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  • Gabriela Correia: “estou satisfeita com o resultado e com o andamento”

    Gabriela Correia: “estou satisfeita com o resultado e com o andamento”

    Gabriela Correia acabou com o terceiro lugar na categoria GT, isto depois de uma penalização de um adversário.

    Gabriela Correia teve de esperar mais um pouco para festejar. A piloto do Mercedes AMG GT4, terminou a prova na quarta posição, mas a penalização de um adversário promoveu a princesa da montanha ao terceiro posto na categoria GT: 

    “Acabou por ser um fim de semana positivo. O terceiro lugar final foi bom e só lamento não poder ter festejado no pódio. O carro esteve bem, mas sabemos que o nosso Mercedes está no limite das suas capacidades e não tem os mesmos argumentos que os carros da concorrência. Tivemos de andar sempre no limite, por isso, estou satisfeita com o resultado e com o andamento.”

  • Pedro Almeida: “percebi onde posso andar e qual o ritmo que tenho de impor”

    Pedro Almeida: “percebi onde posso andar e qual o ritmo que tenho de impor”

    O jovem Pedro Almeida foi uma das figuras do Rallye Casinos do Algarve, na sua estreia esta época no CPR, depois da ausência forçada em Fafe, devido à lesão do seu co-piloto, Mário Castro. Embora não tenha concluído a prova algarvia, na qual foi navegado por António Costa, o piloto do Skoda Fabia Rally2 evo da ARC Sport revelou um andamento que não passou despercebido e deixa boas indicações para as provas que se seguem.

    – Em 2020 e 2021, depois de duas épocas a guiar carros R5 (agora Rally2) no CPR, deu um passo atrás e correu com 2 Rodas Motrizes (Peugeot 208 Rally4). Retirou benefícios dessa opção e como a justifica, decorrido todo este tempo?

    “Foram dois anos de corridas num ambiente diferente, conheci outras estruturas e claro que aprendi muito. Se hoje, quando olho para trás, for questionado se faria a mesma coisa, responderia que talvez não. Na altura em que guiava o Skoda estava numa fase de evolução e creio que deveria ter tido um pouco mais de paciência para prosseguir com aquilo que tinha, ou seja, o Rally2. Porque embora sejam ambos carros de ralis, a filosofia é completamente distinta e há todo um processo de adaptação e de aprendizagem diferente entre um duas rodas motrizes e um quatro rodas motrizes”.

    – Foi duro não ter podido alinhar no Rali Serras de Fafe, devido à lesão do navegador Mário Castro?

    “Obviamente, é sempre frustrante preparar uma prova, para mais a primeira do ano, e depois mal começá-la, sendo forçado a desistir por uma coisa que parece tão simples como um ‘toquezito’ que demos nos reconhecimentos. De facto, o Mário fez aquilo que pôde e não havia outra solução. Até fui a primeira pessoa a sugerir não alinharmos, porque fazê-lo sem o navegador a 100 por cento, participar só por participar, não iríamos registar qualquer tipo de evolução e, por outro lado, eu não iria sentir-me à-vontade sabendo que ele estava ali a sofrer em termos físicos. O trabalho não iria ser feito da mesma forma. Claro que foi frustrante, mas são coisas das corridas…”

    – Alinhar no Algarve, o seu primeiro rali da época, com um navegador diferente do habitual, dada a indisponibilidade do Mário Castro, não o deixou algo desolado?

    “Foi a solução possível. Claro que idealmente iria começar em Fafe e iria continuar com o Mário no Algarve. Contudo, tive um novo navegador e uma experiência diferente com o ‘Tó’. Gostei muito de ter feito o rali com ele e claro que uma pessoa aprende com toda a gente. Da mesma forma que aprendi com o Mário, agora aprendi outras coisas com o ‘Tó’. Faz parte, não fiquei de todo contente por ter que trocar de navegador, mas foi a situação possível e tive que me adaptar à situação”.

     “A ÚNICA PRESSÃO QUE TENHO É A QUE COLOCO EM MIM PRÓPRIO E JÁ É BASTANTE”


    – Referiu que o Algarve ia correr sem qualquer tipo de pressão… Esse estado de espírito foi determinante para um início de prova fulgurante?

    “Não! Na verdade, normalmente corro sem pressão, pois não tenho que provar nada a ninguém. A única pressão que tenho é a que eu coloco em mim próprio e já é bastante. De facto, fiz um bom início de Rallye Casinos do Algarve, principalmente o qualifying e o primeiro troço. No entanto, constatei que ainda não estou completamente habituado aquele registo e preciso de algum tempo de certa forma a forçar o andamento para depois me adaptar a esse ritmo elevado”.

    – No primeiro dia do rali vimos o melhor Pedro Almeida desde que guia um Rally2. É esse o nível a partir do qual pretende evoluir esta época?

    “É exatamente esse o meu objetivo. Percebi onde posso andar e qual o ritmo que tenho de impor. Agora resta-me tentar replicar isso daqui para a frente, para evoluir e conseguir resultados melhores”.

    – A saída de estrada que ditou a desistência deveu-se a um excesso de confiança ou, pelo contrário, à pressão de pretender recuperar o tempo perdido com o furo?

    “Nem uma coisa nem outra… Aquela saída de estrada foi uma situação completamente normal. Havia um topo e eu travei, achando que o fizera demasiado tarde, mas na verdade tal não sucedera. E quando olho em frente verifico que havia um espaço livre com umas ervas. Pensei, então, sair um pouco mais largo e continuar normalmente, só que por baixo dessa vegetação estava um buraco. O carro ficou ali preso e foi esse o motivo da nossa desistência. Se me tivesse apercebido do buraco teria conseguido meter o carro para o outro lado, até havia lá um caminho. A minha decisão visava tentar perder o mínimo tempo possível e achei que seguir por aquele espaço era o melhor caminho, mas não era…”

    “ATÉ AO FIM DO ANO O MEU OBJETIVO É CONQUISTAR ALGUNS PÓDIOS E VENCER CLASSIFICATIVAS”

    –  Que esperar do Pedro Almeida no Rali Terras D’Aboboreira, no próximo mês? Candidato ao pódio?

    “Não vou colocar pressão a mim próprio fazendo qualquer tipo de afirmação desse género. Sei é que percebi onde tenho de estar e onde quero estar. Agora vou dar o meu melhor para estar naquele ritmo elevado o maior tempo possível”.

    – Até onde pretende chegar, a curto/médio prazo, como piloto de ralis? Qual é o sonho?

    “A curto prazo, e até ao fim do ano, o meu objetivo é conseguir conquistar alguns pódios e também vencer classificativas. Claro que com o Meeke a correr no CPR vai ser difícil eu ganhar uma classificativa à geral. Não o conseguindo a nível absoluto, pelo menos vencer entre os portugueses, como aconteceu agora no Algarve”.

  • Ricardo Loureiro “cumprimos os objetivos traçados para a Arrábida”

    Ricardo Loureiro “cumprimos os objetivos traçados para a Arrábida”

    Ricardo Loureiro viveu um fim-de-semana positivo no arranque da temporada 2024 do Campeonato de Portugal de Clássicos JC Group. O piloto do Caramulo Racing Team levou o seu Ford Escort MKII ao 5º posto final, numa jornada isenta de problemas técnicos, o que deixa antever que a temporada de Loureiro será muito positiva.

    Como tal, era enorme a satisfação sentida por Ricardo Loureiro no fecho da prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal. Não era para menos, pois tinha acabado de viver dois dias de competição em que o Ford Escort MKII ostentou uma saúde invejável e permitiu ao piloto ganhar paulatinamente confiança no carro.

    “Fim-de-semana de regresso em que o nosso propósito foi trabalhar a fiabilidade do carro, em detrimento da competitividade. Era importante começar a época sem problemas e a pontuar e isso foi conseguido”, assumindo que “este ano queremos sobretudo ser regulares e pontuar fortemente em todas as oito provas. Começamos bem na Arrábida com este Top 5, embora, como é óbvio, é nossa vontade e foco lutar pelos lugares do pódio ao longo da temporada”.

    O piloto-edil do Guardão refere que “demorei algumas subidas a recuperar ritmo, pois, fora o pequeno teste do Caramulo e aí em chuva, já não andava no carro há muito tempo, mas fui melhorando e, sobretudo, ganhando confiança, sendo muito satisfatório ver que o carro está a corresponder e a demonstrar robustez”, assumindo Ricardo Loureiro que “tudo faremos para ser mais competitivos já na Penha”.

    A Rampa da Penha Paisagem Protegida, segunda prova da época acontece já a 6 e 7 de abril, sob a égide organizativa do Demoporto.

  • Gonçalo Janeira: “Top 5 nos Legends e a vitória no Grupo acabam por ser resultados positivos

    Gonçalo Janeira: “Top 5 nos Legends e a vitória no Grupo acabam por ser resultados positivos

    Arranque de época positivo para Gonçalo Janeira, com o piloto do Fundão a selar a sua transferência para o Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group com um Top 5 na 33ª Rampa da Arrábida, primeira prova da temporada 2024.

    O Citroen AX GTi da J. Janeira Sport comportou-se que nem um relógio suíço, sendo nisso imitado pelo seu piloto, Gonçalo Janeira foi eficaz e, como tal, capaz de rodar sempre rápido e numa janela temporal muito curta, como prova a diferença de apenas de 1,1 segundos entre as marcas que obteve nas três subidas de prova, sendo que o seu melhor registo – 2:15.776 – aconteceu na 2ª, disputada no início da tarde de domingo.

    As marcas colocaram-no muito perto do pódio, sendo que quatro pilotos ficaram separados por muito pouco tempo, atestando que Gonçalo Janeira terá uma palavra a dizer nas restantes provas da temporada.

    “Foi um fim-de-semana fantástico, numa rampa muito bem organizada e que me impressionou pelo ambiente de festa, com milhares de espetadores a vibrarem com a prova. Obviamente, tínhamos noção que a nossa passagem dos Super Challenge para os Legends e as transformações técnicas que tiveram de ser introduzidas no Citroen AX GTi necessitam de tempo, testes e quilómetros em competição, para podermos colocar o carro no seu topo de competitividade”, afirma Gonçalo Janeira que considera ainda que “o Top 5 na geral do campeonato e a vitória no Grupo acabam por ser resultados positivos, embora queiramos melhorar e estar na luta pelo pódio da geral. Saímos da Arrábida com muita informação, sabemos o que temos de fazer e vamos trabalhar para estarmos ainda mais fortes na Penha”.

    A próxima prova do campeonato disputa-se a 6 e 7 de abril, em Guimarães. Caberá ao Demoporto assumir a organização de mais uma edição da Rampa da Penha Paisagem Protegida.

  • Paulo Anselmo: “tivemos uma estratégia perfeita e a vitória foi justa”

    Paulo Anselmo: “tivemos uma estratégia perfeita e a vitória foi justa”

    Paulo Anselmo e André Silva começaram a época 2024 da melhor maneira, rubricando uma exibição de fino recorte no Rallye Casinos do Algarve, coroada com a vitória nas contas do Start Sul 2RM de Ralis. A dupla do BMW 316i Compact começou assim da melhor maneira a defesa do título conquistado na época transata.

    A dupla formada por Paulo Anselmo André Silva está pronta para usufruir do habitáculo do icónico BMW 361i Compact com que têm brilhado nos ralis a sul.

    E Paulo Anselmo até abordou a prova com alguma apreensão: “no sábado e domingo anteriores ao rali choveu intensamente e apanhamos as especiais completamente encharcadas durante os reconhecimentos. Como tal, não sabíamos o que nos aguardava nas especiais em terreno seco”.

    Assim a opção tática passoupor “entramos na sexta muito cautelosos, sem saber o que íamos encontrar em piso seco, com os tempos a refletirem esse andamento mais defensivo. Fomos depois para a super especial da noite já com algum ritmo e vencemos com naturalidade”

    O desempenho seguro permitiu a Paulo Anselmo e André Silva concluírem a 1ª etapa em 2º da geral do Start Sul 2RM, apenas 1,6 segundos atrás dos líderes.

    A apreensão com os pisos ainda se manteve no troço disputado em Silves, mas, a partir daí, a dupla começou paulatinamente “a aumentar o ritmo, embora tentando não cometer erros, porque o rali era muito extenso. Conseguimos chegar à liderança no fecho da seção matinal de sábado, já com 24 segundos de avanço. Na parte da tarde, vencemos duas especiais e gerimos na última para garantir uma vitoria preciosa!”

    Em jeito de balanço, Paulo Anselmo defende que “tivemos uma estratégia perfeita e a vitória foi justa. O rali basicamente correu sem grandes problemas mecânicos, porque o carro é preparado ao pormenor e fez todo o percurso sem um único problema. Agora vamos começar a preparar o carro de terra para asfalto, para a próxima prova em Portimão, onde queremos estar novamente entre os melhores”.

    O piloto de Olhão nunca se esquece de “agradecer “aos patrocinadores Isoauto, Rotarebelde – Indian Motorcycle, Ria Properties, União de Freguesias Moncarapacho-Fuseta, Almada House Construções, Serviplaco, Camara Municipal de Olhão, Amplos Desejos Caixilharia PVC, RMC Engrenagens, Moto Clube Moncarapacho, Kallino’s café, Auriol Sport, P1 Portugal, 16valvulas Programa de rádio e DM Pneus, pois são fundamentais para que, ano após ano, consigamos montar o nosso projeto!”.

    A finalizar e tendo sido feito este balanço já após a triste notícia do falecimento d Joaquim Santos, Paulo Anselmo deixou “uma palavra de solidariedade para com a família deste grande campeão. O Joaquim Santos era um ídolo para mim e foi devido a ele que a minha paixão por carros de tração traseira foi desencadeada. Perdeu-se um grande homem e um grande piloto!”.

  • Veloso Motorsport reforça presença no CPV com um Porsche 718 Cayman GT4 RS

    Veloso Motorsport reforça presença no CPV com um Porsche 718 Cayman GT4 RS

    A Veloso Motorsport continua o seu esforço para manter viva a velocidade em Portugal. Recordamos que a equipa sediada na Póvoa de Lanhoso é a única que está nas pistas nacionais e internacionais, de forma ininterrupta, há 30 anos, tendo um palmarés assinalável e vários títulos em várias disciplinas.

    Recordamos que a Veloso Motorsport venceu o Campeonato de Portugal de Velocidade em 2021, conquistou o cetro na GT4 South European Series e ganhou as três últimas edições da Porsche Sprint Challenge Ibérica. Por outro lado, conquistou o título da categoria Pro-AM do Campeonato de Portugal de Velocidade 2023.

    Mantendo a aposta na velocidade nacional, a Veloso Motorsport reforçou a aposta para 2024 com a aquisição de um competitivo Porsche 718 Cayman GT4 RS que será preparado e assistido pela equipa de Luís Veloso.

    Quanto ao nome dos pilotos, serão revelados em tempo oportuno juntamente com o nome de todos os pilotos que escolheram a Veloso Motosport para lutar pelos diversos campeonatos onde a formação da Póvoa de Lanhoso vai estar envolvida.

    Luis Veloso, CEO da Veloso Motorsport: “Senti que deveríamos dar um passo em frente para colocar mais pilotos em pista, decidimos dar este passo e adquirir mais um automóvel competitivo que serve como degrau para alcançar patamares mais elevados.  Os pilotos que o vão utilizar serão revelados posteriormente, mas a Veloso Motorsport vai ter uma temporada de 2024 muito animada e ocupada, como sempre, a tentar lutar pela vitória em todas as competições em que vamos estar envolvidos.”

  • Afonso Santos: “vivi na Arrábida uma estreia inesquecível!”

    Afonso Santos: “vivi na Arrábida uma estreia inesquecível!”

    Aos 16 de idade, Afonso Santos protagonizou uma estreia de sonho no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Tripulando com maestria um BRC B49 EVO preparado pela Power House, o “rookie” da Póvoa de Varzim assim uma exibição sólida, premiada com um fantástico 3º lugar entre os Protótipos B.

    O melhor elogio que se pode fazer à performance de Afonso Santos na prova organizada pelo Club de Motorismo de Setúbal é que o “lobinho” poveiro revelou uma maturidade impressionante.

    Sendo certo que Afonso Santos arribou à Montanha já com a escola do Karting, não menos importante é enfatizar que, com apenas 16 anos, assumiu o risco e a dificuldade de começar a competir nesta modalidade com um protótipo da Divisão B, ou seja, logo entre “os leões” que normalmente lutam pelos lugares cimeiros da geral.

    A sua inteligência estratégica e a humildade de seguir os conselhos atilados da equipa ficaram visíveis na evolução que Afonso Santos ostentou ao longo dos dois dias de competição. Fez 2:18.261 na subida de treinos inaugural e terminou a realizar como melhor marca 1:56.841, na 3ª e derradeira subida de prova, melhorando ao longo das sete subidas quase 22 segundos (!) em 3,5 quilómetros de traçado. Notável!

    No final, o 3º lugar e a subida ao pódio dos Protótipos B, bem como um Top 11 à geral, foram prémios mais do que merecidos.

    “vivi na Arrábida uma estreia inesquecível!…”, confessa Afonso Santos que destacou “a evolução que consegui ter ao longo da prova. Adaptei-me muito bem ao carro e à pista, fui conseguindo estabelecer cada vez melhores tempos e foi magnifico correr perante a minha família, os amigos e os milhares de espetadores presentes. Agora, vou trabalhar ainda mais para dar continuidade a este resultado magnífico”.

    Fica na retina toda a capacidade e o potencial de Afonso Santos que quererá dar continuidade a esta estreia de sonho já na próxima prova, a Rampa de Penha, que se realizará nos dias 6 e 7 de abril.

  • Hélder Silva: “temos de considerar que o 2º lugar final é muito positivo”

    Hélder Silva: “temos de considerar que o 2º lugar final é muito positivo”

    Depois de viver uma verdadeira saga, tendo estado mesmo em causa a sua participação no arranque da temporada, Hélder Silva começou a defesa do seu tricampeonato com uma exibição sólida na 33ª Rampa da Arrábida, coroada com o 2º lugar da geral.

    Apesar de ter sido forçado a utilizar uma Osella PA21S EVO que, mesmo sendo uma “barchetta” de grande nível, tem manifestamente um nível inferior à “montada” transalpina que Hélder Silva levou aos títulos nacionais de 2022 e 2023, Hélder Silva não perdeu o foco e abordou a prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal com uma estratégia realista, privilegiando a conquista de pontos, sabendo que o campeonato será longo (8 provas)  e “muito competitivo. Tenho a certeza de que haverá muita luta pelo título”.

    O piloto líder da Power House esteve igual a si mesmo, Rápido, eficaz e seguro, instalou-se desde o primeiro momento da 2ª posição da geral e aí permaneceu até ao cair do pano sobre a rampa setubalense.

    Para Hélder Silva “acabou por ser um fim-de-semana fantástico. É certo que não vencemos, mas atendendo às limitações que tínhamos, não só pelo facto de eu não ter utilizado a minha barchetta habitual, nem sequer a que adquirimos para competir em 2024, mas sim a Osella que habitualmente é utilizada pelo Nuno Caetano, temos de considerar que o 2º lugar final é muito positivo, pois são pontos conquistados que podem vir a fazer a diferença”.

    O craque poveiro destaca “o excelente trabalho da equipa, que me entregou a Osella impecável e pude dar o meu máximo, embora sempre dentro dos limites, até porque tinha consciência de que seria quase impossível, em circunstâncias normais, lutar pela vitória. Aproveito para dar os parabéns ao José Correia, que fez uma excelente exibição e mereceu ganhar. Quero realçar o fabuloso ambiente que vivemos na Arrábida, com milhares a assistir e uma organização de alto nível. Foi um fim-de-semana excelente!”.

    O tricampeão nacional deixou ainda ”um agradecimento ao Torres da Silva, proprietário da Osella PA21S EVO, que prontamente não só ma cedeu, mas foi dos maiores incentivadores para que eu corresse com ela!”.

    Hélder Silva já estará aos comandos de uma nova Osella PA2000 EVO.2 PA.30 na próxima prova, a Rampa de Penha, que se realizará nos dias 6 e 7 de abril.

  • Álvaro Parente inicia temporada em Mugello

    Álvaro Parente inicia temporada em Mugello

    Álvaro Parente inicia no próximo fim-de-semana a sua temporada nas 24H Series, participando nas 12 Horas de Mugello, em Itália.

    O português estará na prova italiana, que abre a época da competição de corridas de longa duração, aos comandos de um Porsche 911 GT3 R (991.2) da E2P Racing, que dividirá com Pablo Burguera e António Sainero na classe GT3 PRO/AM.

    Este é um novo ambiente para Álvaro Parente, esperando um período de adaptação. “São muitas coisas novas as quais me vou ter de adaptar. As regras deste campeonato são diferentes e é algo que tenho de aprender para podermos construir estrategicamente cada um dos fins-de-semana e maximizarmos cada oportunidade que tivermos em pista. Mas estou confiante, penso que a equipa está bem preparada para este início de temporada”, afirmou Álvaro Parente.

    A corrida do próximo fim-de-semana, que se realizará em Mugello, terá a extensão de doze horas, mas será dividida em duas partes de seis horas, realizando-se a primeira no sábado e a segunda no domingo. O português mostra-se confiante e determinado em assegurar um bom resultado. “Temos concorrentes muito fortes e sabemos que vamos ter de nos aplicar ao máximo para sermos competitivos. O Pablo e o António estão cada vez mais rápidos e estou seguro que vão continuar a trabalhar para prosseguir a sua evolução. Vamos dar o nosso melhor ao longo de todo o fim-de-semana”, sublinhou Álvaro Parente.

    O programa oficial das 12 Horas de Mugello das 24H Series tem o seu início na sexta-feira, com os treinos-livres e qualificação. A primeira parte da corrida terá bandeira verde às 11h30 de sábado e a segunda no domingo às 8h00. As qualificações e a corrida poderão ser seguidas em directo no canal de Youtube da competição

  • José Correia: “O triunfo acaba por ser motivador para o resto da época”

    José Correia: “O triunfo acaba por ser motivador para o resto da época”

    José Correia venceu à geral, começando com o pé direito a temporada 2024, onde vokta a ser um dos grandes candidatos ao título absoluto.

    No fecho da 33ª edição da Rampa da Arrábida, primeira prova do ano do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, José Correia era o mais feliz da família Correia, por ter visto as suas filhas brilharem em pista e por ter conseguido o triunfo à geral, aos comandos do seu NORMA FC 20.

    Com o tempo final de 03:24.321, José Correia deixou o seu adversário mais próximo a 3:650 segundos, selando um saboroso triunfo: “Estou muito contente com este resultado. O fim de semana correu bem e o carro correspondeu às expectativas. Tinha esperança que estivesse como o deixamos na última rampa de 2023 e foi isso mesmo que aconteceu. O triunfo acaba por ser motivador para o resto da época. Começar com uma vitória é sempre bom. Fiquei também contente com os resultados da equipa, que provam a qualidade de estrutura.”

    A próxima prova está agendada para 6 e 7 de abril, na Rampa da Penha.