Foi apresentado o calendário oficial 2020 da Porsche Cup Brasil. O Campeonato vai ter seis etapas de sprint e três de endurance, com o Autódromo do Estoril a ser palco da única dupla jornada, voltando a ter no programa corridas sprint e de endurance.
A exemplo do ano passado, a
Porsche Cup Brasil vai novamente deixar terras de Vera Cruz, cruzar o Atlântico
e assentar arraiais em Portugal.
O Autódromo Fernanda Pires da
Silva, no Circuito Estoril, voltará a receber, entre 11 e 14 junho, a terceira
etapa Sprint do campeonato e a primeira de Endurance em 2020.
Em 2019, a competição brasileira levou milhares de espectadores às bancadas do Estoril, para um programa que juntou competição farta e um programa de animação paralelo que atesta a qualidade da organização e o estatuto que, após década e meia de actividade, já tem entre as competições Porsche realizadas a nível mundial.
A organização liderada por Dener
Pires anunciou que os pacotes técnico e desportivo serão idênticos aos últimos
anos, garantindo assim um nivelamento de forças e uma adaptação fácil ao campeonato.
Em pista estarão os Porsche 911
GT3, com motorizações 3.8 e 4.0 litros, divididos pelas classes Carrera Cup e
GT3 Cup. Os carros pertencem à empresa organizadora e o regulamento técnico permite
poucas alterações individuais ao nível do “set-up”, segredo para a
enorme competitividade e incerteza na luta pelas vitórias e lugares de
destaque.
Interlagos abrirá a temporada, a 14 de março e o campeonato passará por Goiânia, Estoril e Velo Cittá, existindo ainda 3 circuitos a definir.
Série contou em 2019 com a participação de pilotos portugueses.
Filipe Albuquerque esteve em grande destaque, protagonizando uma exibição épica que o levou, fazendo equipa com Vítor Batista, à vitória nos 500kms de Interlagos prova de encerramento da temporada de Endurance da Porsche império Cup Brasil.
Gabriel Barrera/StudioRGB
Pedro Marreiros foi outro luso que deu nas vistas. Competiu em duas jornadas, Estoril e Interlagos, com esta última a integrar o programa de corridas de apoio ao Grande Prémio de Fórmula 1 do Brasil. Esteve sempre na luta pelos lugares de destaque, deixando vincado todo o seu talento.
A organização está expectante quanto ao aumento de pilotos portugueses no campeonato, estando a decorrer conversações com alguns, que demonstraram interesse em aderir à série.
No evento de gala da apresentação de 2020 e entrega de prémios dos vencedores da temporada de 2019 do Group 1 Portugal, foi revelado o calendário das provas e algumas novidades para esta competição na época que está a começar.
Num evento que se pautou pelo excelente ambiente entre as mais de 80 pessoas, Diogo Ferrão, responsável máximo pela Race Ready, empresa promotora da competição, apresentou o calendário para a temporada que se avizinha e que terá início com um Test Day no Autódromo do Estoril, nos dias 13 e 14 de março. Este que será um dia de testes perfeito já que no mês seguinte, novamente no Autódromo do Estoril, os dias 25 e 26 de Abril marcam o arranque da competição do Group 1 Portugal em 2020. Segue-se a sempre fantástica prova de Pau, facultativa, já que não pontua para competição, mas uma oportunidade única de visitar um circuito mítico internacional. Será a 30 e 31 de maio, numa conjugação da exigência de um circuito citadino com o ambiente glamouroso do sul de França. Antes da paragem para o descanso de verão, o Group 1 Portugal visita o Algarve nos dias 11 e 12 de julho, um evento que promete bom tempo e dois dias perfeitos para levar a família, pois os dias mais longos convidam a visitar a praia/piscina entre uma prova e outra.
Após a paragem de verão, o regresso faz-se a 12 e 13 de setembro em Braga, naquela que é a visita ao norte do país e onde se encontra um circuito com características diferentes de todos os outros, além de estarmos numa cidade que sabe sempre receber bem a competição automóvel. Segue-se Jerez de La Frontera, uma das novidades no calendário, a 17 e 18 de outubro, num evento que também leva a Historic Fórmula 1 e que promete ser um evento inesquecível. A encerrar a época, o Group 1 Portugal regressa ao Estoril para os já tradicionais 250 km, nos dias 21 e 22 de novembro, naquela que é o encerrar da temporada com uma prova que ninguém quer falhar.
Neste evento foi também deixado em cima da mesa uma alteração a realizar nas partidas, com a formação de dois grupos, que está a ser avaliado se será colocado em prática ou não. A verdade é que este género de partidas está comprovado e já se realiza em inúmeras competições, juntando os grupos de carros com andamentos idênticos em função das categorias existentes.
O importante patrocínio da Atomic Shop foi mantido, numa parceria que se revela consistente com a Race Ready e que tem dado frutos para ambos os lados. Assim, é certo que os vencedores da categoria sorteada em cada uma das provas, vão continuar a ter direito a cheques para compra de material de competição na loja Atomic.
Foram também distinguidos os 20 novos pilotos que se juntaram ao Group 1 em 2019, ao mesmo tempo que foram anunciados os oito novos pilotos que chegam para a temporada de 2020 e que juntam mais sete carros à já bem composta grelha da competição. Não é por isso de estranhar o entusiasmo com que todos esperam pelo início da nova época a 25 e 26 de abril no Autódromo do Estoril.
Um estudo da Cision sobre o impacto mediático do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2019 revelou que o mesmo gerou o equivalente a 5.100.168,00 Euros. O crescimento do impacto e do valor gerado cresce, ano após ano, sem parar.
A época de 2019 assinalou mais um aumento significativo
nos resultados globais, visível no relatório de impacto mediático que a Cision
elaborou para a FPAK, sobre a época passada.
O relatório de AAV (Automatic Advertising Value) assinado
pela Cision permite quantificar, em valores monetários, a cobertura mediática
na Imprensa, Televisão, Rádio e Internet, num determinado período de tempo. O
AAV (Automatic Advertising Value) é valor correspondente ao que seria gasto em
publicidade no espaço/tempo consagrado – no caso uma época – às notícias sobre
o campeonato.
Foram registadas 3244 notícias, distribuídas por cerca
de 1600 meios de imprensa, 15 canais de televisão (RTP 1, RTP 2, SIC, TVI, SIC
Notícias, RTP Informação, TVI 24, Sport TV 1, Sport TV 2, Sport TV 3, Sport TV
4, Porto Canal, RTP Madeira, RTP Açores e ETV), 5 estações de rádio (Antena 1,
Comercial, Renascença, TSF e Golo FM), bem como cerca de 600 sites.
João Fonseca foi o campeão absoluto em 2019 Foto – Antonio Silva | Zoom Motorsport
Os dados apresentados revelam um aumento significativo
do retorno alcançado, quando comparado com a época de 2018, mantendo assim o
crescimento sustentado que o campeonato ostenta nos últimos anos.
Aliás, para sustentar essa tese, basta analisar os números. Em 2016, o CPM JC Group registou um retorno de 2.487.844€, através de 2008 noticias. Em 2017, o valor subiu para 2.695.067€, com 2157 noticias, correspondente a um aumento de cerca de 11%.
Em 2018, os números foram
avassaladores: 4.177.019€, através de 2440 noticias, correspondendo assim a um incremento
de cerca de 65%, em comparação com a época anterior.
Agora, analisada a época de 2019,
os números revelam que o crescimento do impacto continua sólido: 5.100.168€,
provenientes do valor atribuído a 3244 noticias. Isto corresponde a um aumento
de cerca de 22% em relação a 2018, número muito significativo, pois a base de comparação
apresentava já um retorno muito alto.
Para Joaquim Teixeira, presidente
da APPAM – Associação Portuguesa dos Pilotos de Automóveis de Montanha,
entidade que integra o Promotor do Campeonato, conjunta mente com os clubes
organizadores, os resultados traduzem ”o grande trabalho que tem sido
feito por todos, desde as entidades que fazem parte do promotor, às autarquias,
aos pilotos, clubes de fãs e, claro, a comunicação social, permitindo assim que
o campeonato venha a crescer de fora sustentada e que, seja hoje um caso de
sucesso quanto à popularidade, proporcionando assim um bom retorno aos
patrocinadores e a todos os protagonistas”.
O dirigente da APPAM salienta
ainda que “embora o estudo não integre a análise dos números obtidos pela
nossa presença online, sobre tudo nas redes sociais, é de destacar que, quer o
nosso site, quer a nossa página na rede Facebook, atingiu na época de 2019
dezenas de milhares de internautas e, se contabilizarmos esses números, o valor
do impacto ainda aumenta mais”.
Os responsáveis do Campeonato de Portugal
de Montanha JC Group têm como objetivo aumentar o impacto na época de 2020,
estando preparadas várias ações de ativação de marca em eventos paralelos, bem
como outras iniciativas de com8nicação que serão reveladas ao longo do ano.
A época arranca já no início de março,
com a Rampa Porca de Murça, que será disputada nos dias 7 e 8.
O piloto belga da Hyundai Motorsport, navegado pelo seu compatriota Nicolas Gilsoul, conquistou o seu primeiro triunfo na prova monegasca, após um duelo sem tréguas, de fio a pavio, com Ogier e Evans. Os dois pilotos estreantes na Toyota reservaram os demais lugares do pódio para a marca nipónica.
14,3 segundos separaram os três primeiros, no final do rali de Monte Carlo, após 303 quilómetros contra o cronometro, distribuídos por dezasseis especiais de classificação e mantendo, até ao fecho, todo o suspense sobre quem venceria a prova inaugural do WRC 2020. Pelo comando da prova passaram, sucessivamente, os três protagonistas principais, que reservaram para si a totalidade das vitórias em especiais (Neuville 9, Ogier 4 – com os dois a vencerem ex-equo a Power Stage – e Evans outras 4). Neuville concluiu o rali com 12,6 segundos de vantagem sobre Ogier, enquanto Evans assegurava um merecido 3º lugar, apenas 1,7 segundos atrás do seu colega de equipa.
Sebastien Ogier e Julien Ingrassia começaram o campeonato com um pódio
Na prova de estreia pela Toyota Gazoo Racing, a dupla formada Sebastien Ogier e Julien Ingrassia colocaram o Yaris WRC no comando da prova, após a primeira especial, dando a entender que, apesar de estar a estrear equipa e carro, poderia vir a justificar todo o seu favoritismo.
Mas, logo na 2ª PEC, Neuville atacou forte e, mercê de um “tempo canhão”, concluiu a primeira noite da prova na liderança, então com uma avanço já perto dos 20 segundos sobre Ogier, relegado para segundo, enquanto o campeão do mundo em titulo Ott Tanak fechava a jornada em terceiro, na sua estreia ao volante do Hyundai i20 WRC.
A secção matinal do segundo dia de prova trouxe à luta um endiabrado Elfyn Evans. 3 vitórias em especiais, de uma assentada, levaram o galês e o seu co-piloto Martin Scott, ao topo da tabela classificativa, após a 4ª PEC, provando à saciedade o porquê da aposta da Toyota na dupla britânica. A dupla britânica seria líder da prova quase até ao fecho do dia, lutando taco-a-taco e sem qualquer receio, face ao maior estatuto dos seus dois adversários pelo comando, assumindo-se como a grande surpresa da primeira fase da prova.
Elfyn Evans e Scott Martin tiveram uma estreia de sonho com o Toyota Yaris WRC
A manhã de sexta ficou marcada pelo violento acidente de Ott Tanak na 4ª especial. O estónio saiu de estrada a cerca de 175 km/h, capotando várias vezes, até o Hyundai parar numa estrada mais abaixo. Quer Tanak, quer Martin Jarveoja saíram do carro rapidamente, sendo observados ainda no local pelo médico d aprova. Transportados de helicóptero para o Hospital de Gap e, por precaução, ficaram em observação, mas com um prognóstico muito favorável. A violência e a dinâmica do embate provaram, uma vez mais, a robustez dos actuais WRC e a grande valia na sucessiva introdução, na última década, de normas de segurança na construção dos carros que os tornam capazes de absorver o choque e proteger a vida dos pilotos e dos navegadores.
https://youtu.be/c95pD3CsWZg
A 2ª Etapa fechava com Sebastien Ogier de regresso ao comando, com o francês a colcoar o Yaris WRC no parque fechado, no Mónaco, com um avanço de apenas 1,2 segundos sobre Elfyn Evans e 6.4 sobre Thierry Neuville.
A 3ª etapa foi um “remake” das duas anteriores, com o trio de protagonistas a lutar pela supremacia, quilómetro a quilómetro. Neuville venceu 3 das 4 especiais do programa mas, um tempo menos bom na 10ª PEC, segunda do dia, onde Evans votaria a ser o mais forte, impediu o belga de concluir a jornada no comando, para onde regressava Elfyn Evans, agora líder, à entrada da derradeira tirada, com 4,9 segundos de avanço sobre Ogier e 6,4 sobre Neuville.
4 troços cronometrados, com um total de 64, 4 quilómetros iam decidir tudo. A manhã de domingo foi um verdadeiro “show” da dupla belga da Hyundai. Entrado forte, venceram as 4 especiais (a a última empatados com Ogier e Ingrassia), assaltando o comando a duas classificativas do fim e não mais o largando, alcançando assim um suado mas merecido primeiro triunfo em Monte Carlo e reclamando a liderança inicial do campeonato.
O forcing final de Ogier valeu-lhe a subida ao 2º lugar, enquanto Evans concluía o rali num 3º lugar tão fantástico quanto agridoce, pois o galês deverá sair do Mónaco com a sensação de que poderia ter ido mais além.
4º lugar final para Esapekka Lappi. O Finlandês teve um começo de prova cauteloso mas, ao longo do rali, foi ganhando confiança, melhorando os seus tempos e saindo de Monte Carlo como melhor homem da M-Sport e com um bom pecúlio de pontos, pois adicionou à sua classificação geral, um 5º lugar na Power Stage.
Esapekka Lappi sai motivado de Monte Carlo. 4º lugar na estreia com o Ford Fiesta WRC
O Top 5 fechou com um fantástico Kalle Rovanpera. O “teenager” finlandês esteve sempre seguro e rápido com o Toyota Yaris WRC, estreando-se na elite com um excelente 5º lugar, contribuindo para um magnífico resultado de conjunto da marca nipónica, que colocou assim 3 carros entre os cinco primeiros.
Citroen Racing domina WRC2 e WRC3
Ausente da luta principal no campeonato, a Citroen Racing saiu, mesmo assim, de Monte Carlo com muitas razões para celebrar, ao dominar a prova nas categorias WRC2 e WRC3.
Mats Ostberg e Eric Camilli colocaram os seus C3 R5 no lugar mais alto do pódio, respectivamente, entre os WRC2 e os WRC3. A marca deixa Monte Carlo plenamente vitoriosa, após o primeiro duelo com os R5 da Hyundai e da M-Sport, quanto aos campeonatos secundários.
O Mundial de Ralis desloca-se agora para a Suécia. A segunda prova do campeonato decorre já de 13 a 16 de fevereiro.
Álvaro Parente disputa no próximo fim-de-semana as clássicas 24 Horas de Daytona, que abrem a temporada do IMSA SportsCar Championship, e está determinado em assegurar um bom resultado.
O português fará equipa com AJ Allmendinger, Trent Hindman e Misha Goikhberg, que será o seu colega de equipa para a restante época, aos comandos de um Acura NSX GT3 Evo inscrito na classe GTD pela Heinricher Racing with Meyer Shank Racing.
No início do mês Álvaro Parente e os seus colegas de equipa participaram no Roar Before the 24, tendo a formação que coloca em pista o carro japonês número cinquenta e sete reunido informações muito positivas e o quarteto evidenciado um ritmo muito competitivo.
O piloto do Porto mostra-se entusiasmado com a prova do próximo fim-de-semana, muito embora esteja consciente de que terá uma oposição muito forte ao longo de todo o evento. “O Roar correu-nos muito bem, estivemos sempre entre os mais rápidos e a equipa esteve muito coesa e consistente. Estou, portanto, optimista para a corrida de 24 horas, mas os nossos adversários são também muito competitivos e ao longo de uma prova tão longa tudo pode acontecer, sendo importante, manter um ritmo vivo, realizar uma boa estratégia e evitar problemas. Acredito que estaremos na luta pelos lugares da frente”, afirmou Álvaro Parente.
Photo by Brian Cleary/bcpix.com
Em 2018 o português conquistou o segundo lugar na 24 Horas de Daytona, com um carro semelhante e com a mesma estrutura técnica, o que o deixa confiante em conseguir melhorar o seu resultado na edição deste ano.
Para alcançar esse desiderato, Álvaro Parente confia em toda a estrutura que o rodeia. “Já tive o AJ e o Trent como colegas de equipas, portanto, conheço-os bem, assim como às suas capacidades, e estamos conscientes do que temos de fazer. Estou a conhecer o Misha e ao seu estilo de pilotagem, enquanto ele se ambienta ao Acura. Estou muito entusiasmado com as 24 Horas de Daytona, dado que esta equipa é capaz de alcançar grandes resultados”, afirmou o portuense.
O evento das 24 Horas de Daytona tem o seu início na quinta-feira, dia 23 de Janeiro, com as sessões de treinos-livre e a qualificação, ao passo que a corrida terá o seu arranque às 18h35 de 25 de Janeiro, sábado, e terminará no dia seguinte à mesma hora, podendo ser seguida em directo no website da competição.
Pelo segundo ano consecutivo, a Galp vai apoiar a equipa Mustang Sampling Racing na edição 2020 do Campeonato IMSA WeatherTech SportsCar.
Desta forma, a companhia portuguesa destaca, uma vez mais, esta aposta como a mais importante em termos de divulgação da sua atividade nos Estados Unidos e, pela voz de Luís Castro Meirelles, responsável máximo da imprensa que importa os produtos Galp, refere que esta parceria “revela o quanto gostamos dos conceitos que a Cadillac desenvolve para os seus motores, demonstrando competitividade quer no que respeita à performance pura, quer nas questões de resistência. Para a Galp é importante estar com a equipa e a marca, provando a grande qualidade dos nossos produtos, na máxima exigência da alta competição”.
Aos comandos do Cadillac nº 5 da Mustang Samplig Racing estará o português João Barbosa. O veterano piloto natural de Paredes, é já um dos consagrados do Campeonato IMSA, ostentando no seu palmarés 24 vitórias, incluindo 4 nas míticas 24 horas de Daytona.
Barbosa terá, na época 2020, como companheiros de equipa, Sebastien Bourdais, piloto que já passou pela Fórmula 1 que já venceu em Le Mans e em Daytona, juntando-se aos dois, nas provas da IMSA Michelin Endurance Cup, o francês Löic Duvall, também já detentor de vitórias em Le Mans.
A equipa prepara-se para as Rolex 24 Horas de Daytona, a
grande corrida da temporada, que se realiza já a 25 e 26 de janeiro.
Foi uma apresentação oficial “musculada”. Perante centenas de convidados, a The Racing Factory inaugurou as suas instalações e apresentou Armindo Araújo e Luís Ramalho como “dupla de ataque” ao título nacional de ralis.Fique com a reportagem VMotores, conduzida pelo jornalista Joaquim Amândio Santos, com edição de imagem de Armando Leitão.
Os dados estão lançados e este casamento competitivo entre a
The Racing Factory e Armindo Araújo quer ser mais do que uma fábrica de
competição.
Quer ser uma verdadeira fábrica de titulos, a começar já no Campeonato de Portugal de Ralis 2020.
Depois de duas corridas/experiência em Jarama, em 2015 e 2018, em jeito de teste, a competição “Carrera M80” vai finalmente ser uma realidade. “O pedido de muitos pilotos para que houvesse uma competição nestes moldes foi o que nos fez avançar na organização desta competição, pois muitos pilotos possuem automóveis clássicos de competição com que gostariam de correr e não o podem fazer no Iberian Historic Endurance.
Assim, a Carrera M80 será composta por três provas, em 2020, que terão lugar em três circuitos diferentes em Espanha e que farão a delícia do público com os fabulosos automóveis da época, com Diogo Ferrão, CEO da Race Ready, a empresa responsável pela organização desta competição a referenciar que “começamos com três provas e logo veremos o que nos reserva o futuro face à adesão dos pilotos”.
O final dos anos 70 e os anos 80 foram os anos dourados nas corridas de turismo, com vários campeonatos de florescerem por toda a Europa, destacando-se as corridas de resistência do Campeonato Europeu de Turismo. Estas provas eram muito populares junto do público com grandes e impressionantes automóveis de turismo conduzidos no limite por Steve Soper, Roberto Ravaglia ou Tom Walkinshaw.
Também as provas do CET Espanhol ou do Campeonato Português de Turismos eram extremamente interessantes e disputadas com nomes como Luis Pérez-Sala, José Ángel Sasiambarrena, Antonio Albacete, Luis Miguel Arias a fazerem furor em Espanha ou nomes como os irmãos António e Carlos Rodrigues, Jorge e Alcides Petiz ou Ni Amorim, entre muitos outros famosos nomes, a levarem ao rubro o público português. Pode, agora, reviver todas essas emoções nesta competição Carrera M80.
“A ideia é oferecer uma nova competição para turismos «mais modernos», mas sempre com o espírito do Historic Endurance, de respeito pelos adversários, postura Gentlemen Driver e os já famosos 3 C (No Crashing, No Cheating and No Complaining)”, explica Diogo Ferrão. “Dentro do leque de automóveis aceites, também estão os carros com especificação de Troféu e não Group A, uma vez que esta foi a época da “explosão” dos troféus. Dada a enorme popularidade do Troféu Porsche 968 Espanhol na época, também iremos aceitar esses carros na nossa competição”, remata Diogo Ferrão, que espera ver colmatada uma lacuna na competição deste género de automóveis na Península Ibérica..
A provar que os carros de turismo desta época têm ganho cada vez mais interesse histórico entre pilotos e público é o facto de estarem a surgir cada vez mais campeonatos do género, onde a competição Carrera M80 se pretende incluir. As provas serão no formato de “semi-resistência”, com duas corridas de 40 minutos e com paragem para troca de piloto, de forma a haver a possibilidade de participarem dois pilotos no mesmo veículo.
As viaturas admitidas são as que estejam preparadas segundo as regras internacionais do anexo K publicado pela FIA.
Categoria Grupo 2 (GR2) Categoria para viaturas Turismo até 1982 de acordo com homologações FIA até (31/12/1982) e documentação FIA ou passaporte Nacional. Exemplos: BMW 323i, Ford Capri, Ford Escort MK2, Rover 3500 SD1, VW Golf GTI MK1, BMW 635 (gr2)
Categoria Turismos até 1400cc (T1400) Categoria para viaturas Turismo até 1994 em grupo 2, A ou N inferior a 1400cc, de acordo com homologações FIA até (31/12/1994) Exemplos: Toyota Starlet, Citroen Ax, Renault 5, etc
Categoria Grupo 1 e Grupo N (GR1/N) Categoria para viaturas Turismo até 1993 e viaturas homologadas para o Group 1 Portugal até (31/12/1993). Exemplos: VW Golf MK1, Datsun 1200, Ford Escort RS2000 etc
Categoria Turismos até 2000cc (T2000) Categoria para viaturas Turismo até 1994 até 2000cc Grupo A, N ou com especificação de troféu de acordo com homologações FIA até (31/12/1994). Exemplos: VW Golf MK2, Mk3, Honda Civic, Peugeot 205 GTI
Categoria Turismos superior a 2000cc (TMAX) Categoria para viaturas Turismo até 1990 com cilindrada superior a 2000cc e com homologação em Grupo A, N ou com especificação de troféu de acordo com homologações FIA até (31/12/1990). Exemplos: Rover Vitesse, BMW 635 CSL, Ford Sierra Cosworth, BMW E30 M3,
Categoria GT Troféu(GTCOPA) Categoria para viaturas Grande Turismo Pré-1993 GT com especificações de troféu. Exemplos: Porsche 944 Cup, Porsche 964 Cup, Porsche 968 CS Cup, Ferrari 348 Challenge, Ventury Trophy
Categoria H-INV Viaturas não pertencentes a nenhuma das categorias acima mencionadas, ou que as características da mesma não estejam de acordo com o Passaporte Técnico, Ficha de Homologação ou documentos de circulação do modelo. Certa viatura pode ser considerada elegível para participar na prova se a comissão organizadora considerar que a mesma beneficiará a generalidade dos concorrentes, o espetáculo e a organização.
Com a estreia da competição a dar-se no evento Racing Legends, em Valência no dia 29 de fevereiro, o calendário da competição Carrera M80 será composto pelas seguintes provas:
29 de Fevereiro /01 de Março 2020 – Valência – Racing Legends 23/24 Maio 2020 – Jarama – Jarama Classic 17/18 de Outubro 2020 – Jerez de la Frontera – Jerez La Leyenda
Disputado sob um calor escaldante, o Santiago E-Prix deste fim de semana testemunhou uma brilhante performance do piloto português da DS TECHEETAH, António Félix Da Costa, que garantiu o seu primeiro pódio e o segundo lugar para a equipa.
Partindo da 10ª posição e progredindo no pelotão com uma assinalável mestria de condução, Félix da Costa liderou a corrida até à última volta, até ter de abrandar para arrefecer a temperatura do carro de forma a conseguir terminar a prova. NO fecho da corrida, o piloto português considerou ser “muito bom obter um primeiro pódio e lutar pela vitória com a minha nova equipa, logo ao cabo de três corridas. Ainda temos algum trabalho a fazer porque, nesta jornada, a nossa primeira vitória esteve totalmente ao alcance. Somos uma equipa nova e temos algumas coisas para melhorar.”
(Photo by Simon Galloway / LAT Images)
Quanto à vitória que esteve “logo ali”, Felix da Costa confessou que o triunfo fugiu porque “em termos da gestão de energia, cometemos um erro e pensei que estávamos bem para ir até ao fim da corrida. Foi por isso que fiz a ultrapassagem para a liderança da corrida, mas, logo de seguida, tive de abrandar subitamente para acautelar a temperatura do sistema. No final, é bem melhor terminar em segundo e pontuar do que não conseguir terminar a corrida.”
O seu companheiro de equipa, Jean-Éric Vergne, largou da 11ª posição da grelha e, mais uma vez, não teve uma jornada fácil depois de ter tido sido obrigado a abandonar devido a danos na asa dianteira do seu carro, quanto ocupava a terceira posição e lutava pela vitória.
Segundo
um estudo desenvolvido pela Netpress o retorno do Campeonato de
Portugal de Ralicross, Kartcross e Super Buggy foi em 2019 de
3.799.958,00 Euros.
Segundo a Netpress, empresa
especializada em gestão e análise de informação, em 2019 foram
monitorizadas 802 notícias relativas ao ralicross, kartcross e super
buggy nacionais, que em termos de AVE (Advertising Value Equivalent)
valeram € 3.799.958,00.
O AVE corresponde ao espaço equivalente
ocupado em publicidade, a preço de tabela. A Manchete calcula o AVE
contabilizando o espaço e a relevância que a marca ocupa na notícia,
cruzando-o com o valor do espaço publicitário da publicação.
Significa isto que teriam que ser
investidos quase 3.8 M€, para obter um resultado similar, ou seja: este
seria o valor do plano de comunicação auferido por patrocinadores,
parceiros, organizadores e pilotos.
Ainda segundo o mesmo estudo, o mês de
Julho foi o mais produtivo relativamente ao número de notícias (16%) e
também aquele que foi conseguido o maior valor de AVE (17%). Do total de
notícias, 74% pertencem a meios online, 14% a meios de imprensa escrita
e 12% a meios de televisão. O estudo não incidiu sobre a rádio.
“Estes são números que espelham o
trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. Não é apenas o resultado do
trabalho exclusivo de 2019, mas é sim o fruto do trabalho feito nos
últimos anos, que se reflecte no retorno da época passada.” Afirmou Pedro Gil de Vasconcelos, promotor do Campeonato.
Com o arranque da época a aproximar-se a passos largos o promotor acrescenta ainda que:
“o PTRX é um campeonato com um potencial elevadíssimo, garante um bom
espectáculo para o público, com provas extremamente bem disputadas,
costumo dizer que cada fracção de segundo conta e por isso, os pilotos
encontram aqui uma competição em que a adrenalina é constante. Acho que a
principal garantia que o PTRX dá para todos é de tempo de qualidade.” Rematou o promotor.
A primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralicross, Kartcross e
Super Buggy está agendada para sete e oito de Março, em Sever do Vouga.