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  • Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida: José Correia domina e lidera após primeiro dia

    O líder pontual absoluto do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group dominou por inteiro o primeiro dia da terceira jornada desta época, sendo o mais rápido nas quatro subidas do programa. Apesar de prevista, chuva esteve sempre ausente, permitindo condições quase ideais para as duas dezenas e meia de contendores.

    Quanto mais roda e compete com a exigente “barchetta” Osella PA2000 Evo, mais José Correia revela grandes dotes como piloto. O “patrão” do JC Group Racing Team chegou ao primeiro triunfo absoluto da sua carreira na Rampa Porca de Murça e demonstrou durante o primeiro dia da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida que lhe ganhou o gosto, dominando a seu belo prazer a tabela de tempos deste primeiro dia da prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal, desde o warm-up até à única subida oficial a contar para a classificação.

    Nesta, já com o piso totalmente seco, passou a fotoelétrica da meta registando 1:42.650, à média de 108,72 Km/h, transformando-se no destacado líder provisório desta terceira prova da temporada e assumindo-se ainda mais como o grande favorito ao triunfo e mesmo aos títulos nacionais absoluto e de protótipos. No final de sábado, lidera ainda logicamente a sua categoria e a Divisão A.

    Logo atras de si, os outros dois protótipos estão a brindar os aficionados com um duelo aceso pelo 2º posto absoluto e pela liderança da Divisão B.

    Joaquim Rino (BRC CM 05 Evo) ainda foi melhor na subida de arranque da jornada, mas António Rodrigues voltou a revelar toda a sua rapidez, colocando o BRC CM 05 Evo da NJ Racing no 2º lugar, a 4,3 segundos de José Correia e com um avanço de outros 4 segundos sobre Rino.

    Mas quem também esteve, como habitualmente, num nível muito alto foi Vítor Pascoal. O piloto do Porsche 991 GT3 CUP não só dominou a slides da Categoria GT mas ousou, como já fez em provas anteriores, reclamar um lugar na discussão do pódio absoluto.

    E na subida oficial de prova efetuada, voou até ao alto dos 3100 metros da rampa, para alcançar o 3º melhor tempo, estando assim claramente na luta por esse objetivo, não só na Arrábida mas também no campeonato.

    Entre os Turismo, Luís Nunes leva vantagem após este “1º assalto”. O atual campeão nacional desta categoria foi o mais lesto na subida oficial de prova, colocando inclusivamente o seu Ford Fiesta ST R5+ no quarto lugar absoluto. É ainda ao líder da Divisão Turismo 2.

    No entanto, a luta tem intensidade máxima já que Joaquim Teixeira (Cupra TCR) está muito forte. O líder das contas entre os Turismo, após as duas primeiras provas da época rodou a apenas 3 segundos de Nunes e os dois vão certamente assumir um grande duelo durante o dia de amanhã. O piloto do Bompiso Racing Team comanda a Divisão Turismo 4 e é 7º da geral.

    Logo atrás está Gabriela Correia. A jovem piloto do JC Racing apanhou um susto nos treinos oficiais, ao enfrentar problemas mecânicos no seu Seat Leon Supercopa MKIII. Na hora decisiva, tudo esteve perfeito com o carro espanhol e a jovem de 18 anos rodou muito rápido, alcançando o 8º lugar da geral, que correspondeu ao 3º posto na categoria e à liderança na Divisão Turismo 3.

    Ainda entre os Turismo, uma palavra merecida para o jovem Gonçalo Inácio. Estreante nestas lides, colocou o seu Peugeot 208 VTI R2 no comando da Divisão Turismo 1. Parcídio Summavielle é segundo, mas basta ao fafense do Renault Clio R3 terminar a segunda subida de prova de amanhã para arrecadar o título.

    É também um estreante no CPM JC Group 2020 que está a dominar a luta na Categoria Legends. A correr em casa, Pedro Lança está com 2 segundos de vantagem sobre um sólido José Carlos Magalhães (BMW M3), segundo classificado e este, por seu lado, possuiu quase 5 segundos de avanço sobre mais uma estreia esta época: Bernardo Sá Nogueira está de volta e foi 3º nos Legends, aos comandos de um Alfa Romeo 156 TS.

    Já entre os Clássicos, é um mestre galardoado do desporto motorizado português que, uma vez mais, aparece na Arrábida para brilhar. Mário Silva e um belo e imponente Porsche Carrera RS está a fazer uma prova totalmente à parte dos outros clássicos. Foi mesmo autor da 9ª marca absoluta na subida oficial de prova e tem tudo para vencer entre os concorrentes do CPCM JC Group.

    O regressado Luís Moutinho volto à “família” da Montanha para dar espetáculo ao volante do Ford Escort MKI, sendo 2º entre os Clássicos, na frente de Carlos Fava, que colocou o seu VW 1303 no 3º posto.

    Nas taças reservadas aos 1300, Daniel Rolo (Datsun 1200) é rei e senhor nos TPCM, enquanto Francisco Milheiro prossegue a sua senda vitoriosa para o título já quase “cantado”, tendo sido o mais rápido entre os TPM1300.

    O dia de amanhã, domingo, tem previsão de chuva desde a madrugada até, pelo menos, ao início da tarde, fator que poderá ser decisivo para as contas finais da prova.  O arranque está previsto para as 9.00 horas. No período matinal vão realizar-se mais duas subidas do CPM JC Group, correspondentes à 2ª sessão de warm-up do fim-de-semana e à 3ª de treinos oficiais. Também será neste período que se resolverão as contas da rampa regional, com duas subidas a contar para a classificação particular dessa competição. A tarde de domingo será o ponto algo do programa, transformando-se no palco das duas subidas “tira-teimas”. O pelotão do CPM JC Group dará tudo na 2ª e 3ª subidas oficiais de prova que resolverão todas as contas quando à geral e às classificações particulares das categorias, dos grupos e das classes.

  • Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida: Parcídio Summavielle quer fechar as contas da Divisão Turismo 1

    Ao volante do seu Renault Clio R3, o piloto de Fafe vai ao sul em busca de mais um título na sua divisão. O Top 5 da categoria é outro dos objetivos.

    O fim-de-semana que se avizinha leva o pelotão do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group até Setúbal, para enfrentar a icónica serra da Arrábida, palco da 3º jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    E entre eles vai estar Parcídio Summavielle que pode fechar as contas de novo título da Divisão Turismo 1 já nesta Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. Como tal, o consagrado piloto fafense assume que “renovar o título, uma vez mais, terá de ser o nosso objetivo prioritário, mas faz parte da minha forma de ser tentar estar na luta pelos lugares cimeiros em termos de categoria e mesmo absolutos e não vou à Arrábida sem ser com esse foco”.

    Atual 5º classificado na tabela pontual do campeonato de Turismos, Parcídio Summavielle quer “manter esse lugar nos cinco primeiros e, se possível, tentar subir mais um pouco. Um pódio final no campeonato da categoria será sempre difícil, mas vamos estar na luta e estaremos sempre prontos para aproveitar as oportunidades. A Arrábida será importante para definir as contas dos campeonatos”. Perante a possibilidade de chover durante o fim-de-semana, o fafense diz “não ser algo que me preocupe. Bem pelo contrário. Gosto muito de competir com os pisos molhados e tenho feito bons resultados nessas condições. De certa forma, a chuva até pode equilibrar mais as coisas pois a menor potência do meu Renault Clio R3 perante os carros dos adversários até poderá deixar de ser um fator negativo e permitir-nos sonhar com um lugar de topo!”.

    O Renault Clio R3 preparado pela PT Racing e equipado com pneus Kumho está “no topo da sua performance. A equipa tem feito um excelente trabalho e o carro foi alvo de uma revisão atenta, dando-me, como sempre totais garantias. É um carro fabuloso de conduzir e, podendo ser esta a última prova que faço com ele, quero fechar este capítulo em beleza!”.

    A prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal apresenta horários diferentes do habitual no campeonato maior de montanha. Desta feita, a competição começa logo na manhã de sábado, pelas 11 horas, estando previstas para o dia inicial a habitual sessão inaugural de warm-up e duas subidas oficiais de treinos. As 3 da tarde são apontadas como a hora de arranque da única subida oficial de prova da primeira jornada. Na manhã de domingo cumprir-se-ão mais duas sessões, uma de aquecimento e outra de treinos oficiais, ficando assim reservado para o começo da tarde as duas subidas finais e decisivas a contar para a classificação desta terceira prova da época.

  • Baja Portalegre 500: Pedro Dias da Silva e José Janela em busca de resultado de topo

    Está tudo a postos nas fileiras do PRK Sport Rally Team para a 34a edição da conceituada Baja Portalegre 500, numa organização da divisão ACP Motorsport, do ACP, jornada que conta, uma vez mais, para a Taça do Mundo FIA da modalidade, e que pontuará como a 5a e penúltima prova do entretanto restruturado Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno 2020.

    À semelhança das anteriores, serão de novo três as formações inscritas pela equipa nabantina: Pedro Dias da Silva/José Janela apresentam-se nos estradões de terra da capital do Alto Alentejo ao volante da versão mais recente da Ford Ranger EXR05 Proto (no 210), tendo como ‘escudeiros’ Edgar Condenso/Nuno Silva, em pick-up semelhante (no 217), surgindo ambos integrados na baja internacional de TT com o cunho da FIA. Já Michael Braun/Ivo Santos regressam ao activo aos comandos do Porsche Cayenne Proto (no 609), estando inscritos no denominado Evento Nacional.

    Quanto a objetivos Pedro Dias da Silva volta a apostar num bom resultado: “Eis-nos chegados à mais conceituada das provas nacionais de TT, evento onde pretendemos alcançar o resultado que, por uma razão ou por outra, nos tem fugido ao longo do corrente ano. A aposta recai na Ranger EXR05 Proto, viatura que estará à altura de nos permitir lutar com os nossos adversários, não só do habitual e forte leque de equipas do CPTT, como das formações estrangeiras inscritas. Estamos conscientes da dureza da prova e da validade dos nossos adversários, mas todos queremos alcançar aqui em Portalegre um resultado de relevo”.

    Com centro nevrálgico nas instalações da NERPOR, a Baja Portalegre 500 inicia-se com as habituais verificações técnicas e documentais da manhã de quinta-feira (5 de Novembro), que culminarão com a entrada das viaturas concorrentes em Parque Fechado. A secção competitiva desenrola-se ao longo dos dois dias seguintes, com outras tantas Etapas, contemplando 440 km cronometrados, integrados num percurso total de pouco mais de 606 km.

    A 1a Etapa inicia-se às 09h05 de sexta-feira (dia 6), levando os concorrentes até à Especial de Qualificação (SS1, 5 km), que começa para o primeiro na estrada às 09h30. Findo esse processo haverá um reagrupamento a anteceder o Sector Selectivo no2, troço cronometrado de 85 km e que tem início marcado para as 14h00. Segue-se uma passagem pelo Parque de Assistência (120 minutos), antes do regresso das viaturas ao Parque Fechado (18h10). No domingo (dia 7) corre-se a 2a Etapa, com partida madrugadora pelas 06h10, para depois se cumprirem os restantes dois Sectores Selectivos – SS3 (07h00, com 170 km) e SS4 (12h45, com 180 km) – intervalados por uma visita de 30 minutos às Assistências (09h30). O final desta 5a prova do CPTT 2020 está agendado para as 15h30, logo após o controlo de chegada do último Sector Selectivo.

  • Clássicos, Clássicos 1300 e Legends estão de volta ao Algarve

    O Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos, Clássicos 1300 e Legends está de regresso ao Autódromo Internacional do Algarve este fim de semana. Mais de 50 inscritos para o Portimão 2 – Super Racing Series. Medidas de segurança para prevenção da pandemia incrementadas.

    Apesar do aumento da incidência da Covid-19 em todo o país, o excelente exemplo dado por todos os participantes nas provas das disciplinas organizadas pela ANPAC permite que o evento seja realizado na data aprazada no calendário. E esta situação acaba por ser sublinhada a traço grosso pela adesão dos pilotos que vão, literalmente, inundar a pista do AIA.

    Serão quase 60 as equipas presentes no Portimão 2 – Super Racing Series, igualmente divididos entre os Clássicos, Clássicos 1300 e os Legends. Contas feitas, nos Clássicos e Clássicos 1300 estão inscritos 29 automóveis polvilhados pelas diversas classes. Destaque para a “armada” Ford com vários Escort RS, que vão tentar derrotar os Porsche 911 RSR, lembrando a estreia de um Mini Cooper do Gr.5 que vem animar as lutas neste agrupamento.

    Para João Macedo Silva, presidente da ANPAC “realmente impressiona que neste contexto, os pilotos dos Clássicos e dos Legends tenham respondido, uma vez mais, presente! É gratificante verificar que, uma vez mais, são os Clássicos e os Legends que mantêm a competição automóvel, na vertente da velocidade, em movimento sendo grandes contribuintes para os valores de retorno mediático da disciplina, superior a 3,6 milhões de euros. A direção da ANPAC está muito satisfeita com esta adesão dos pilotos e equipas e tudo fará para que em 2021 tenhamos ainda mais e melhor competição. Para o Portimão 2 – Super Racing Series, desejamos que todos possam contribuir para a manutenção da imagem de cumprimento das normas de segurança face á pandemia de Covid-19.”

    Carlos Vieira (Ford Escort RS 1600), João Macedo Silva (Porsche 911 RSR) e Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600), vão tentar reeditar as lutas experimentadas em Portimão e em Braga. Referência, ainda, para a presença de vários Ford Escort RS 2000 do Grupo 1, que vêm dar outro colorido à grelha de partida dos Clássicos.

    Entre os pilotos dos Clássicos 1300, a luta far-se-á entre os vários Datsun 1200 que preenchem as classes H71 – 1300 e H75 – 1300, aguardando-se uma aguerrida disputa pela vitória entre Luís Alegria e José Fafiães, com João Braga a espreitar uma oportunidade de se esgueirar rumo à vitória. 

    Nos Legends também estão inscritos 29 automóveis, com destaque para a categoria L99-2000 com o grosso dos participantes, numa grelha de partida que é diversificada e com carros para todos os gostos.

    Uma categoria cada vez mais interessante onde todos vão tentar contrariar o favoritismo do BMW 320d de Manuel Fernandes e Hugo Mestre (categoria Livre). Nessa fila de candidatos a destronar o BMW 320d encontramos os BMW M3 de Joaquim Soares e António Barros e os irreverentes Volvo 850 T5 de Miguel Monteiro e Filipe Matias e a sempre espetacular versão carrinha pilotada por Nuno Figueiredo.

    Os seis resilientes pilotos da categoria Feup 2 voltam a juntar-se para oferecer um espetáculo diferenciado na pista do AIA com os aguerridos Fiat Punto 85, sendo absolutamente imprevisível apontar um favorito á vitória. Destacar, ainda, a presença de Gustavo Moura Jr. com o seu Alfa Romeo 156 da categoria Feup 3, apostado em dar luta a carros mais potentes e velozes.

    Horário

    Sábado, 7 de novembro

    09.30 – 10.30 – Treinos privados – CPVC, CPVC 1300 e Legends

    11.50 – 12.10 – Legends – Treino Livre

    12.20 – 12.40 – CPVC e CPVC 1300 – Treino Livre

    14.45 – 15.05 – Legends – Treino Cronometrado

    15.15 – 15.35 – CPVC e CPVC 1300 – Treino Cronometrado

    Domingo, 08 de novembro

    10.40 – 11.05 – Legends – Corrida 1

    11.25 – 11.50 – CPVC e CPVC 1300 – Corrida 1

    14.10 – 14.30 – Legends – Corrida 2

    14.55 – 15.20 – CPVC e CPVC 1300 – Corrida 2

  • Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida: António Rodrigues quer manter pódio absoluto no campeonato

    Chegada a fase decisiva da época, o piloto do NJ Racing Team assume a ambição de dar seguimento a esta sua primeira época tempo inteiro no Campeonato de Portugal de Montanha e nem a previsão de chuva lhe tira o foco do pódio absoluto.

    O surto pandémico atirou o fecho da época desportiva da montanha para o mês de novembro e o pelotão do CPM JC Group tem agora pela frente a Rampa PÊQUEPÊ Arrábida, naquela que será a terceira jornada da temporada.

    Entre os candidatos a estarem no elenco de principais protagonistas da prova está António Rodrigues. O piloto duriense chega a Setúbal solidamente instalado no pódio absoluto do campeonato e, mesmo não sendo o sue objetivo e estando ciente das limitações competitivas que tem face a concorrentes com protótipos mais evoluídos, tem ainda hipóteses matemáticas de chegar ao título.

    O piloto dentista tem rubricado grandes exibições aos comandos do BRC CM 05 Evo preparado pela FR Power e é já visto como um dos mais fortes contendores do campeonato. Para a Arrábida, António Rodrigues quer “assumir desde o primeiro minuto muita concentração para poder reconhecer e estudar o traçado, pois, uma vez mais, vou-me estrear numa rampa deste campeonato. A nossa equipa vai tentar aproveitar ao máximo os dados que vamos recolher das sessões de treinos para afinarmos bem o BRC e podermos estar em condições de rodar forte nas subidas oficiais de prova”.

    Perante as previsões de chuva que poderá cair ao longo do fim-de-semana, o piloto do NJ Racing Team reconhece que será um fator “condicionante, até porque nunca guiei o BRC em piso molhado. Vou o meu melhor, sabendo que o carro não é o mais adequado para chuva, a exemplo do que acontece com os protótipos dos jeus adversários. Seja em que condições for, tudo farei para conquistar novo pódio absoluto”.

    A prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal apresenta horários diferentes do habitual no campeonato maior de montanha. Desta feita, a competição começa logo na manhã de sábado, pelas 11 horas, estando previstas para o dia inicial a habitual sessão inaugural de warm-up e duas subidas oficiais de treinos. As 3 da tarde são apontadas como a hora de arranque da única subida oficial de prova da primeira jornada. Na manhã de domingo cumprir-se-ão mais duas sessões, uma de aquecimento e outra de treinos oficiais, ficando assim reservado para o começo da tarde as duas subidas finais e decisivas a contar para a classificação desta terceira prova da época.

  • Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida: Joaquim Teixeira quer pódio entre os Turismo

    O piloto do Bompiso Racing Team vai à Arrábida defender a liderança que detém na tabela pontual da Categoria Turismo. Previsão de chuva condiciona as suas aspirações, mas não a ambição que lhe é característica.

    O próximo fim-de-semana traz o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group de volta à competição, disputando-se a terceira jornada desta época, no icónico traçado da Serra da Arrábida.

    Dentro do competitivo pelotão da modalidade, vai estar Joaquim Teixeira, como sempre aos comandos do Cupra TCR com as cores do Bompiso Racing Team. Para o galardoado piloto do Bompiso Racing Team, esta poderá ser uma estreia “a conduzir o Cupra TCR à chuva, caso apareça. Tenho perfeita noção de que, caso enfrentemos o piso molhado ao longo das subidas, estarei com menos condições para competir com os meus principais adversários na luta pela vitória entre os Turismo, porque utilizam carros com quatro rodas motrizes, o que torna logo à partida a luta muito desigual. Mas não desanimamos e ciente de que a minha equipa tudo fará para me entregar o Cupra nas melhores condições, vou dar tudo em pista para defender a liderança no campeonato!”.

    Mas isso não obsta que assuma que “mesmo assim, tudo irei fazer para conseguir o melhor resultado possível até à última subida, pois esta é uma jornada fundamental para as contas do campeonato. Só ficará a faltar Boticas e, por isso, quem vencer na Arrábida dá um passo muito importante para ser campeão”.

    Joaquim Teixeira não quis deixar passar este momento de antevisão da prova para “dar os parabéns ao Clube de Motorismo de Setúbal pelo tremendo esforço que estão a fazer para levar a prova para a frente. Após dois adiamentos devido ao surto pandémico, seria muito mais fácil desistir como outros fizeram, mas eles lutaram ate final para conseguir realizar a prova. Espero e estou certo que a prova vai decorrer de acordo com todas as regras de distanciamento e que todos irão utilizar sempre mascaras e gel desinfetante. As provas de montanha garantem o cumprimento de todas as apertadas regras da DGS, como ficou bem demonstrado na última prova, na Serra da Estrela”.

    O piloto e presidente da APPAM formulou ainda o desejo de que “o CPM JC Group possa voltar à normalidade em 2021, para que a família da Montanha tenha o público de volta e o nosso campeonato prossiga a senda de sucesso que tem conseguido”.

    A edição 2020 da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida apresenta horários diferentes do habitual no CPM JC Group . Desta feita, a competição começa logo na manhã de sábado, pelas 11 horas, estando previstas para o dia inicial a habitual sessão inaugural de warm-up e duas subidas oficiais de treinos. As 3 da tarde são apontadas como a hora de arranque da única subida oficial de prova da primeira jornada. Na manhã de domingo cumprir-se-ão mais duas sessões, uma de aquecimento e outra de treinos oficiais, ficando assim reservado para o começo da tarde as duas subidas finais e decisivas a contar para a classificação desta terceira prova da época.

  • Peugeot Rally Cup Ibérica 2020: Jornada dupla decide campeões

    A Peugeot Rally Cup Ibérica 2020 vai conhecer os seus Campeões já neste fim de semana, numa inédita jornada realizada na região de Alicante em Espanha – o Rally La Nucía-Mediterráneo – e que terá a particularidade de atribuir duas pontuações e, consequentemente, os títulos de 2020.

    São 10 as equipas inscritas na prova organizada pela Automóvil Club AIA, duas portuguesas e 8 espanholas, a grande maioria com os olhos nos títulos de 2020, tendo em conta que estão 60 pontos em jogo, divididos por um único dia. A vantagem atual recai para Alejandro Cachón/Alejandro López, Sergí Francoli/María Salvo e Pedro Antunes/Pedro Alves, os ocupantes provisórios dos lugares do pódio, grupo que se encontra separado por menos de 13 pontos.

    Corrido em asfalto, o Nucía-Mediterráneo divide-se, assim, em dois ralis, estabelecendo-se uma primeira classificação a meio da jornada, após as 4 Especiais da manhã, altura em que se atribuem as respetivas pontuações, para depois, à tarde, os contadores serem de novo recolocados a zero, reiniciando-se nova luta pela vitória, encontrando-se nova classificação no final das 4 Especiais da tarde. No seu todo, a prova estrutura-se em oito especiais, sendo cerca de 130 os quilómetros cronometrados.

    Esta foi a solução possível que a organização, a cargo da Peugeot Portugal e Peugeot Espanha, com logística da Sports & You, encontrou, na sequência da anulação do Rali Vidreiro, de modo a poderem contabilizar-se 4 pontuações, de acordo com o previsto na versão mais recente do Regulamento Desportivo da copa.

    PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – Lista de Inscritos

    Nº                Equipa                                    Pilotos                                    Copiloto

    26                Mavisa Sport                       Sergi Francoli                       Maria Salvo

    27                Mavisa Sport                       Oscar Palomo                      Jose Pintor

    28                TRS                                          Roberto Blach                     Alain Peña

    29                Alvemaco Sport                  Alejandro Cachon              Alejandro Lopez

    30                TRS                                          Alejandro Martin               Pedro Dominguez

    32                PT Racing                              Pedro Antunes                    Pedro Alves

    33                The Racing Factory           Pedro Almeida                    Hugo Magalhães

    34                Race Seven                           Álvaro Muñiz                       Javier Martinez

    35                GC Motorsport                   Daniel Berdomas               Brais Miron

    36                –                                                Jose Maria Reyes               Diego SanJuan

  • Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida: Montanha entra na fase decisiva

    A mítica Serra da Arrábida recebe já no próximo fim-de-semana a terceira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Será um fim-de-semana fulcral para as contas finais do campeonato, numa época encurtada e em que cada prova se transforma numa autêntica final.

    O evento apresenta um programa ambicioso, juntando às lides do CPM JC Group, uma Rampa Regional e a estreia do Desafio Kumho Solo Escort e representa um autêntico feito hercúleo dos organizadores que tem feito das tripas coração para conseguirem ultrapassar todos os problemas e limitações que a pandemia provocada pelo COVID-19 tem provocado.

    Numa época em que o calendário se viu reduzido a metade das oito provas previstas, a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida assume-se como muito importante para as contas finais do ano, podendo mesmo ser decisiva para atribuição de alguns títulos, sendo também motivo de interesse perceber se teremos repetição quanto à obtenção do triunfo ou terceiro vencedor absoluto diferente em outras tantas provas. Lembremos que José Correia, atual líder do campeonato absoluto, saiu vitorioso do arranque da época em Murça, enquanto João Fonseca reclamou o trono na Serra da Estrela. Serão de certeza também muito “quentes” as lutas pela primazia na discussão dos cetros entre os Turismos, os Legends e os Clássicos, sendo também a Arrábida momento importante para as contas das taças para os 1300cc. Fora da competição pura e dura, destaque para a presença de Armindo Araújo, que tripulará o carro de segurança que abrirá cada uma das subidas da prova.

    E quando estamos então prestes a ver acontecer o evento, Fernando Matias, líder do CMS, realça “os longos dias de trabalho dos fantásticos elementos deste clube, no terreno, em reuniões com as autoridades e com os parceiros, para podermos levar a bom porto esta terceira tentativa de realizar a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 202. Felizmente e de momento, contamos com o parecer positivo das autoridades de saúde e o total apoio do município e, caso não haja nenhuma situação de enorme emergência pública, está tudo reunido para que a rampa se realize”.  

    A crise socioeconómica tem afetado algumas listas de inscritos das provas de desporto motorizado que se têm realizado. O dirigente setubalense destaca “a lista de inscritos muito satisfatória que foi possível reunir e que rondará os 40 pilotos, distribuídos por todas as competições que a rampa vai promover”. As diretrizes da DGS e o necessário plano de contingência que tem de ser aplicado na prova deixou para outra altura “todo um programa de animação que tínhamos preparado para esta edição, mas a situação grave que no país atravessa merece de nós todo o respeito e toda a dedicação a fazer com que a segurança de todos seja protegida”. Aliás, são essas restrições que fazem com que “infelizmente a rampa seja feita sem público e com os acessos a todas as zonas do evento muito controlados para que não haja qualquer problema”. Como tal, Fernando Matias destaca a aposta forte que a organização fez “em levar a rampa até aos aficionados que não vão poder marcar presença, estando preparada uma emissão nas redes sociais do clube em live streaming, que, ao longo dos dois dias, vai transmitir durante cerca de dez horas”.

    Por razões de segurança relacionadas com as contingências gerais provocadas pelo surto pandémico, será este ano utilizado o chamado “traçado antigo”, com uma extensão de 3,1 kms, uma inclinação média de 6,2% e um desnível acumulado de 185 metros de ascensão, continuando a ser tecnicamente muito desafiante, para além de ser todo realizado perante uma paisagem deslumbrante, no interior da área protegida de uma das mais icónicas serras de Portugal.

    Uma das grandes novidades passa pelos horários do programa competitivo. Levando em linha de conta que já estamos sob a égide do horário de inverno, com a noite a começar a cair cedo, o Clube de Motorismo de Setúbal optou por colocar o início das subidas bem cedo.

    No sábado, o semáforo verde ligar-se-á pela primeira vez às 9 da manhã, com duas subidas de treinos da rampa regional. O pelotão do CPM JC Group enfrentará a pista por duas vezes, a partir das 11.00 horas, para a sessão de warm-up e dos 1ºs treinos oficiais, antes de um pequeno intervalo para almoço. As lides serão retomadas por volta das duas da tarde, com a 2ª sessão de treinos oficiais, estando a única subida oficial de prova deste primeiro dia aprazada para as 15.00 horas.

    O dia de domingo também tem arranque previsto para as 9.00 horas. No período matinal vão realizar-se mais duas subidas do CPM JC Group, correspondentes à 2ª sessão de warm-up do fim-de-semana e à 3ª de treinos oficiais. Também será neste período que se resolverão as contas da rampa regional, com duas subidas a contar para a classificação particular dessa competição. A tarde de domingo será o ponto algo do programa, transformando-se no palco das duas subidas “tira-teimas”. O pelotão do CPM JC Group dará tudo na 2ª e 3ª subidas oficiais de prova que resolverão todas as contas quando à geral e às classificações particulares das categorias, dos grupos e das classes.

  • Desafio Kumho Portugal vai integrar Troféu de Ralis de Asfalto dos Açores em 2021

    Na próxima época, a emoção habitual das lutas acesas pela primazia no Desafio Kumho Portugal também ocorrerá nos Açores, com o nascimento do Desafio Kumho Açores Asfalto (DKAA) que, na sua primeira época, terá as viaturas com duas rodas motrizes como principais protagonistas.

    Mesmo quando ainda estamos na reta final de uma época atribulada e atípica, fruto dos fortes efeitos provocados pela crise pandémica, as atenções viram-se já para a preparação da época 2021 e a 4ª edição do Desafio Kumho Portugal irá apresentar muitas novidades, sendo que uma das principais está já assegurada.

    A competição Kumho parte à conquista dos Açores, mercê de uma parceria já firmada entre a ASR Tyres, que tutela a Kumho Motorsport em Portugal e Espanha e as entidades que, no seu conjunto, formam o promotor do Troféu Ralis de Asfalto dos Açores (TRAA): Terceira Automóvel Clube, Clube Asas do Atlântico, Pico Automóvel Clube e AGROPROME.

    Este avanço na presença da Kumho Motorsport no arquipélago açoriano dá seguimento à presença já efetiva nos ralis da região autónoma, que tem sido assumida pelas duplas Ricardo M. Moura/Fábio Silva (Peugeot 206 RC), Paulo Silva/Duarte Martins (Subaru Imprenza) e Fábio Silva/Gustavo Silva (Citroen Saxo), sendo de prever que muitos mais se juntarão em 2021 à “armada” Kumho insular.

    A 1ª edição do Desafio Kumho Açores Asfalto será composta por 5 provas, sendo que 4 delas integrarão o Campeonato de Ralis dos Açores. A outra prova será realizada na Ilha Graciosa. Para Alfonso Salgueiro, administrador da ASR Tyres, esta é “uma enorme oportunidade para a Kumho Motorsport ganhar importância e protagonismo dos ralis açorianos, sendo também e uma vez mais, a nossa forma de colaborar na promoção dos ralis em Portugal, estabelecendo esta excelente parceria que dotará os ralis açorianos de mais uma competição aguerrida, aliciante nos prémios e nos apoios que damos aos pilotos que participam nas nossas iniciativas e que têm demonstrado grande satisfação com a escolha dos pneus Kumho, pela sua competitividade e pela importância que o nosso apoio tem assumido para a gestão das suas épocas”.

    Já para Paulo Silveira, Presidente do Terceira Automóvel Clube, esta parceria “traz uma nova vida aos ralis açorianos, sendo de realçar que ao colocar os carros de duas rodas motrizes como protagonistas principais, dá uma fantástica oportunidade às equipas que utilizam este tipo de viatura de estarem na luta por um troféu prestigiante e com prémios aliciantes. É justo que assim seja até porque os carros de duas rodas motrizes são a maioria do parque automóvel que compete nos ralis açorianos”.

    No entanto, a comissão organizadora do DKAA estuda a forma de poder acolher e apoiar os 4WD para passarem a integrar a “armada” Kumho açoriana, embora sem pontuarem para o DKAA. Aguardando a publicação oficial por parte da FPAK do calendário regional açoriano de ralis para 2021, a ASR Tyres e os clubes promotores envolvidos nesta parceria remetem para uma futura apresentação oficial do Desafio Kumho Açores Asfalto mais detalhes sobre o regulamento em geral e os prémios em particular.

  • Ramos e Chaves Campeões do GT Open Internacional

    Num fim de semana que estava a correr de feição, a uma volta do fim da corrida, o McLaren da dupla portuguesa foi posto fora de pista para a vitória nessa corrida e com isso, arredado da vitória mais que certa no Campeonato. Felizmente ainda existe justiça e o Colégio de Comissários viria a considerar a manobra de Abril como antidesportiva e após essa decisão o titulo viria a ser atribuído a Miguel Ramos e Henrique Chaves.

    Chegou-se a pensar que a dupla Portuguesa constituída por Miguel Ramos e Henrique Chaves iriam ser espoliados da vitória no International GT Open 2020. Um fim de semana que foi preparado ao pormenor e no qual a corrida de sábado foi desenhada em termos de classificação e handicaps, para tentar garantir a vitória este domingo.

    E tudo parecia estar a correr bem, pois Chaves arrancou muito bem do terceiro lugar e ainda na primeira curva conseguiu ultrapassar o Ferrari #17 dos principais opositores para o Campeonato, na altura pilotado por Louis Prette. Durante a primeira parte da corrida, Henrique Chaves foi conseguindo construir uma razoável vantagem ao que aliado ao menor tempo de paragem durante a troca de pilotos, permitiria a Miguel Ramos entrar em pista bastante confortável na liderança da corrida.

    Com efeito Miguel Ramos entrou para o seu turno com cerca de 15seg de vantagem o que lhe permitiu fazer um turno com todas as cautelas, pois bastaria garantir o primeiro lugar em que se encontrava. Com o que Ramos não contava era com o segundo Ferrari da AF Corse de Ortelli que se atrasou propositadamente e se “plantou” à espera de Ramos e depois na frente do piloto Português, durante cerca de oito voltas ilegalmente porque ia ser dobrado, o fez atrasar, provocando a rápida aproximação do Ferrari de Abril, que estava na luta com Ramos pelo título. A quatro voltas do fim, Ramos consegue passar Ortelli, e quando chega o seu colega de equipa, Ortelli deixa-o passar. 

    Os dois principais candidatos ao título tiveram um final de corrida de alta tensão e assim se aguentaram durante mais três voltas, até que Abril empurrou deliberadamente Ramos para fora de pista e com o McLaren na gravilha, foi impossível a Miguel Ramos continuar em prova. Tudo estava premeditado porque Abril já tinha uma penalização de 2 segundos por não ter cumprido o handicap e sabia que não bastaria passar Ramos, porque a uma volta e meia do final, seria impossível ganhar 2 segundos. 

    Foi quase impossível arrancar algumas palavras a Miguel Ramos, pois o desalento era enorme logo no final da prova, de qualquer modo e logo que chegou à box acompanhado pelo patrão da equipa, Teo Martín, Ramos ainda deixou escapar “Não pode valer tudo na vida e nas corridas também não. Já ganhei muitas corridas, já perdi muitas, já tive lutas muito duras, mas o que se passou este fim de semana aqui em Barcelona é lamentável. Primeiro foi o Ortelli no segundo carro da AF Corse que me bloqueou durante metade do meu stint e depois quando finalmente com caminho livre e pensava eu que ia ter uma luta muito dura mas leal, como sempre sou, com o Abril pela vitória, eis que sem nenhum sentido ele tenta passar onde não há a mínima hipótese. Eu fiz a minha trajetória normal, estou a tocar no corretor interno e de repente levei uma pancada na traseira esquerda, ficando sem a mínima hipótese de me manter em pista. Infelizmente parei na caixa de gravilha e por isso era impossível continuar. Se eles fossem mais fortes, haveriam de conseguir passar em pista e não precisariam deste tipo de golpes sujos. Entendo que estivessem desesperados, mas assim não“.

    Entretanto e horas mais tarde, após a reunião do Colégio de Comissários na qual foi realizada justiça, Miguel Ramos e Henrique Chaves foram declarados Campeões. “A justiça por vezes tarda, mas desta feita não faltou. Fizemos uma época fantástica, liderando desde o primeiro fim de semana até ao último, pelo que acho que somos uns justos vencedores. Muitos parabéns a toda a estrutura da Teo Martín Motorsport, ao Teo e ao meu parceiro, o Henrique, que esteve sempre a muito alto nível toda a temporada”, comentou Miguel Ramos à saída do Circuito de Barcelona.

    Já Henrique Chaves, que este ano completou o seu segundo ano no mundo dos GT, era o espelho da felicidade após todas as decisões tomadas. “Foi uma temporada comprimida em poucos meses e em que tivemos de estar sempre no nosso melhor. Penso que fomos os mais fortes ao longo da época, mostrando sempre rapidez e consistência. Este título é o prémio pelo trabalho que desenvolvemos durante todo o ano. Quero dar os parabéns à Teo Martín Motorsport e ao Miguel e agradecer todo o apoio dos patrocinadores, familiares e amigos. Agora temos de celebrar”, concluiu o português.