Bruno Santos completou com sucesso mais uma etapa do Rali Dakar, desta feita, a 10ª e antepenúltima desta 46ª edição da corrida. O setor seletivo, disputado em torno de Alula e com uma extensão de 371km, mostrou-se bastante exigente não só devido aos percursos de areia que caracterizaram toda a jornada, mas também devido aos trilhos de pedra e à complexidade da navegação que obrigou os pilotos a circular com atenção redobrada.
O piloto de Torres Vedras foi hoje 4º classificado entre os Rookies e permanece na 2ª posição da classificação destinada aos estreantes da prova. Apoiado pela Momento TT, Bruno Santos gastou 4h26m52s a completar o setor seletivo de hoje o que lhe permitiu alcançar o 18º lugar da categoria Rally2 e mantém, desta forma, o 16º lugar do respetivo Ranking. Na classificação geral o piloto inserido na estrutura XRaids Experience continua na 29ª posição.
“Foi um dia divertido para mim. Foi bom sair numa boa posição porque pude circular todo o dia sem pó e consegui navegar muito bem. Foi uma etapa de 370 km com muita pedra no seu início e tivemos também pistas de areia, mas sempre com o aparecimento de pedra que pedia muita cautela. Amanhã temos uma etapa longa pela frente e será a última grande especial que vamos disputar. No último dia o setor seletivo será bem mais curto e dará o mote final para este Dakar”, revelou Bruno Santos que averbou hoje o 31º tempo absoluto.
Amanhã será disputada a 11ª e penúltima etapa do Rali Dakar 2024. A jornada será cumprida entre Alula e Yanbu contando com um total de 587km entre os quais 480km serão realizados ao cronometro. Esta etapa poderá agitar o pódio das diversas categorias. Estendendo-se por quase 500 quilómetros, a maior parte da especial realiza-se em terreno árido e acidentado e será o último desafio físico para os pilotos.
Num Dakar com 20% dos pilotos a disputarem a classe Veteran Trophy, esta continua a ser dominada de forma inabalável pelo piloto português Mário Patrão, que lidera com mais de quatro horas de vantagem face ao 2º classificado. Aos comandos da nova Honda CRF 450 RS2 Rally, o piloto voltou a ser o mais rápido na etapa hoje disputada com início e fim em Alula.
Mário Patrão gastou 4h25m56s para percorrer os 371 km de um setor seletivo disputado em torno das enormes rochas da região de Alula. O piloto português tem evidenciado uma excelente performance, demonstrando o seu elevado profissionalismo e compromisso no mundo do motociclismo.
”A etapa de hoje decorreu sem percalços. Como já referi anteriormente estou a fazer uma prova de gestão neste momento. Faltam duas etapas e estou concentrado nisso, apesar do cansaço já se fazer sentir. Amanhã a organização anunciou que será uma das etapas mais difíceis de ultrapassar, pelo que estou expectante. Obrigado a todos pelo apoio.” revela Mário Patrão que para além da liderança entre os veteranos ocupa ainda o 17º lugar do Ranking Rally 2.
A 11ª etapa e penúltima que se disputa amanhã poderá agitar o pódio dos diversos rankings. Estendendo-se por quase 500 quilómetros, a maior parte da especial que ligará Alula a Yanbu acontece em terreno árido e acidentado. Este será o último desafio físico para os pilotos. A organização lançou especiais alertas pela dureza que amanhã os pilotos enfrentarão.
A 10ª etapa do Dakar 2024 não correu de feição para Rui Gonçalves depois de ter sofrido uma violenta queda que o deixou com fortes dores e uma moto em fracas condições para ser conduzida no deserto.
Quando se pensava que as dificuldades deste Dakar iam começar a diminuir eis que a 10ª etapa foi aziaga para o piloto da Sherco. Logo ao Km 5 Rui Gonçalves sofria uma forte queda que o deixou muito combalido. Para além dos diversos hematomas e um corte no braço que teve de ser suturado, a Sherco de Rui Gonçalves ficou com a traseira praticamente toda destruída, o guiador empenado e a torre de instrumentos muito danificada.
Os 371 km que compuseram a etapa foram efetuados pelo o piloto de Vidago com muitas dores enquanto que era obrigado a cerrar os dentes para chegar ao final, mesmo assim num mais do que merecido 11º posto da geral.
“A etapa de hoje voltou a ser muito longa com cerca de 371 cronometrados. Foi mais um dia com pistas muito rápidas, com mais pedras, terreno duro na parte inicial mas sempre com piso mais arenoso. Logo ao km 5 fiquei ofuscado com o sol de frente e sofri uma queda bastante forte. Fiquei muito dorido, a moto ficou com o guiador empenado e os instrumentos de navegação danificados… mas só tinha uma opção cerrar os dentes e ir até ao fim. Com uma etapa toda pela frente e com muitas dores no braço e na perna acabei por conseguir salvar o dia com um resultado muito perto do Top10. Foi muito difícil conduzir com tantas dores e com a moto naquele estado. Já fui visto pelo centro médico, levei pontos no braço, tenho uma queimadura e um hematoma enorme na perna mas de resto tudo OK. A equipa já está a trabalhar na moto para a deixar pronta para amanhã e eu também vou tentar recuperar o máximo possível para a última longa etapa”.
O Dakar prossegue amanhã com a penúltima etapa entre Al-Ula e Yanbu, etapa que será composta por um extenso setor seletivo de 480 km que serão disputados ao cronómetro em terreno inóspito e pedregoso.
O Dakar promove sempre desafios extraordinários e esta etapa 10 não foi exceção. Com partida agenda para as 11h30, hora local, Ricardo Porém contava à sua frente com nada mais, nada menos, do que cinco camiões.
Se em termos desportivos, Porém se aproximou do sexto classificado, passando agora a estar a apenas 24 segundos do saudita Saleh AlSaif, em termos de práticos esta foi uma das mais complicadas de gerir fruto do pó que teimava em não sair da frente do leiriense.
“Foi duro! Partimos atrás de cinco camiões e como podem imaginar foi mesmo muito difícil. Logo nos primeiro 50km perdemos cerca de cinco minutos que depois, a pouco e pouco fomos conseguindo arranjar forma de gerir. Amanhã vamos encontrar uma etapa de muita pedra rumo ao destino final, Yanbu. Faltam duas etapas para o fim e não vamos baixar os braços em busca do objetivo a que nos propusemos”, afirmou o piloto de Leiria. Com o Mar vermelho como destino final, pilotos e máquinas vão encontrar uma das especiais mais difíceis do Dakar, numa ligação entre Al Ula e Yanbu que, ao longo dos 480km cronometrados da especial promete causar muitas dificuldades aos participantes do Dakar 2024.
Depois dos incidentes registados ontem que fizeram João Ferreira perder mais de um hora e sair das contas da luta pela vitória no Dakar, hoje, na etapa que começou e terminou na região de Al Ula, o piloto de Leiria optou por aplicar uma toada tranquila, preparando-se para a um ataque final amanhã.
“Esta etapa nunca ia permitir que se criassem grandes diferenças, uma vez que era muito rápida. Os pilotos que estavam à minha frente tinham vantagem na ordem de partida e apesar de ter recuperado alguns lugares em pista, mantenho o quinto lugar na classificação. Foi uma boa etapa para limparmos a cabeça dos problemas sentidos ontem e preparar um ataque final ao pódio. A etapa de amanhã promete ser duríssima e vamos ter de atacar”, confirmou o piloto.
Na penúltima etapa do Dakar, que parte de Al Ula e termina em Yanbu, os participantes enfrentam um percurso desafiador de 587km, sendo 480km de cronometrados. A jornada em direção ao Mar Vermelho testará os limites dos competidores já exaustos. Ao atravessar terrenos áridos e acidentados, qualquer pequeno erro pode resultar na perda de um pneu ou até mesmo na destruição de um veículo. Fatigados e sob pressão para acelerar em direção à linha de chegada, esta especial tem o potencial de provocar mudanças significativas na classificação de todas as categorias, acrescentando uma dose extra de suspense à competição.
Armindo Araújo foi ontem, terça feira, homenageado pelo Rotary Club de Santo Tirso, pelo seu desempenho desportivo ao longo dos vinte e três anos de carreira e, sobretudo, por ser um dos maiores embaixadores do concelho.
Para o piloto de Santo Tirso, “O reconhecimento que me foi dirigido faz-me sentir muito honrado e obviamente muito feliz por verificar que instituições como o Rotary Club acompanham de perto a minha carreira desportiva. O Rotary faz muito pela sociedade tirsense e assumo que fiquei ainda mais sensibilizado com o trabalho que desenvolvem e, por isso, mais comprometido com as várias iniciativas que este clube levará a cabo. A partir de hoje serei embaixador do Rotary Club de Santo Tirso e tudo farei para elevar, ainda mais, o nome desta instituição”, disse Armindo Araújo.
O consagrado piloto de Mesão Frio viveu em 2023 uma temporada agridoce: por um lado, foi sempre muito competitivo, quando a mecânica do seu Honda Civic Type R colaborava, mas, por outro, as debilidades no motor do carro nipónico restringiram a sua temporada de Montanha a três provas. Em 2024, Alberto Pereira irá testar um novo motor e uma nova caixa sequencial no carro, tendo prevista a participação em 4 provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Com a passagem do seu carro para a Categoria Super Challenge, integrado no Grupo SC-C, com que expectativas abordou 2023?
“Esperava principalmente divertir-me ao máximo e realizar no máximo 4 provas. Estive à beira de o conseguir, mas o Honda resolveu calar-se na terceira prova, na Rampa de Santa Marta.
Que desafios esperava encontrar ao longo da época?
Quanto ao maior desafio da temporada, era mesmo ver até que ponto o novo motor me proporcionava melhor rendimento e fruto disso, andar mais próximo dos primeiros lugares. Felizmente as sensações nas duas primeiras provas, na rampa da Penha e na rampa da Falperra foram muito boas e alcancei dois segundos lugares. Depois, os problemas ditaram um fim de época precoce.
Que melhor momento escolheria e, já agora, qual o pior que viveu?
“Quanto ao melhor momento é pior momento da temporada 2023, posso juntá-los numa única prova, a Rampa de Santa Marta. Pois, no primeiro dia de prova, consegui um andamento completamente endiabrado, conseguindo acabar no primeiro lugar do meu Grupo, mas, no domingo, quando me preparava para defender o lugar com unhas e dentes, o motor resolveu calar-se na primeira subida desse dia decisivo. Fiquei de tal maneira aborrecido que decidi não correr mais até ao fim do ano!”.
Que balanço faz?
“Apesar de tudo o que sucedeu, principalmente em Santa Marta, posso dizer que correu muito bem e de encontro às minhas expectativas. Provei continuar a ser muito competitivo”.
Está aí 2024. Quais os planos para esta nova época de Montanha?
“Para a próxima época, vou começar com um novo motor e pela primeira vez vou usar caixa sequencial no Honda Civic. Portanto, vai ser uma época de alguma adaptação e pretendo fazer no máximo 4 provas”.
Bruno Santos continua em destaque nesta que é a sua estreia no Rali Dakar. O piloto de Torres Vedras terminou a nona etapa, realizada entre Hail e Alula com uma extensão de 639km dos quais 417km eram cronometrados, sendo o 3º mais rápido dos Rookies, um resultado que lhe permite manter a 2ª posição na classificação destinada aos estreantes da prova.
O piloto apoiado pela Momento TT teve mais um dia positivo em que voltou a melhorar a sua posição em outras classificações. Tendo concluindo o setor seletivo de hoje no 13º lugar da categoria Rally2, Bruno Santos ascendeu ao 16 º lugar do respetivo Ranking. Aos comandos de uma Husqvarna, o piloto inserido na estrutura XRaids Experience completou a especial do dia em 5h22m29s, averbando o 25º tempo absoluto, um resultado que lhe permite subir também no Ranking geral figurando agora na 29ª posição.
“A nona etapa do Dakar está concluída. Hoje foi um dia que me correu muito bem. Consegui progredir e navegar sozinho e não tive o problema que tenho sentido quase todos os dias que é apanhar pilotos mais lentos que dificultam a navegação devido ao pó. Hoje saí com os mais rápidos e tive a pista sempre aberta para andar. Foi uma especial bonita, com muita areia e alguma pedra. A navegação era complexa e qualquer distração poderia comprometer a nossa corrida. Estou muito satisfeito com o resultado de hoje e amanhã é mais um dia para dar o nosso melhor até porque a competição está quase a chegar ao fim”, revelou Bruno Santos no final da etapa que terminou em Alula.
Amanhã será disputada a décima etapa do Rali Dakar 2024. A etapa circular realizada em torno das enormes rochas da região de Al Ula será desafiante. Serão cumpridos um total de 612 km dos quais 371 km serão cronometrados. Uma pista de obstáculos dará aos pilotos mais experientes a oportunidade de aproveitar os erros dos seus adversários para seu benefício.
A nona etapa do Dakar 2024 voltou a ter em Rui Gonçalves um dos protagonistas da categoria das motos ao terminar na 11ª posição no final dos 435 km do sector seletivo.
Mais um dia de competição intensa neste Dakar com um setor seletivo exigente e com bastante navegação. Rui Gonçalves começou bem o dia mantendo-se no encalce dos seus principais adversários durante as mais quatro centenas de quilómetros efetuados ao cronómetro. Quando chegava à zona de reabastecimento um ligeiro percalço na sua navegação levou-o a perder algum tempo que depois tentou recuperar na parte final da etapa.
No final o piloto da Sherco finalizava o dia na 11ª posição com 4h49m a pouco mais de 13m do líder da etapa: “A etapa de hoje teve 435km disputados em pistas de areia muito rápidas e algumas zonas com pedra à mistura. Senti-me bem logo desde o início, mas antes do abastecimento perdi muito tempo à procura de um waypoint que não validava, depois tive que correr atrás do prejuízo para recuperar o tempo perdido. Consegui andar ao meu ritmo o resto da etapa, mas esse erro acabou por condicionar o resultado final. Mesmo assim foi um dia positivo porque sinto-me muito bem fisicamente e a minha Sherco tem estado à altura. Vamos continuar concentrados até ao final”.
A etapa número 10 do Dakar 2024 que liga Alula a Alula, num loop que irá atravessar formações rochosas monumentais terá 371 km disputados em setor seletivo prevendo ser novamente um dia de exigência máxima em termos de navegação para todos os pilotos.
O ano de 2024 representa um momento especial para a Opel, subordinado à temática da eletromobilidade. Pela primeira vez na história da Marca, todos os modelos terão uma variante elétrica a bateria, com destaque para o novo Opel Astra Sports Tourer Electric, uma das primeiras carrinhas elétrica a bateria do mercado. Contudo, foi há 125 anos que a Opel lançou as bases para uma mobilidade de quatro rodas acessível, inovadora e preparada para o futuro.
Em 21 de janeiro de 1899, Wilhelm Opel, filho do fundador da empresa, Adam Opel, assinou um contrato com o serralheiro Friedrich Lutzmann para comprar a sua Motorwagenfabrik (fábrica de automóveis), facto que marcou o início da produção de automóveis na Opel. Marcou, também, o início de uma nova era que viria a fazer história muito para além de Rüsselsheim. Até então uma bem-sucedida fabricante de máquinas de costura e bicicletas, a Opel aventurava-se, assim, num território desconhecido para a empresa. Foi há exatamente 125 anos.
Desde então, mais de 75 milhões de veículos Opel saíram das linhas de produção em toda a Europa. Um dos atuais bestsellers tem origem em Rüsselsheim: a mais recente geração do Opel Astra. Quando a Opel assinala o 125º aniversário da produção automóvel e define o rumo para o futuro, o inovador modelo do segmento compacto sai hoje da linha de montagem dotado de tecnologias avançadas e unidades de tração eletrificadas e sem emissões locais.
Florian Huettl, CEO da Opel, refere: “Tal como há 125 anos, a Opel está agora no início de uma nova era. Nessa altura, a empresa tornou-se pioneira ao entrar na era do automóvel. Atualmente, a Opel é pioneira na eletrificação do automóvel, oferecendo mobilidade individual isenta de emissões, que é também adequada para o dia a dia, como é o caso do novo Astra Sports Tourer Electric. Tal como o primeiro automóvel Opel, este modelo também é originário de Rüsselsheim. Orgulhamo-nos desta herança e, por isso, vamos celebrar o aniversário dos ‘125 anos de produção automóvel na Opel’ sob o signo da eletromobilidade.”
Die Opel-Brüder, ca. 1912
Finais de 1890: das máquinas de costura e bicicletas para os automóveis
A história de sucesso da Opel começou em 1862. Adam Opel construiu a sua primeira máquina de costura em Rüsselsheim, lançando assim as bases da empresa. A Opel tornou-se rapidamente num dos maiores fabricantes de máquinas de costura da Alemanha e exportava para toda a Europa. Com as bicicletas, a Opel conquistou a sua segunda base de sucesso. Nos anos 20 – paralelamente à atividade automóvel – a Opel tornou-se o maior fabricante de bicicletas do mundo, um sucesso pelo qual foram responsáveis os filhos do fundador da empresa, entretanto falecido.
Foram também eles que procederam às mudanças fundamentais na Opel para a sua passagem para os transportes motorizados. Devido ao declínio do negócio das bicicletas na década de 1890, os irmãos Opel estavam à procura de novos produtos e descobriram o automóvel. Em 1897, Fritz e Wilhelm Opel visitaram o primeiro Salão Automóvel da Alemanha, em Berlim, onde conheceram Friedrich Lutzmann. O mestre serralheiro produzia automóveis desde 1894 e, por conseguinte, tinha a experiência que os irmãos Opel procuravam. Convidou os irmãos Opel a visitarem a sua fábrica em Dessau, onde Fritz e Wilhelm reconheceram imediatamente o potencial de fabrico de automóveis que Lutzmann lhes oferecia.
Inicialmente, todos os envolvidos tinham em mente apenas uma cooperação, mas os irmãos Opel acabaram por fazer a Lutzmann uma atraente oferta pela totalidade das instalações de produção, incluindo o terreno, o edifício e o equipamento da fábrica. A 21 de janeiro de 1899, Wilhelm Opel e Friedrich Lutzmann assinaram o contrato por um preço de aquisição, à época, no valor de 116.887 marcos e a fábrica passou a ser propriedade da Opel.
Toda a empresa, incluindo os empregados e a maquinaria, foi transferida de Dessau para a sede da Opel em Rüsselsheim. O próprio Lutzmann foi nomeado Diretor de Vendas da nova Adam Opel Motorfahrzeug-Fabrik.
A aquisição da produção e das patentes permitiu à Opel ganhar imediatamente anos de experiência na produção de veículos automóveis. A partir de então, Lutzmann e alguns funcionários especificamente selecionados, provenientes da produção de bicicletas da Opel, passaram a fabricar automóveis com a designação Opel num edifício especialmente construído para o efeito. Os primeiros anúncios dos novos modelos surgiram logo na primavera de 1899 e anunciavam: “Os automóveis Opel são os melhores”.
Um sucesso pioneiro de Rüsselsheim: o novo Astra Sports Tourer Electric
Enquanto há 125 anos o Opel-Patentmotorwagen System Lutzmann se mostrava uma conquista pioneira enquanto primeiro automóvel de Rüsselsheim, hoje este pioneirismo traduz-se na mais recente geração do best-seller Opel Astra, concebido, desenvolvido e produzido na Alemanha.
As suas versões topo de gama, eletrificadas e particularmente dinâmicas, Astra GSe e Astra Sports Tourer GSe (consumo de combustível: 1,3 l/100 km; emissões de CO2: 30-29 g/km; valores WLTP) saem da linha de montagem em Rüsselsheim, juntamente com o novo Astra Sports Tourer Electric. A carrinha compacta 100% elétrica, uma das primeiras do seu segmento, fez a sua estreia mundial no IAA Mobility do ano passado, impressionando todos com o seu design, conforto e espaço, e, acima de tudo, pelo seu desempenho. O motor elétrico desenvolve 115 kW/156 cv e um possante binário máximo de 270 Nm. Além disso, enquanto muitos outros automóveis elétricos estão limitados a 150 km/h ou 160 km/h, o novo Astra Sports Tourer Electric pode atingir uma velocidade máxima de 170 km/h, sendo possível obter uma autonomia de até 413 km (WLTP) com um único carregamento da bateria. Estão igualmente disponíveis tecnologias de ponta, tais como os faróis Intelli-Lux LED Pixel Light, com 168 elementos LED e líderes na sua classe, e o sistema Intelli-Drive 2.0 com mudança de faixa semiautomática e adaptação inteligente da velocidade.
125 anos após o início da produção automóvel em Rüsselsheim, a Opel e os seus clientes conduzem rumo a um futuro sem emissões locais, com veículos com condução apelativa e adequados para o uso quotidiano. O ano de 2024 ficará, assim, marcado pelo importante aniversário e pela continuidade do percurso da Opel na via da eletrificação, acompanhado de celebrações e de novos modelos inovadores.