Estão abertas as inscrições para o 15º Rally Flor do Alentejo, terceira prova pontuável para o Campeonato Start Sul de Ralis e Campeonato Start 2RM Sul de Ralis que nos dias 25 e 26 de maio vai percorrer as pistas da Cidade de Serpa.
As inscrições para esta competição organizada pela Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense (SAR), sob a chancela da Federação de Automobilismo e Karting (FPAK) terminam a dia 19 deste mês. Os pilotos e equipas interessados deverão efetivar a sua inscrição acedendo ao portal da Federação em: https://portal.fpak.pt/races/inscricoes/1763
O Rally Flor do Alentejo terá o seu centro operacional em Serpa, com o Secretariado sediado junto ao Jardim de Serpa e o Parque fechado instalado na Rua José Manuel da Graça Afreixo. A prova disputada em piso de terra compreende um total 213.43km, divididos por seis Provas Especiais de Classificação (PEC) e uma Super Especial a única disputada em asfalto com um total de 61,86Km, divididos por duas etapas.
A prova arranca desportivamente no Sábado, dia 25 de maio com a PEC Santa Iria 1 de 8,88 km, seguida de uma segunda passagem pelo mesmo percurso. À noite, pelas 22h00 tem lugar a Super Especial em Serpa, com 2,26 km.
Domingo, dia 26 de maio, disputam-se as restantes quatro especiais, duas de manhã (Flor do Alentejo 1 e Serpa Terra Forte 1), com 10,81km e 10,11km, respetivamente. A parte da tarde contempla uma segunda passagem pelos referidos percursos.
A cerimónia de entrega de prémios está agendada para as 16h00 de domingo, no pódio junto ao Parque Fechado.
Duas semanas depois, Hugo Lopes e Magda Oliveira voltam a competir para o Campeonato de Portugal de Ralis, desta feita na prova portuguesa do Campeonato do Mundo de Ralis, o WRC Rally de Portugal, com o objetivo de repetir a vitória alcançada nas duas provas anteriores.
Tal como, Hugo Lopes, embaixador de Viseu, refere, competir no maior evento automobilístico em Portugal, é: “muito especial e importante para o projeto e patrocinadores! É enorme o apoio que sentimos durante toda a semana e estar inserido nela traz-nos bastante retorno e experiência.“
Em termos competitivos, Hugo Lopes explica que: “o Campeonato de Portugal de Ralis – 2RM volta aos exigentes troços do centro de Portugal disputados na sexta-feira. Espera-nos um dos dias mais exigentes do Campeonato, onde não teremos assistência entre passagens e os troços pelas suas características naturais acabam por ser os que ficam mais degradados. Será importante gerir muito bem a mecânica e não furar para obter um bom resultado! Será sem dúvida muito desafiante, mas correr junto dos melhores e perto de casa, com tanto apoio, dá-nos muita motivação extra para repetirmos o resultado das duas primeiras corridas da época!“.
O WRC Rally de Portugal vai para a estrada na quinta-feira, dia 9 de maio. Na parte da manhã os pilotos terão o último teste oficial com o Shakedown, estando o arranque marcado para o fim da tarde em Coimbra. Os pilotos seguirão diretamente para a Figueira da Foz onde disputarão a super-especial noturna. A parte competitiva para os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis termina na sexta-feira, dia 10 de maio, após dupla passagem pelos troços de Mortágua, Lousã, Góis e Arganil.
O Porsche Club Portugal, em parceria com o Clube Escape Livre, organizou mais um encontro dos seus associados no passado fim de semana, tendo como base o Alambique Hotel Resort & Spa e as belas estradas raianas de Idanha e Castelo Branco, ideais para libertar o prazer de condução que os automóveis da marca de Zuffenhausen oferecem.
O desafio proposto pelo Porsche Club Portugal e aceite pelo Clube Escape Livre uniu descoberta, convívio e prazer de condução num encontro muito especial que teve como base uma das melhores unidades hoteleiras da Beira. Falamos do Alambique Hotel Resort & Spa que abriu as portas do Golden Rock Spa aos mais de 60 participantes deste evento em 30 viaturas Porsche dos mais diversos modelos.
Depois do primeiro dia reservado à receção dos participantes, a ação começou no sábado com ligação a Penha Garcia por estradas muito interessantes e com desafios suficientes para colocar à prova as muitas qualidades dos modelos Porsche. A visita a Penha Garcia foi o destaque cultural da manhã que terminou no fantástico ambiente do Hotel Fonte Santa em Monfortinho, onde decorreu o almoço.
A Câmara Municipal de Idanha não quis deixar passar a presença do Porsche Club Portugal sem proporcionar, também, uma visita guiada à aldeia histórica de Idanha-a-Velha, segundo momento cultural do dia. O regresso ao Alambique Hotel Resort & Spa voltou a ser feito pelas belas estradas serranas a tempo de todos desfrutarem mais um pouco do Golden Rock Spa.
O derradeiro dia do Encontro Porsche Club Portugal terminou em Castelo Branco com paragem e visita a Alpedrinha, onde a Junta de Freguesia quis receber a caravana com um reconfortante café e algumas lembranças.
O Encontro Porsche Clube Portugal seguiu para o Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco, estrutura da responsabilidade da Escuderia de Castelo Branco, onde foi realizada uma corrida de karting, e uma prova de regularidade. O almoço de encerramento e entrega de prémios decorreu na Quinta da Dança.
Para o Presidente do Porsche Club Portugal, António Beça, “o Passeio ao Fundão 2024, foi o primeiro evento formal realizado pela nova direção do Porsche Club Portugal, e ficamos extremamente satisfeitos pelo feedback positivo que recebemos de todos participantes, que expressaram grande apreço pela qualidade e variedade de atividades propostas e pelo grande divertimento proporcionado. Por isso expressamos os nossos mais sinceros agradecimentos à equipa do Clube Escape Livre, pelo profissionalismo, simpatia, disponibilidade e eficiência que permitiram proporcionar uma experiência verdadeiramente memorável a todos os participantes.”
O Clube Escape Livre utilizou na organização deste Encontro Porsche Club Portugal uma viatura Porsche cedida pelo Centro Porsche do Porto.
A 57.ª edição do Vodafone Rally de Portugal está em marcha. Na Exponor, em Matosinhos, foi dia das primeiras verificações administrativas para várias equipas. E já se ouviram os motores no Monday Test, realizado na zona de Fafe, com máquinas e pilotos do WRC2. Amanhã, começam os reconhecimentos para as classificativas do Centro e Norte do país.
A maioria das equipas que vão participar na prova do ACP já montaram as suas estruturas no recinto da Exponor, em Matosinhos. O dia foi reservado às primeiras verificações administrativas, à sessão de reconhecimentos (facultativa) para o Shakedown de Baltar, para a classificativa de Paredes e para a Super-Especial de Lousada, e ao teste oficial que antecede o rali, o Monday Test, que, como é habitual, reuniu sobretudo máquinas e pilotos do WRC2, no troço de Lagoa, em Fafe.
RECCE Lousada during the Rally Portugal 2024, 5th round of the 2024 WRC World Rally Championship, from May 06 to 12, 2024 in Porto, Portugal – Photo Antonio Silva / ACP
Para amanhã está prevista a chegada das restantes equipas à Exponor, no mesmo dia em que começam os reconhecimentos obrigatórios para os troços da região Centro. Na quarta-feira, realizam-se os reconhecimentos para as classificativas da região Norte.
Com a previsão de temperaturas elevadas para os próximos dias, é expectável que a água deixada nos troços pela chuva das últimas semanas possa secar, mas deixando os pisos mais compactados do que na edição do ano passado.
Quinta prova do Campeonato do Mundo de Ralis, o Vodafone Rally de Portugal tem a maior lista de inscritos até ao momento da época do WRC, sendo também pontuável também para o Campeonato de Portugal de Ralis.
Entre as 69 equipas inscritas, destaque para vários naturais candidatos à vitória, como o vencedor das últimas edições do Vodafone Rally de Portugal, Kalle Rovanperä, que fez questão de regressar ao campeonato em Portugal. O mesmo acontece com o seu companheiro de equipa, na Toyota Gazoo Racing, Sébastien Ogier, o recordista de vitórias (cinco) na prova, que tentará, novamente, desempatar essa marca histórica que partilha com Markku Alén. A Toyota, aliás, surge na máxima força em Portugal, já que Elfyn Evans (atual segundo classificado do WRC) também quer repetir a vitória de 2021, e Takamoto Katsuta procura o seu primeiro pódio na prova portuguesa.
Líder do Mundial de Pilotos, Thierry Neuville é o ‘ponta de lança’ da Hyundai Shell Mobis no ataque ao título e à vitória em Portugal. O belga, que tem seis pontos de vantagem sobre Evans no Mundial, é outro antigo vencedor do Vodafone Rally de Portugal (2018), tal como o seu companheiro de equipa Ott Tänak (2019), que tenta recuperar de um início de campeonato atribulado. A marca sul-coreana também traz o veterano Dani Sordo, outro especialista dos troços portugueses e crónico candidato aos lugares do pódio.
Do lado da M-Sport Ford, as grandes esperanças recaem em Adrien Fourmaux, uma das surpresas da época, que ocupa atualmente o terceiro lugar do Mundial. O francês já conseguiu dois pódios este ano, na Suécia e no Safari – Quénia, tendo, naturalmente, maiores aspirações do que o seu jovem companheiro de equipa, Grégoire Munster.
No extenso e competitivo plantel do WRC2, onde alinham os carros da categoria Rally2, grande expectativa para a batalhar entre Yohan Rossel (Citroën) e Oliver Solberg (Skoda), que partilham a liderança do campeonato, a que se juntam nomes como Nikolay Gryazin (Citroën), Pepe López (Ford) ou Sami Pajari (Toyota), e pilotos que já andaram pelos Rally1 da categoria-rainha, como Teemu Suninen (Hyundai), Pierre-Louis Loubet (Skoda) e Gus Greensmith (Skoda).
No Campeonato de Portugal de Ralis, Kris Meeke (Hyundai) tem dominado as operações, mas terá de ‘sobreviver’ à dureza do Vodafone Rally de Portugal, que atribuiu as suas pontuações para o CPR no final da nona classificativa, na sexta-feira. Armindo Araújo (Skoda), Lucas Simões (Ford), Ricardo Teodósio (Hyundai), José Pedro Fontes (Citroën), Pedro Almeida (Skoda) e Ernesto Cunha (Skoda) também vão tentar brilhar no rali mais especial do ano. No CPR 2 Rodas Motrizes, o líder é Hugo Lopes (Peugeot), embora o campeão em título, Gonçalo Henriques (Renault), também seja um natural favorito à vitória.
RECCE Lousada during the Rally Portugal 2024, 5th round of the 2024 WRC World Rally Championship, from May 06 to 12, 2024 in Porto, Portugal – Photo Antonio Silva / ACP
Para sentir ao vivo a adrenalina das grandes máquinas, a organização divulgou uma plataforma de navegação por GPS com indicações sobre como chegar a cada uma das 39 Zonas-Espetáculo. A segurança de todos é fundamental para a grande festa que é o WRC Vodafone Rally de Portugal.
A edição deste ano, cujo percurso pode conhecer em detalhe neste vídeo, volta a ter a partida cerimonial em Coimbra, na quinta-feira, 9 de maio, inaugurando um percurso que inclui 22 classificativas (o maior número desde 2012) e que atravessa 15 concelhos das regiões Centro e Norte do país: Amarante, Arganil, Cabeceiras de Basto, Coimbra, Fafe, Felgueiras, Figueira da Foz, Góis, Lousada, Lousã, Matosinhos, Mondim de Basto, Mortágua, Paredes e Vieira do Minho.
Entre quinta-feira e domingo, o Parque de Assistência na Exponor tem acesso livre para o público, no seguinte horário:
A equipa apresentou na Rampa Porca de Murça o seu quarteto liderado por José Carlos Pouca Sorte e que incluiu João Macedo, Carlos Almeida Pouca Sorte e Celso Fonseca. Exibições sólidas coroadas com lugares de relevo, incluindo a conquista de um pódio, marcaram mais uma jornada de Montanha onde a Megamotors se assumiu uma vez mais, como um coletivo competitivo.
José Carlos Pouca Sorte deu continuidade à sua adaptação ao Porsche 997 GT3 CUP e à Categoria GT. O consagrado piloto natural de Resende em uma capacidade natural de grande nível e isso tem sido visível na forma como enfrenta pilotos mais experientes e com carros num grau de competitividade mais acima.
Em Murça foi melhorando paulatinamente as suas marcas, sendo recompensado com um positivo 7º lugar entre os GT, sendo agora sexto na tabela do campeonato.
João Macedo e Carlos Correia Poucas Sorte protagonizaram um interessante duelo entre colegas de equipa pelo 3º lugar do pódio do Grupo Super Challenge D, com o regressado piloto felgueirense a impor o seu BMW 328is face ao jovem de Resende que enfrentou alguns problemas que limitaram o andamento da sua BMW 320 SW e se quedou pelo 4º posto.
Celso Fonseca conseguiu “espremer” todo o sumo competitivo do seu Citroen Saxo, vendo a sua boa exibição ser coroada com um bom 5º lugar.
As “estrelas” do Campeonato da Europa de Montanha, que se juntarão às do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e ainda aos concorrentes da Rampa Regional, voltam a marcar encontro, nos próximos dias 18 e 19 deste mês de maio, na 43ª edição da Rampa Internacional da Falperra.
O evento organizado pelo Clube Automóvel do Minho (CAM), no traçado de 5,2 quilómetros que termina no Sameiro, continua a ser o evento desportivo de excelência da cidade de Braga e uma tradição bem enraizada nas gentes locais e das regiões vizinhas, incluindo Espanha. Mais de 150 mil espetadores serão esperados naquele fim de semana na rampa minhota.
“Acredito estarem reunidas todas as condições para que esta edição da Rampa da Falperra repita o êxito alcançado nos últimos anos. Temos vindo a trabalhar para evoluir, a nível de organização, em todas as áreas e o nosso grande foco este ano incidiu, em especial, tanto na segurança como na sustentabilidade ambiental”, adianta Rogério Peixoto, presidente do CAM.
De acordo com os resultados de um estudo efetuado relativo à Rampa da Falperra’2023 e ao seu impacto ambiental, a maior pegada de carbono foi proveniente de fontes não controláveis, nomeadamente das necessárias viagens de avião dos pilotos do Europeu desde o seu país de origem. Nesse âmbito, entre as novidades a implementar agora destacam-se a utilização de uma frota de veículos elétricos por parte da organização do evento. Ainda contribuindo para a minimização do impacto ambiental, destaca-se o fim do uso do papel na comunicação, substituído pela via digital, daí que o Quadro Oficial da competição passe a estar disponível na plataforma Sportity. De igual modo, a distribuição de água (pilotos e equipas, etc.) deixa de ser feita em garrafas plásticas, mas sim com depósitos próprios e em copos biodegradáveis, ação promovida com o contributo da AGERE E.M. Na época de plantio, e para compensar as emissões de carbono tanto do ano passado como desta edição da rampa, está prevista a plantação de mais de três a seis centenas de árvores.
No capítulo da segurança, o CAM não apenas conseguiu aumentar a área de “rails” em mais 150 metros, com a instalação de guardas metálicas simples e duplas em zonas que estavam desprotegidas, mas também melhorar a qualidade do piso em diversas zonas do traçado. A colocação de novos tapetes de asfalto permitiu, por exemplo, eliminar a depressão que existia na travagem para a Curva da Morte. Com os melhoramentos agora introduzidos, será de prever que os 5.200 metros de perímetro da rampa fiquem um pouco mais rápidos.
Em matéria de conforto para os espetadores, de assinalar que vão ser colocadas ao longo da rampa mais WC portáteis.
Primeira vitória do francês Geoffrey Schatz
O Campeonato da Europa de Montanha, que terá na Falperra a sua terceira prova da época, teve início há uma semana, em Rechberg, na Áustria, e, para grande surpresa, Geoffrey Schatz, na estreia do seu Nova NP01-2 C Honda Turbo, sagrou-se vencedor (da geral e da categoria 2), ao bater o italiano campeão em título Christian Merli (Osella FA 30 Judd LRM) por uma margem de 1.574s.
Esta foi a primeira vitória do piloto da Borgonha, quatro vezes campeão de França de montanha, a nível internacional. Recorde-se que em 2021, no Masters FIA de Montanha, Schatz foi segundo classificado na Falperra e este ano perfila-se como um sério candidato a destronar o “rei” Christian Merli.
Ainda em Rechberg, o espanhol Joseba Lanzagorta (Nova NP01-2C Honda Turbo) foi terceiro classificado, à frente do alemão Corentin Starck (Nova NP01-2 Mugen), do checo Petr Trnka (Norma M20FC Mugen), do francês Kevin Petit (Revolt 3P0 Honda Turbo) e do alemão Alexander Hin (Osella FA30 Zytek).
Na categoria 1, o austríaco Karl Schagerl, que em 2023 foi um dos protagonistas da prova portuguesa com o seu potente (700 cv) VW Golf Rallye TFSI, brilhou em casa, subindo ao lugar mais alto do pódio. O checo Ronnie Bratschi (Mitsubishi Lancer Evo 7RS) terminou em segundo, com o último lugar do pódio a ser garantido pelo alemão Jorg Weidinger (BMW Z4 GT3). Entre os mais rápidos estiveram pilotos que o ano passado competiram na Falperra, como o francês Nicolas Werver (Porsche 997 GT3 R), o polaco Karol Krupa (Skoda Fabia CT) e o atual campeão europeu da categoria 1, macedónio Igor Stefanovski que trocou este ano o Hyundai i30 N TCR por um espetacular Ferrari 488 Challenge Evo.
PROGRAMA DA 43ª RAMPA INTERNACIONAL DA FALPERRA
SEXTA-FEIRA (17 maio)
10:00/17:30 – Verificações Administrativas: Hotel João Paulo II.
10:30/18:00 – Verificações Técnicas: em frente ao Hotel João Paulo II, na Avenida Nossa
Senhora do Sameiro.
11:30/19:00 – Exposição de Viaturas de Competição: Largo do Pópulo.
19:00 – Desfile de Viaturas de Competição pelas principais ruas da cidade de Braga.
SÁBADO
07:30 – Fecho da Pista (Km 30 da EN 309).
08:30 – Warm Up do Campeonato de Portugal de Montanha.
09:30/12:05 – Treino Oficial 1: Rampa Regional, Campeonato de Portugal de Montanha e
Campeonato Europeu de Montanha.
12:40/15:15 – Treino Oficial 2: Rampa Regional, Campeonato de Portugal de Montanha e
Campeonato Europeu de Montanha.
15:50/16:50 – Corrida Oficial 1: Rampa Regional
17:25/18:25 – Corrida Oficial 1: Campeonato de Portugal de Montanha e Treino Oficial 3:
Campeonato Europeu de Montanha.
DOMINGO
07:00 – Fecho da Pista (Km 30 da EN 309)
08:00 – Corrida Oficial 2: Rampa Regional
09:35/10:35 – Corrida Oficial 1: Campeonato Europeu de Montanha e Treino Oficial 3:
Campeonato de Portugal de Montanha.
11:50/12:50 – Corrida Oficial 2: Campeonato de Portugal de Montanha e Campeonato
Europeu de Montanha.
14:05/15:05 – Corrida Oficial 3: Campeonato de Portugal de Montanha e Campeonato
Europeu de Montanha. 16:00 – Pódio: Escadaria do Sameiro.
A dupla penafidelense Filipe Teixeira / António Campos cilindraram a concorrência na edição de 2024 do Rali de Santo Tirso, a terceira prova do Campeonato Start Norte de Ralis numa organização do Clube Automóvel de Santo Tirso com o apoio da Câmara Municipal de Santo Tirso.
As condições climatéricas instáveis foram a maior dificuldade de todas as equipas presentes, com os tempos muitas vezes a refletirem o grande peso que as escolhas de pneus tiveram nas prestações, mas também com percalços causados pelos pisos traiçoeiros dos troços competitivos.
Na super-especial de 6ª feira Marco Oliveira e Ricardo Sousa impuseram o VW Polo N5 com enorme autoridade. Durante a manhã de Sábado Jorge Santos / Vitor Hugo conseguiram chegar à liderança apesar de um pião na terceira classificativa, Marco Oliveira e Ricardo Sousa chegaram a Santo Tirso para a pausa de almoço com o VW Polo N5 a apenas 0,9s dos líderes e também com um pião “no bolso”. Filipe Teixeira e António Campos colocavam o Peugeot 208 R2 no 3º posto a 6,9s depois de terem passado pela liderança ainda durante a manhã numa prestação notável dada a inferioridade técnica do seu carro face aos adversários que tinham à frente. A luta prometia para a parte da tarde.
Logo na primeira passagem por Guimarei / Serra Jorge Santos faz outro pião e deixa Marco Oliveira isolado na frente, mas seria sol de “pouca dura” porque os homens do VW Polo desistiriam no troço seguinte com uma saída de estrada. Esse troço – a primeira passagem por “Serra da Agrela” – seria fatal também para Fernando Teotónio e Luís Morgadinho (estavam no 6º lugar) que acabavam com o Mitsubishi Lancer Evo IX fora de estrada. Ainda nesse troço José Gil / Ivo Machado, que eram até então a melhor dupla tirsense no 13º lugar, viam o Ford Escort RS MKI recusar-se a colaborar. Com estes acontecimentos Filipe Teixeira / António Campos ficavam na liderança com 17 segundos de vantagem e apenas dois troços por disputar.
A segunda ronda pelos troços da tarde não trouxe novidades nos lugares da frente, com a dupla do Peugeot 208 R2 a conseguir o triunfo à geral, triunfo no Campeonato Start e ainda no Campeonato Start de duas rodas motrizes, uma vitória em toda a linha que lhes permitiu dilatar ainda mais a liderança nos dois campeonatos. Jorge Santos / Vitor Hugo conseguiram o 2º posto na estreia do Citroen C3 Rally2 a 26,9s da frente mas sem pontuar para o campeonato dado o facto do C3 Rally2 não ser elegível para tal. O açoriano Rui Borges navegado por Fábio Reis num Citroen C3 N5 completou o pódio da geral.
Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão no Mitsubishi Lancer Evo VIII posicionaram-se no 4º lugar e Mário Castro / Ricardo Cunha aproveitaram bem os troços molhados para conseguir levar o Ford Fiesta Ecoboost ao 5ºlugar da geral a que correspondeu o 2º posto entre os carros de duas rodas motrizes.
No que respeita aos pilotos do concelho de Santo Tirso Rui Marçal de Lima navegado por Margarida Allen Gouveia conseguiu levar o Opel Adam ao 12º lugar da geral, ao passo que João Andrade navegado por Pedro Santana ficou a apenas 3,6s com o Peugeot 208 Rally4. Curiosamente Andrade ultrapassou no último troço outra dupla Tirsense – Hélder Martins navegado pela sua filha Carolina Martins de apenas 16 anos.
Por sua vez a irmã desta – Carina Martins – navegou Parcídio Sumavielle ao 9º lugar da geral. Para Rui Marçal de Lima foi a estreia em ralis com uma excelente prestação, ao passo que para João Andrade uma saída de estrada logo ao início da manhã lavou-o a perder mais de dois minutos impedindo-o de lutar por uma posição no pódio da geral.
É sempre com grande expetativa que os adeptos da modalidade aguardam cada novo RallySpirit, que este ano evoca a «lendária» equipa Diabolique e os saudosos Joaquim Santos e Miguel Oliveira. Esta edição volta a confirmar a aposta na qualidade (e quantidade), com um lote muito diversificado de cerca de 120 carros extraordinários que marcaram e marcam a história dos ralis mundiais.
O impressionante número de 20 Grupo B confirmados é naturalmente a cereja no topo do bolo do RallySpirit 2024, que vai para a estrada já daqui a menos de um mês, a 30 de maio, não sendo de ignorar os fantásticos Grupo A, Kit-Car ou WRC, que também estarão presentes, num ano em que aumenta significativamente a participação de concorrentes internacionais.
A prova organizada pela X Racing, com a habitual colaboração desportiva do Clube Automóvel de Santo Tirso, integra o exclusivo circuito dos Rally-Legends europeus, Slowly Sideways Europe, e é um dos mais aguardados eventos do desporto motorizado em Portugal. Mantém sede em Barcelos, apresentando um programa de três dias, com algumas novidades relativamente a 2023.
Depois das verificações técnicas ao longo da manhã de quinta-feira, dia 30 de maio (feriado), o RallySpirit 2024 parte da Foz do Douro – Porto, pelas 16h00, para logo de seguida se disputar uma super especial do outro lado do rio, em Vila Nova de Gaia. Segue depois em direção a Barcelos, com passagem no centro de Santo Tirso, e com a realização de duas classificativas noturnas, as já conhecidas Santo Tirso e Barcelos Sul.
Na sexta-feira, depois de uma manhã dedicada às assistências, no Campo da Feira – Barcelos, a comitiva dirige-se a Terras de Bouro e Vila Verde, para a realização de mais três especiais. Prossegue com o reagrupamento no centro de Vila Verde, que antecede uma das principais novidades deste RallySpirit 2024, a super especial no circuito bracarense de Vasco Sameiro, ao final da tarde. Após o regresso a Barcelos, os carros ficam em exposição a partir das 19h00.
Já no sábado, o percurso concentra-se em Barcelos, com a dupla passagem pelas habituais classificativas Barcelos Oeste e Barcelos Sul, merecendo esta última particular destaque, pelo facto de também se disputar em sistema de “boucles”, outra das novidades deste ano e que fará certamente as «delícias» dos espectadores. A prova encerra como habitualmente com a Boucles de Barcelos, no traçado habitual, terminando no centro da cidade.
Edição dedicada à Diabolique Motorsport
Este RallySpirit 2024 é dedicado, com grande honra por parte da organização, à Diabolique Motorsport, de Miguel Oliveira. Uma justa homenagem, devidamente apadrinhada pelo próprio filho, Miguel Pedro Oliveira, a uma equipa tão acarinhada por todos, responsável pelo lançamento de tantos talentos no desporto automóvel em Portugal e coroada com diversos títulos, entre os quais os Campeonatos Nacionais de Ralis conquistados pela eterna dupla Joaquim Santos/Miguel Oliveira.
Começando pelo próprio cartaz do evento, onde é ostentado o mítico Ford RS200, são diversas as ações previstas em torno do tema Diabolique, que terão como um dos pontos mais altos a participação confirmada de uma exclusiva montra histórica com a maioria dos antigos carros da equipa: Porsche 911 RS 2.8, Ford Escort MK2, Ford RS200, Ford Sierra RS Cosworth e Ford Sierra Cosworth 4×4.
Tratando-se de uma homenagem já prevista, o recente falecimento do Campeão Joaquim Santos trará a esta edição uma dose de emotividade acrescida, pelo que RallySpirit 2024 não poderia deixar de o evocar através de um tributo especial a anunciar brevemente.
Carros lendários para todos os gostos
Este RallySpirit reúne como sempre alguns dos mais fantásticos carros que marcam a história dos ralis. Volta a constituir uma autêntica viagem no tempo através da qual vamos poder ver, entre os Grupo B, preciosidades da dimensão do Ford RS200, de um Lancia Delta S4 e de um Lancia Rally 037, ambos com a famosa decoração da Martini Racing, dos Audi Quattro S1 E2, do Peugeot 205 T16, do MG Metro 6R4, do Toyota Celica Twincam Turbo ou do Porsche 911 SCRS, sem esquecer o Opel Manta 400 ou o precioso Ascona 400 na versão especial Safari, estes três últimos também com as cores oficias.
Mas como se não bastassem estas «pérolas», nota muito especial para a presença do exclusivo Toyota 222D Grupo S, um dos três únicos existentes no mundo, numa raríssima aparição pública.
A verdadeira montra histórica de carros de ralis míticos de todas as eras anunciada pela organização é já tão extensa e de tanta qualidade, que não é exagero afirmar desde já que o RallySpirit se situa em definitivo como uma das referências a nível europeu.
“O nosso objetivo sempre foi o de colocar o RallySpirit num patamar mais elevado e entre os seus pares a nível europeu. Estamos muito satisfeitos com a adesão que estamos a ter até ao momento e com a confirmação de um elevado número de participantes nacionais e de toda a europa, com modelos muito exclusivos e de excelente qualidade. Temos reforçado o compromisso com as câmaras municipais envolvidas, que sentimos cada vez mais próximas do projeto. Neste particular, gostaria de salientar o empenho dos Municípios de Barcelos, Porto, Gaia, Vila Verde, Terras de Bouro e Santo Tirso, bem como o recente envolvimento da autarquia de Braga. Estamos muito empenhados em mais uma edição memorável, estando certos de que esse será o melhor agradecimento que poderemos dar a todos os participantes, espetadores e patrocinadores”, diz Pedro Ortigão, um dos responsáveis da X Racing.
Vêm aí três dias de intenso espetáculo, com carros de sonho a percorrer troços exigentes e de grande beleza ao longo de florestais e de importantes centros urbanos das regiões do Minho e Douro Litoral. Como sempre, a não perder.
Gonçalo Inácio impôs a sua lei entre os Turismo 3 na Rampa Porca de Murça, terceira prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
À chegada à prova do CAMI Motorsport, Gonçalo Inácio tinha o foco “em trabalhar para conseguir uma boa adaptação ao técnico, desafiante e rápido traçado da Murça, sabendo que seria sempre muito difícil por ser uma Rampa totalmente desconhecida para mim”.
Mas o rápido piloto do Peugeot 208 VTI R2 fez muito mais do que isso e rubricou mais uma exibição notável, dominando por completo a luta nos Turismo 3: “consegui nas subidas de sábado um bom andamento, saindo do primeiro dia com o 1ºLugar na divisão. No Domingo, tentei impor um andamento forte, conseguindo obter a vitória final na Divisão Turismos 3 e ficando bem classificados a nível da categoria e da geral, tendo sido um resultado bastante positivo. De enaltecer mais uma vez o excelente trabalho realizado por toda a equipa Befast Motorsport, que me colocou novamente em mãos um Peugeot muito equilibrado, o que facilitou a minha adaptação ao traçado e a alcançar a vitória final”, resumiu no fecho da prova Gonçalo Inácio.
Missão totalmente cumprida por parte do piloto da Befast Motorsport que, deste modo, saiu de Murça “ainda mais líder nos Turismos 3 e vamos muito motivados para a Rampa de Santa Marta, próxima prova que faremos. Uma vez mais, é uma rampa totalmente desconhecida para nós, mas lá estaremos com o foco na vitória!”.
O piloto deixa ainda “um agradecimento especial a todos os parceiros e patrocinadores que estão envolvidos no projeto e acreditam em “mim” para divulgação da imagem da sua empresa: Unlock Energy | JMM | Grupo OCRAM | BP Évora | Novum Canal | Perfilcapital | Ducati Leiria | Ibermotors – Comércio de Automóveis | Medirolo Portugal | Lisaccount Lda | Ambicare Industrial | BeFast MotorSport”
O piloto de Baião voltou a competir após muitos meses de interregno. E fê-lo “em casa”, alinhando em mais uma edição do Rali Terras D’Aboboreira aos comandos do Renault Clio RS R3T da CRN. O baionense rubricou uma sólida exibição, mas alguns incidentes condicionaram o resultado.
O piloto navegado por Pedro Teixeira não esconde que “correr em casa é sempre especial e este rali será sempre um dos momentos altos da nossa época”. Integrada no pelotão do Campeonato Promo de Ralis a dupla do Renault Clio RS R3T sabia que tinha pela frente “um rali que já se adivinhava duro e difícil, pelo traçado, pela distância e pela extensa lista de participantes com viaturas de topo (4×4). Depois, a queda de chuva e a lama que apareceu em grande parte do percurso tornaram a prova ainda mais desafiante”, realça Filipe Nogueira.
O começo foi algo atribulado, com a etapa inicial a não ser favorável para as ambições da equipa: “na sexta-feira a 1ª PEC foi neutralizada com bandeira vermelha, quando apenas tínhamos feito 200 metros e tivemos a especial cancelada, com o nosso tempo a ser atribuído pela organização. Depois, na Super Especial noturna que fechava a etapa, fizemos um pião, que nos fez perder pelo menos 6 segundos e, portanto, o rali viria a começar para nós verdadeiramente no sábado!”.
Mas nem aí as coisas seriam fáceis para Filipe Nogueira e Pedro Teixeira. Logo na segunda especial do dia, correspondente à passagem inaugural pelos 22,54km de Amarante, sofreram “um furo a meio da classificativa e optamos por ir assim até ao final, perdendo muito tempo. Na especial seguinte, Baião 1, atacamos e conseguimos recuperar muito tempo o que nos fez chegar à hora de almoço a liderar as 2RM que era o nosso objetivo”.
Mas, a Serra Marão revelar-se-ia madrasta para a equipa, pois, “furamos novamente em Amarante 2, logo no início da especial e, aí, tivemos de parar para trocar a roda o que nos fez perder cerca de 5 a 6 minutos e hipotecou qualquer resultado de topo”, embora tal infortúnio não fizesse o piloto de Baião baixar os braços e “nas duas passagens pela Aboboreira andamos a fundo, mesmo com o piso degradado, para recuperar mais de 1 minuto em cada passagem. Mas não chegou para alcançar pelo menos um lugar no pódio e ficamos em 4° lugar das 2RM, a 14,1 s dos terceiros e em 6° da geral do Campeonato Promo de Ralis. Sabe-nos a pouco!”.
No entanto, nem a malapata impede Filipe Nogueira de fazer um rescaldo “muito positivo porque me senti muito bem e confiante neste regresso à condução em pisos de terra. Fiquei satisfeito com a exibição, mas não com o resultado!”.
Filipe Nogueira depositou ainda um “agradecimento profundo à CRN, aos parceiros que este ano se juntaram a nós, aqueles que continuam connosco e a todos os que nos apoiaram”. Quanto ao calendário a cumprir em 2024, o baionense refere que “será, a exemplo de 2023, muito cirúrgico, com provas selecionadas e sempre dentro da nossa disponibilidade orçamental”.