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  • António Sousa arranca com pódio em Sever!

    O lousadense iniciou a época 2020 do CPRX a todo o gás, estando sempre na luta pela primazia entre os S1600, vendo o seu esforço coroado com uma presença no pódio final.

    Tinha prometido e cumpriu. António Sousa foi a Sever do Vouga para ser protagonista na jornada inaugural do Campeonato de Portugal de Ralicross.

    Ao longo de todo o fim-de-semana, o lousadense colocou o Peugeot 206 S1600 da SRT Motorsport na linha da frente da batalha pela vitória na mais competitiva divisão do CPRX. A vitória numa das séries e os resultados equilibrados em todas as corridas de qualificação, com António Sousa a demonstrar todo o seu talento em condições bem diversas, que foram da chuva ao tempo em piso seco, ditaram uma presença na primeira fila da grelha de partida, facto que fez o piloto sentir que “estamos cá para ganhar. O nosso andamento foi sempre forte, em todas as circunstâncias e independentemente dos adversários, dando-nos confiança para encarar cada corrida sempre no limite”.

    Mal o semáforo ditou a partida, Sousa saltou para a segunda posição e, nas primeiras voltas, esteve sempre na luta acesa pela liderança até que, após a terceira passagem pela meta, começou a ter problemas “com o forte embaciamento do vidro da frente, que me forçou a dosear o andamento, sob pena de bater”, fazendo-o perder o 2º posto e transformando as voltas que faltavam “num enorme esforço para segurar o 3º lugar, mas felizmente consegui”.

    Após a comemoração no pódio, foi tempo de rescaldo. António Sousa sente que este foi “um bom resultado, que premeia o meu esforço e a dedicação da minha equipa. Quero dedicar este pódio a todos os patrocinadores da SRT Motorsport e prometo que agora vamos no encalço das vitórias!”.

    O campeonato sofre agora um defeso forçado, devido às medidas de mitigação da propagação do Covid-19.

  • Joaquim Teixeira imperial nos Turismo

    Na estreia do seu Cupra TCR, o piloto do Bompiso Racing Team dominou em Murça a luta pela vitória na Categoria Turismo. No caminho para o triunfo, bateu o seu record do traçado.

    Joaquim Teixeira saiu de Murça com “sentimentos mistos. Fiquei muito triste pelo acidente que aconteceu, envolvendo um colega meu, e que assombrou toda a prova. Envio o meu abraço de solidariedade ao Luís e as minhas condolências às famílias de luto, bem como os meus votos de total recuperação aos feridos.

    Fiquei obviamente sem qualquer vontade para celebrar o resultado que obtive, mesmo estando muito orgulhoso da vitória na minha categoria e na minha divisão, frente a excelentes pilotos.”.

    O transmontano alinhou em Murça aos comandos do seu novo Cupra TCR, assumindo este ano a luta pela vitória na Divisão Turismo 4 e a luta absoluta nos Turismos como os seus alvos.

    E, em termos desportivos, o fim-de-semana do piloto do Bompiso Racing Team rondou a perfeição. A sua exibição foi notável, revelando uma adaptação total ao seu novo carro, que o levou a ser sempre o mais rápido dos Turismos nas duas subidas de prova efetuadas, repetindo esse feito numa das subidas de treinos de sábado, onde aliás bateria o seu recorde do traçado, ao rodar em 2.15,715, a uma média superior a 114 km/h. Essa façanha, desde logo, provou “que estávamos muito competitivos. Não só baixei a minha melhor marca nesta rampa em 1,3 segundos, como estabeleci a melhor marca de sempre de um TCR em Murça”.

    Nas subidas a contar para a classificação, o seu domínio colocou-o mesmo à porta do pódio absoluto da prova, terminando num excelente 4º lugar, a apenas 5 décimos de segundo do terceiro.

    Este resultado faz Joaquim Teixeira considerar que “tinha razão quando decidi trocar o Seat Leon DSG pelo Cupra TCR. Sempre soube que, com uma viatura mais competitiva posso lutar pelos primeiros lugares nos Turismo e, em alguma provas discutir ao centésimo a vitória com os meus adversários, sabendo que posso ganhar umas e perder outras, mas agora numa luta com armas mais equilibradas”.

    No rescaldo, Joaquim Teixeira agradece “à minha equipa que, em poucas horas conseguiu entregar-me uma viatura com um bom Setup para esta prova, embora ainda tenhamos muito que trabalhar para tirar todo o potencial da mesma”.  

  • Suspensão da Atividade Desportiva da FPAK

    Na sequência do parecer da Comissão Médica da FPAK relativamente à situação clínica de pandemia provocada pelo coronavírus Covid 19, assim como das recomendações da Organização Mundial de Saúde e da Direção Geral de Saúde, entendeu a Direção da FPAK suspender toda a atividade desportiva da Federação pelo período de três semanas a contar da data de hoje.

    Após este período será reavaliada toda a situação e as medidas ajustadas em conformidade com as autoridades de saúde.

    Mais informamos que o atendimento ao público nas delegações da FPAK em Lisboa, Porto e Funchal ficará encerrado por igual período.

    Trata-se de uma decisão que vai ao encontro da necessidade de tomar medidas efetivas de combate à situação de emergência de saúde pública que vivemos, que merecerá decerto a compreensão de todos.

  • Joaquim Rino no pódio em Murça

    Joaquim Rino ao volante do seu BRC Evo 05 esteve em grande destaque no passado fim de semana na Rampa de Murça, jornada inaugural do Campeonato Portugal de Montanha JC Group 2020, organizada sob a égide do Cami Motorsport. Num ao em que promete estar na Montanha “a tempo inteiro” o piloto alcançou a 2ª posição absoluta final.

    Se na primeira subida da warm up, ainda a tentar encontrar os melhores acertos para o BRC, Joaquim Rino faria toda a extensão da Rampa de Murça em 2.25.495 à média de 103,9 km/h, chegado à 1ª subida oficial de prova, passou “ao ataque”, e fez um crono de 2.15.379 à média de 111,6 km/h, sendo o terceiro entre os protótipos e o segundo na categoria CM. 

    Já no domingo de manhã, na segunda subida oficial de prova, Joaquim Rino faz o segundo melhor tempo à geral com 2.16.34 à média de 110,8 km/h, sendo o primeiro na categoria CM. 

    Na terceira e última subida oficial de prova, Joaquim Rino acabaria por não subir, devido ao terrível acidente que acabou por vitimar dois espectadores. 

    No final da prova Joaquim Rino fez um rescaldo positivo, considerando que a prova “correu muito bem, sempre a melhorar os meus tempos em cada subida. Penso que melhor era impossível, pois basta ver a máquina que ficou à minha frente, impossível de bater. Muito satisfeito, vamos agora começar a preparar a próxima prova, a Rampa da Arrábida, onde já venci”.

    Entrenato, soube-se oficialmente que a Rampa PêQuêPÊ Arrábida, 2ª prova da temporada do Campeonato de Portugal de Mntanha JC Group foi adiada, devido à crise do Covid-19.

  • Rally Vila Medieval de Ourém 2020 aponta ao Nacional

    O Rally Vila Medieval de Ourém é já uma referência do desporto motorizado nacional e conta com a participação de um leque de pilotos de primeira linha, especiais desafiantes e milhares de pessoas nas estradas para assistir a todas as emoções da prova que, este ano, contará para o Campeonato de Portugal de Ralis RGT, Campeonato Centro de Ralis e para os Desafios Kumho Centro e Asfalto.

    Ao longo das diferentes edições a prova tem-se mostrado um sucesso, tendo a última edição batido recordes impressionantes. Esta contou com a presença de milhares de espetadores, de 70 inscritos e envolveu a nível de logística cerca de 600 pessoas, que contribuíram para que a prova decorresse da melhor forma.

    A edição 2020 volta a ser prova candidata ao campeonato de Portugal de Ralis 2021, tendo por isso aumentado a quilometragem de especiais e criado quer um Quallifying Rally, quer uma Power Stage.

    Apesar das excelentes condições de segurança que a prova sempre ostentou, o Olival Motorizado anunciou que, mesmo assim, vai reforçar os meios nessa área, apostando ainda no reforço da divulgação e num excelente programa de animação do evento.

    A edição deste ano traz de regresso a especial ” Pegadas dos Dinossauros” e terá como novidade a especial do Olival. Outra das mudança será a tripla passagem pelas classificativas de Olival e Alqueidão sendo esta ultima a Power Stage.

    O Rally Vila Medieval de Ourém também receberá mais uma ação de sensibilização para a redução da pegada ecológica da prova. Numa iniciativa conjunta da FPAK, do Município de Ourém e do Olival motorizado, serão plantadas árvores num local a anunciar.

    O Rally terá mais uma vez o seu Centro Operacional no Centro Municipal de Exposições de Ourém, local onde funcionará também a sala de imprensa, secretariado e verificações administrativas. O Parque de Assistência será uma vez mais no largo do mercado. O pódio o local de partida são ambos em frente ao Centro de Exposições de Ourém.

  • Duplo pódio em Sever para os pilotos MOTOFIL

    A primeira prova do CPRX 2020 revelou toda a garra e talento dos primos João e Gonçalo Novo. A dupla de “lobinhos” da MOTOFIL SPORT esteve à altura das batalhas que travaram, conquistando dois fantásticos pódios nesta abertura de época.

    Dois pilotos, três carros e outros tantos desafios, eis a demanda para suplantar pelos primos Novo em Sever do Vouga, num fim-de-semana onde as condições atmosféricas inconstantes, tornaram os duelos mais intensos e endureceram as lutas travadas.

    João Novo Jr. viveu um fim-de-semana de enorme intensidade e desgaste, ao participar em duas divisões diferentes. Foi hora de estreia na árdua Divisão S1600 em termos de Campeonato, optando por também competir na Divisão 2RM, seu “lar” competitivo em 2019.  Começando pela sua participação na 2RM, esta saldou-se por um misto de sucesso e atribulações. Venceu a manga inicial, mas, depois, o jovem craque viu as suas ambições travadas “por vários toques que fui sofrendo. Um, ainda no sábado, na 2ª manga e o outro, mais grave, já no domingo e fui forçado a desistir”.

    Mas o seu foco estava “na minha estreia nos S1600 no Campeonato 2020. Sabia muito bem o que me esperava. Corridas mais duras, pilotos de grande nível e uma maior exigência de mim e da minha equipa”.

    Bem, após a sua prestação em Sever do Vouga, já todos sabem que João Novo vem para brilhar, como sempre fez na sua carreira. Se no sábado, durante as corridas de qualificação, se viu envolvido em toques que o foram condicionando e o forçaram a arrancar para a corrida decisiva do último lugar da grelha, aqui foi autor de uma exibição colossal, que o levaria a um espantoso 2º lugar final, conquistando assim um brilhante pódio logo na sua estreia. Notável.

    O jovem piloto da MOTOFIL SPORT estava muito feliz, dedicando o feito “à minha equipa de assistência e à minha família, pois sem eles nada disto era possível. Os nossos mecânicos estiveram a noite toda a recuperar os nossos 3 carros. E sem eles, nem eu nem o Gonçalo teríamos conseguido estes resultados fantásticos!”.

    Gonçalo Novo conquista pódio nos Iniciados

    O 3º posto final foi o prémio para a prestação firme de Gonçalo Novo.

    Tripulando o seu habitual Toyota Starlet, o “benjamim” da MOTOFIL mostrou sempre muita rapidez durante todo o fim-de-semana. Esteve sempre na luta pela vitória, mesmo com alguns problemas mecânicos, conquistando a “pole” para a grande final, onde, já limitado pelas mazelas no Starlet, alcançou o 3º lugar, subindo assim ao pódio e recolhendo preciosos pontos na luta pelo título.

    A segunda prova da temporada está marcada para o Eurocircuito da Costilha, em Lousada, nos dias 28 e 29 de março.

  • João Guimarães triunfa no Grupo E-1C em Murça

    O piloto da NJ Racing iniciou a época com mais uma exibição sólida. Mesmo perante adversários com carros muito mais potentes e competitivos, voltou a rubricar bons tempos e a construir uma prova isenta de erros, sendo premiado com a vitória no Grupo E-1C, tendo rondado o Top 10 absoluto nos Turismos.

    Poucos dias após a Rampa Porca de Murça, João Guimarães continua a dedicar o seu pensamento “às famílias das vítimas que resultaram da tragédia que a todos nos chocou, a quem presto as minhas condolências, aos feridos, a quem desejo uma recuperação total e ao meu grande amigo e companheiro Luís Silva, a quem desejo muita força para ultrapassar este momento de grande dor. Estaremos aqui sempre para o ajudar”.

    Quanto à sua participação, João Guimarães sente-se “muito satisfeito por termos conseguido cumprir o principal objetivo, que passava pela vitória no nosso grupo, dando nos assim alento para lutar por renovar esse título esta época. Vamos tentar repetir a façanha já na Arrábida, prova cujo traçado é muito do meu agrado”.

    O piloto da NJ Racing não esquece a ausência do seu colega de equipa e adversário no grupo, Nuno Pinto. João Guimarães sentiu falta “do nosso tradicional duelo. Infelizmente, não foi possível, porque o Nuno está ainda a recuperar da lesão que sofreu. Esperemos que já esteja bem para a Arrábida”.

    Este foi um regresso ao traçado transmontano pois João Guimarães já não competia em Murça “há 4 anos e a última vez foi à chuva. Tive de voltar a reconhecer o traçado, as trajetórias, os pontos de travagem e saio d aprova satisfeito com a exibição e com a progressão dos tempos. Sei que poderia ter melhorado na última subida de prova, mas a sua anulação foi a única coisa certa a fazer, perante a tragédia que nos assolou”.

    No fecho da prova, João Guimarães e o Peugeot 206 RC registaram como melhor tempo a marca de 2.36,673, na segunda e derradeira subida oficial de prova.

    A Rampa PêQuêPê Arrábida 2020 está marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março e será organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.

  • 4º lugar para Nuno Araújo no arranque do CPRX 2020

    Assumindo uma exibição imaculada, alicerçada num forte sentido estratégico e na coragem por estar nas duras lutas travadas, o piloto do ENI/EQS Racing Team saiu de Sever do Vouga com um excelente resultado e a certeza de que vai ter uma palavra a dizer no campeonato.

    A prova inaugural da Divisão S1600 do CPRX 2020 foi “só para duros”. O excelente plantel desta que é, claramente, a divisão rainha da modalidade, disputou curva a curva, corrida a corrida, cada posição, levando o público ao rubro.

    A pista do centro do país foi o palco para aquilatar da competitividade de Nuno Araújo e do Skoda Fabia MKIII, após o longo defeso e o muito trabalho feito para evoluir o carro. O penafidelense apresentou-se em Sever do Vouga “com muita expectativa e algo ansioso pois, além de não ter competido de forma regular em 2019, todos quantos trabalhamos para levar as cores do ENI/EQS Racing Team e dos nossos patrocinadores às corridas, queríamos muito provar a valia do novo projeto da equipa”.

    Logo nos treinos livres, o 4º tempo registado dissipou quaisquer dúvidas ou receios. Tínhamos carro, sabendo a equipa bem que tinha piloto!

    A 1ª manga seria o momento de maior tensão. Ainda na volta inaugural e na sequência de um toque dado por outro piloto, o Skoda Fabia MKIII ficou maltratado, perdendo o para-choques dianteiro e foi preciso muita “cabeça fria para acalmar e levar o carro até ao final, garantindo alguns pontos”, disse-nos Nuno Araújo, com o piloto penafidelense a reforçar que “sabia muito bem que são muitas mangas e pontuar em todas elas é fundamental para atingir a final”.

    A equipa de assistência da ENI/EQS Racing Team trabalhou rápido e bem, permitindo a Nuno Araújo alinhar na segunda corrida. Aqui, a sua entrega foi recompensada com o 6º lugar final, a que juntou um 8º na Corrida 3. A 4ª corrida mostrava-se decisiva para garantir um bom lugar na grelha de partida da final.

    Nuno Araújo, mercê de estar “cada vez mais confiante e contente com a competitividade do Skoda”, partiu forte e atacou toda a corrida para melhorar a sua classificação. O 4º lugar final foi a recompensa para a sua exibição e, no somatório das pontuações, garantiu o sétimo lugar da grelha para a corrida decisiva.

    E para o momento da verdade, guardou o piloto de Penafiel o melhor da sua exibição do fim-de-semana. Partiu literalmente ao ataque e mercê de uma condução fantástica, almejou galgar 3 posições, terminando num excelente 4º lugar, a apenas 6 décimas de segundo do pódio. Notável.

    No final, Nuno Araújo sentia-se “muito feliz pelo resultado, pela exibição e, sobretudo, pela performance que o carro mostrou. Quero agradecer à minha equipa de mecânicos, à Integra e à IgnitionVictory, pelo magnifico trabalho na preparação do carro e durante a prova”. O piloto sente que “temos ainda muito para desenvolver no Skoda e eu quero melhorar a minha condução”, sentindo que “o objetivo de chegar aos pódios está perfeitamente ao nosso alcance!”.

  • Jante partida trava arranque positivo de Nuno Guimarães

    Nuno Guimarães estava a discutir o pódio absoluto, na estreia do seu novo Silver Car S2, quando uma jante partida e a anulação da 3ª subida, lhe tirou todas as hipóteses de um grande resultado no arranque do CpM JC Group.

    Neste rescaldo da prova de Murça, outros valores se sobrepõem à competição. Nuno Guimarães vinca bem o momento que se está a viver, referindo que “a exemplo de todos quantos fazem parte desta maravilhosa família da Montanha, é profunda a consternação que sinto perante a tragédia vivida. O meu pensamento está com as famílias enlutadas, com os feridos, com o povo de Murça e com o meu amigo e companheiro Luís Silva. Estamos aqui para o confortar e apoiar nesta hora terrível que atravessa”.

    Nuno Guimarães chegou a Murça com uma grande novidade para o plantel do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group: o seu Silver Car S2.

    E, logo desde a subida inicial de “warm-up”, no início da tarde de sábado, o piloto da NJ Racing mostrou uma rápida adaptação ao protótipo, estabelecendo sempre tempos que o colocava na luta por um lugar final do pódio. Ao fecho da tarde, na 1ª subida oficial de prova, estabeleceu o 4º tempo, rodando em 2.16,747, marca que “não foi a melhor que fiz na prova, pis rodei na 2ª sessão dos treinos no segundo 16. Na subida de prova, alguns pequenos erros custaram-me algumas decimas mas o tempo e a classificação dava para perceber que estava em condições de lutar pelo pódio”.

    As duas subidas iniciais de domingo, uma de “warm-up e outra de treino, foram feitas com a pista molhada ou húmida, servindo sobretudo “para ganhar quilómetros com o Silver Car e preparar-me para atacar nas duas subidas de prova finais.”.

    Nuno Guimarães partiu a ataque, após receber o semáforo verde, mas, ainda nas curvas iniciais, uma jante partida tornou impossível “evitar um pequeno toque que me forçou a parar e a desistir da subida”. Os danos causados até “nem foram significativos e no período de assistência que mediava para a 3ª subida de prova, a equipa da NJ Racing colocou o Silver Car em condições”.

    Mas depois, veio a anulação da 3ª subida, tornando impossível a Nuno Guimarães se classificar e pontuar, mas o piloto realça que “não havia outra decisão a tomar. A anulação da 3ª subida tinha de acontecer, pois o choque de todos e o respeito pelas vítimas assim o exigia”.

    Agora, o “capitão” e a NJ Racing vão focar na preparação do Silver Car e da próxima prova. Vão para a Arrábida seguros “da competitividade que podemos ter e, claro, lutar pelo pódio absoluto, que sabemos estar ao nosso alcance”. Salienta que “o traçado em Setúbal é muito bom Adapto-me muito bem às suas características e isso ainda me motiva mais!”.

    A Rampa PêQuêPê Arrábida 2020 está marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março e será organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.

  • António Rodrigues alcança em Murça primeiro pódio da carreira

    Apenas na sua terceira prova de Montanha e segunda aos comandos do BRC EVO 05, António Rodrigues estreou-se a defender as cores da NJ Racing na Rampa Porca de Murça, com um excelente 3º lugar entre os Protótipos, a que juntou uma firme presença no Top 10 absoluto.

    Passados dois dias da Rampa Porca de Murça, António Rodrigues começa por assumir que “tenho uma profunda tristeza em mim, resultado do choque que todos vivemos perante a tragédia em Murça. Apresento os meus sentimentos aos enlutados, votos de melhoras aos feridos e a minha solidariedade vincada ao nosso colega Luís Silva e a todos quantos fazem parte da família da Montanha”.

    Falando da parte desportiva da primeira rampa da temporada, o piloto da NJ Racing começa por revelar que “tivemos a prova em risco quando, após a sessão inaugural de warm-up de sábado, descobrimos um problema no BRC, que nos impediu de fazer as duas subidas de treino seguintes. Foi necessário fazer uma viagem a Vila Real para, com outros meios, consertar a peça partida. A equipa de assistência da NJ Racing fez um trabalho excepcional e pude alinhar, ao fim do dia, na 1ª subida oficial de prova”.

    E aqui, António Rodrigues não vacilou. Chegou ao alto da rampa em 2.21,238, retirando cerca de 8 segundos ao “crono” estabelecido por ele no “warm-up”. Já no domingo, na 2ª subida oficial de prova, o piloto anda conseguiu baixar mais a sua marca, concluindo a subida em 2.20,568, registo que o deixou “muito orgulhoso da evolução que estava a conseguir e satisfeito pelo 3º lugar provisório que passava a ter entre os Protótipos. Dava para perceber que o Top 10 absoluto estava assegurado e que podia ter um excelente resultado na minha categoria”.

    Depois, os tristes acontecimentos que ensombraram a prova, anularam a derradeira subida oficial e os resultados após a segunda tornaram-se oficiais.

    Estava assim consumado o primeiro pódio de categoria para a curta carreira que António Rodrigues tem na Montanha. À sua terceira participação, o piloto da NJ Racing vê assim premiada a sua evolução, sentindo-se “orgulhoso por este resultado, que dedico à minha família, aos meus patrocinadores e à minha equipa”.

    A próxima prova do Campeonato de Portugal JC Group será a Rampa PêQuêPê Arrábida 2020, marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março. António Rodrigues quer continuar a “evoluir e a melhorar os meus tempos, na comparação com os adversários diretos, estando agora ainda mais motivado por este pódio alcançado”, feito que não enjeita repetir na prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.