hyundai Portugal, a dupla sofreu muito no primeiro dia de competição, acabando por não somar os pontos que esperava na competição Nacional. Daí em diante, e com objetivos apenas de brindar o público com um bom espetáculo, a dupla algarvia conseguiu desfrutar de dois dias de competição isentos de problemas.
“O primeiro dia de rali foi para esquecer! Quando estávamos na discussão entre os portugueses para um bom resultado, uma pedra alojou-se no alternador que fez com que ficássemos sem potência e sem direção assistida. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para remediar a situação até à assistência…mas não deu. Apesar de frustrados com tudo o que se passou na fase de terra esta temporada, regressámos super rali para dignificar e honrar os nossos patrocinadores, os nossos fãs e claro a nossa Família 24 que são incansáveis no apoio. Nos sábado e domingo fomos consistentes, divertimo-nos, divertirmos o público e tivemos dois dias isentos de problemas no carro”, afirmou Ricardo Teodósio
José Teixeira por seu lado mostrava-se resignado com todos os acontecimentos e aponta à fase de asfalto no CPR. “Não há muito a dizer. quando começamos o rali na luta e não conseguimos ficar nela é frustrante. Não baixámos os braços e sábado e domingo divertimo-nos! Agora é virar o foco para o asfalto e tentar melhorar as nossas prestações já em Castelo Branco. Longe da liderança do Campeonato, temos agora como objetivo, vencer o maior número de corridas e animar as estradas deste país com o espetáculo que só o Ricardo Teodósio sabe dar!”
A dupla regressa ao Hyundai i20 N Rally2 no Rali de Castelo Branco, agendado para meados de junho, procurando dar início à fase de asfalto com um bom resultado
Filipe Albuquerque e Ricly Taylor no Acura da Wayne Taylor Racing terminaram a quarta jornada do Campeonato Norte Americano de Resistência (IMSA) na sexta posição e ocupam a oitava posição da classificação geral.
Depois de terem largado da sétima posição da grelha, num fim-de-semana que voltaram a sentir falta de performance, os pilotos estavam determinados em minimizar os danos e recuperar o maior número de posições nas 2h e 40 minutos de prova.
“Foi mais uma corrida difícil. Sair da sétima posição já seria uma forte penalização face à duração da corrida, mas depois ainda sofremos com outra penalização. Tivemos de ir às boxes mais cedo que o previsto devido à baixa pressão dos pneus. Nessa altura houve bandeira amarela e fiquei a uma volta do líder. Daí em diante foi sempre a recuperar, fiz várias ultrapassagens, até me diverti bastante, vinha com tudo, mas não deu mais que sexto”, referiu Filipe Albuquerque.
“Ando um bocadinho chateado com todas estas coisas que acontecem de forma sistemática em todas as corridas. Mas não há nada a fazer. Há mais uma série de corridas até ao final da época por isso é continuar na luta”, concluiu o piloto de Coimbra que vai voltar à pista de 31 de maio a 1 de Junho em Detroit.
O grupo britânico SPC, considerado o principal fabricante europeu de compostos de borracha, vai transferir a unidade de produção de pneus de desportos motorizados de alta performance do Reino Unido para Santo Tirso, o que representa um investimento de 20 milhões de euros, avança o jornal Eco.
Segundo o jornal “O projeto prevê a aquisição de ativos da Avon Tyres Motorsport, atualmente detida pelo Grupo Goodyear, transferindo a produção do Reino Unido para Portugal, passando a comercializar através de uma nova marca, a Nova Tyres“.
Ainda segundo o Eco, ” o investimento permitirá à Nova Motorsports adquirir a CNB/CAMAC – Companhia Nacional de Borrachas, que era até agora a única fabricante nacional de capitais portugueses, realizando um processo de “turnaround”. O BPF explica que “este processo visa ampliar a sua capacidade industrial e orientar a produção para produtos diferenciados e de maior valor acrescentado, consolidando o know-how técnico necessário para competir globalmente e fortalecer a presença da Nova Motorsports no automobilismo internacional”.
Paul Hallas, CEO da SPC, e Ramon Puente, promotor do projeto da Nova Motorsports e ex-CEO da Racing Motorbike Company, frisam a escolha de Portugal para estabelecer uma empresa global de fabrico de pneus para desportos motorizados graças ao acordo alcançado com o Banco de Fomento, que “apoiou fortemente para a aquisição da Camac e a deslocalização do Reino Unido das diferentes máquinas e ferramentas.”
Ernesto Cunha e Rui Raimundo voltaram mostrar uma notável prestação no Campeonato de Portugal de Ralis. Desta feita, a equipa levou para casa o 5º lugar aos comandos do Skoda Fabia Rally2 EVO no Rali de Portugal, estando agora na 3ª posição do Campeonato.
Chegados ao Rali de Portugal com motivação e ritmo elevados, com um período curto desde o Terras d’Aboboreira, Ernesto Cunha e Rui Raimundo começaram a prova com uma abordagem conservadora pois estavam conscientes da dureza da mesma. Já na primeira passagem pela especial de Arganil, a dupla “agarrou” a 5ª posição da prova dedicada ao Campeonato de Portugal de Ralis, para não a largar mais até ao final do rali.
Apesar de um contratempo que forçou a equipa do Skoda Fabia Rally2 EVO a abandonar a prova relativa ao Campeonato do Mundo de Ralis, após uma ligeira saída de estrada, o resultado obtido no Campeonato de Portugal de Ralis é de extrema importância, reforçando a competitividade e consistência da equipa nesta época de estreia do novo carro. A dupla, que superou uma série de desafios ao longo da prova, demonstra a consolidação e evolução aos comandos do Skoda a um bom ritmo.
Ernesto Cunha começa por referir: “Sentimo-nos confiantes com o Skoda e com toda a experiência que já tínhamos adquirido nas primeiras provas do campeonato, o que nos deu confiança para procurar uma boa classificação no Rali de Portugal no que toca ao CPR. Sentimo-nos confortáveis ao longo do dia de sexta-feira e estamos felizes por ter traduzido esta confiança num bom resultado para o campeonato.” O piloto acrescenta ainda: “Estamos muito satisfeitos com esta prova e temos de agradecer todo o carinho do público, que foi de facto impressionante. Gostávamos de ter terminado a competição relativa ao Campeonato do Mundo e vínhamos com um andamento confortável, mas sofremos uma saída de estrada na especial de Paredes numa zona com blocos de betão, o que nos impossibilitou de voltar à prova.”
Este desempenho no Rali de Portugal coloca a equipa em 3º lugar no Campeonato de Portugal de Ralis, numa posição confortável na transição para a fase de asfalto, que acontece no Rali de Castelo Branco a 21 e 22 de junho.
Foi um fim-de-semana de corridas muito importante para o jovem Ivan Domingues. Ao volante de um monolugar da Van Amersfoort Racing e inserido na Fórmula Regional Europeia by Alpine 2024 (FRECA).
O piloto de Leiria, que recentemente completou 18 anos conseguiu somar um quinto e um terceiro lugar nas corridas realizadas em Hockenheim, Alemanha. Com este resultado, Ivan Domingues é agora segundo classificado da Geral com 25 pontos, liderando também a tabela dedicada aos rookies.
“Foi um fim-de-semana positivo, onde consegui encontrar o ritmo certo, num excelente trabalho de toda a equipa que me acompanha. Consegui ser mais rápido neste fim-de-seman do que havia sido nos treinos de pré-temporada. Duas qualificações positivas acabaram por ditar resultados interessantes nas corridas, que nos fazem regressar a Portugal com dois troféus e pontos muito importantes para uma temporada longa”, afirmou o jovem piloto de Leiria que ambiciona uma carreira nas fórmulas.
A próximo Race Weekend realiza-se dentro de aproximadamente 10 dias, no Circuito de Spa-Francorchamps, Bélgica. Um dos mais míticos circuitos da Europa irá acolher uma superinteressante e competitiva grelha da Fórmula Regional Europeia by Alpine 2024, que conta com 33 pilotos de 19 nacionalidades, dos quatro cantos do planeta. Esta competição é o derradeiro degrau antes da entrada na Formula 3, o caminho tradicional para que os maiores talentos tenham a oportunidade de chegar à Formula 1.
Pedro Almeida terminou o Vodafne Rally de Portugal no quarto lugar etapa do CPR.
“Foi uma prova difícil, exigente, mas se fosse fácil não seria o Rally de Portugal”. Foram estas as primeiras expressões de Pedro Almeida no final do dia de sexta-feira, terminada etapa do Rally de Portugal que pontuava para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).
“Confesso que quando venho para o Rally de Portugal há sempre aquela questão de ‘como vai ser?’ e que depois de estar nas classificativas, com as habituais dificuldades da dureza do percurso, chegámos a um momento em que terminar é sempre a primeira meta. Acabamos no quarto lugar do CPR, sobrevivemos e por isso, o balanço que fazemos só pode ser positivo” acrescenta o piloto do Skoda Fabia Rally2, que teve como navegador Mário Castro.
“Gostávamos de ter feito ainda melhor, de ter estado mais próximos da luta pelo pódio mas, no inicio das segundas passagens, na Lousã, ficamos sem pneus para usar e tivemos de ser frios para gerir o andamento e conseguir chegar ao final do rally”.
O piloto de Famalicão termina a fase de terra do CPR de forma positiva, “com pontos que são importantes para a nossa classificação na temporada”, mesmo depois de não ter começado da melhor forma a época. “Temos conseguido estar melhor, mais rápidos e próximos dos habituais líderes do CPR, e isso por si, já é importante para os objetivos que temos para este ano” disse ainda Pedro Almeida.
Depois do Rally de Portugal o CPR muda para a fase de asfalto, com o Rali de Castelo Branco, a 21 e 22 de junho, a ser a primeira prova desta nova fase da temporada.
Armindo Araújo, acompanhado por Luís Ramalho, subiu hoje ao pódio final da 57ª edição do Rali de Portugal para receber o troféu de melhor piloto português, feito que alcançou pela 13ª vez, sexta consecutiva, em dezoito participações na prova levada a cabo pelo ACP.
Apostado em conseguir chegar a Matosinhos como o melhor piloto português e tendo, durante três etapas, vinte e duas classificativas extremamente exigentes, Armindo Araújo geriu de forma segura a sua prestação o que lhe permitiu alcançar o seu grande objetivo.
ARAUJO Armindo, Skoda Fabia RS Rally2, portrait during the Rally de Portugal 2024, 5th round of the 2024 WRC World Rally Car Championship, from May 9 to 12, 2024 at Matoshinhos, Portugal – Photo Paulo Maria / DPPI
“É uma alegria enorme voltar a subir ao pódio no final de mais um Rali de Portugal com o título de melhor português e estou muito orgulhoso por ter conseguido mais um troféu para o meu palmarés, numa prova tão mítica e prestigiante como esta. Fizemos um rali inteligente na forma como abordamos as especiais e toda a equipa fez um excelente trabalho para conseguirmos mais um excelente resultado”,disse o piloto de Santo Tirso.
Terminada a fase de terra do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo começa já a pensar na segunda metade da temporada e, para isso, em breve será realizado o primeiro teste com o Fabia RS em pisos de asfalto. A próxima prova do calendário de 2024 será o Rali de Castelo Branco, na estrada entre os dias 21 e 22 de junho.
Uma das mais curtas diferenças registadas entre os dois primeiros – escassos 7,9 segundos –muito público, emoção e sexta vitória do francês Sébastien Ogier (Toyota) no Vodafone Rally de Portugal. Uma edição de 2024 que faz história por duas razões: o francês tornou-se no mais bem-sucedido piloto da prova, o mesmo acontecendo com a Toyota entre as marcas. Dois recordes quebrados que perduravam há mais de três décadas! Armindo Araújo foi, pela 13ª vez, o melhor dos pilotos nacionais. Encontro marcado para 2025 e 2026, confirmada que está a continuação da prova portuguesa no Campeonato do Mundo FIA de Ralis (WRC).
Mesmo após oito títulos, 60 vitórias e 101 pódios, Sébastien Ogier ainda consegue surpreender no WRC. Este domingo, com Vincent Landais como navegador, o francês fez muito mais do que juntar mais uma vitória ao seu impressionante registo… Aos 40 anos, entrou para a eternidade e tornou-se no piloto mais bem-sucedido da história do Vodafone Rally de Portugal, superando o recorde de Markku Alén, que durava desde 1987. Um total de seis vitórias (nas edições de 2010, 2011, 2013, 2014, 2017 e 2024) e com quatro marcas diferentes: Citroën, Volkswagen, Ford e, agora, Toyota.
Já a Toyota, somou o sétimo triunfo – os último cinco consecutivos – destronando a Lancia como a marca com mais sucessos da prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP).
Numa das edições mais emocionantes de sempre, como confirmam os 7,9 segundos de diferença entre os dois primeiros (depois de 337,04 quilómetros cronometrados), mas igualmente os cinco pilotos que passaram pela liderança e os seis diferentes vencedores de classificativas, Sébastien Ogier foi mesmo a figura maior desta que foi a quinta prova do ano pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis (WRC).
Foi no sábado, na etapa disputada no Norte do país, que o francês assumiu a liderança do Vodafone Rally de Portugal. O piloto da Toyota sofreu a forte oposição de Ott Tänak – 18,1 segundos foi a diferença mais expressiva entre os dois – mas durante o dia de sábado e de domingo foi gerindo, de forma perfeita, esses escassos segundos de vantagem. “Mais uma vez, nada contra estar empatado com Markku Alén – ele é uma lenda. Mas, agora, finalmente aconteceu. Foi um ótimo fim-de-semana, mas não fantástico para toda a equipa”, sublinhou Sébastien Ogier.
Já Ott Tänak, com a melhor exibição da época, tudo fez para reeditar a vitória de 2019 no Vodafone Rally de Portugal. O piloto da Hyundai foi o mais rápido em cinco classificativas, mas quedou-se a escassos 7,9 segundos do líder. “Definitivamente, foi um fim-de-semana exigente. Tentámos o nosso melhor, mas quando vais ao ataque, mas não te sentes totalmente confortável no carro, isso reflete-se no resultado”, afirmou o estónio.
Com o terceiro lugar, o líder do WRC e vencedor da edição 2018 da prova portuguesa, Thierry Neuville, somou preciosos pontos para o campeonato e até aumentou a vantagem para os mais diretos adversários, na sequência da vitória na Wolff Power Stage. “Sabíamos que não ia ser um fim-de-semana fácil, mas tivemos um rali isento de problemas. Eu ataquei o máximo que pude. Obrigado à equipa por ter-nos proporcionado com um carro fiável.”
16 FOURMAUX Adrien, CORIA Alexandre, Ford Puma Rally1, action during the Rally de Portugal 2024, 5th round of the 2024 WRC World Rally Car Championship, from May 9 to 12, 2024 at Matoshinhos, Portugal – Photo Paulo Maria / DPPI
Adrien Formaux foi o quarto classificado, com o piloto da Ford a confirmar-se como uma das boas surpresas da época. “Estou muito feliz. O ritmo foi bom e o carro esteve perfeito. Obrigado à equipa”. Menos sorte para o colega de equipa, Grégoire Munster, que abandonou esta manhã após despiste.
Apesar de ter sido o mais rápido em duas classificativas da etapa inaugural, Dani Sordo (Hyundai) não conseguiu melhor do que a quinta posição, precedendo Elfyn Evans (Toyota) na classificação, com o piloto do País de Gales a ter um rali marcado por diversos imponderáveis.
Depois dos abandonos por acidente na véspera, Kalle Rovanperä, e o colega de equipa, Takamoto Katsuta, regressaram, hoje, em modo “Rally2” com o objetivo de conquistarem pontos na Power Stage. O jovem finlandês somou três pontos e, no final, fez questão de pedir desculpas à equipa pelo acidente da véspera. O japonês, por sua vez, contabilizou mais um ponto para as contas do campeonato.
28 SOLANS Jan, SANJUAN Rodrigo, Toyota Yaris Rally2, action during the Rally Portugal 2024, 5th round of the 2024 WRC World Rally Championship, from May 06 to 12, 2024 in Porto, Portugal – Photo Paulo Pacheco / ACP
Emoção até final nos Rally2
Mas se a luta pela vitória à geral foi animada, que dizer entre os Rally2, com os quatro primeiros classificados a terminarem o rali separados por uns incríveis 7,7 segundos?
Uma luta épica, com Nikolay Gryazin (Citroën) a conquistar a segunda vitória consecutiva da temporada, com 4,5 segundos de vantagem para Jan Solans (Toyota), também o primeiro dos WRC2, e 7,7s para Josh McErlean (Skoda),
Entre os Rally3, vitória do paraguaio Diego Dominguez (Ford), enquanto nos Rally4 (duas rodas motrizes), foi o italiano Matteo Fontana (Peugeot) quem levou a melhor.